Blogie - Cinema da VIP

Blogie – Cinema na VIP

por Ricardo Garrido

Nosso blogueiro mostra que filme bom não precisa ter função social nem agradar crítico besta



Na TV: “A Rede Social”, de David Fincher

Estreia hoje, na HBO, às 22:00: A Rede Social, aquele tal “filme do Facebook” do qual todo mundo falou no início do ano – e até que bastante gente assistiu. Assim como os fenômenos da Internet, o filme sobre Mark Zuckerberg, genial e intragável fundador do Facebook, começou badalado no mundinho antenado, e depois passou por uma firme, constante e imperceptível fase de crescimento, até que o mundo se deu conta da sua presença arrebatadora, culminando na noite do Oscar, onde o filme recebeu três estatuetas pelas suas oito indicações recebidas. Filme dos nossos tempos A Rede Social é uma experiência estranhamente… leia mais »


Duas mutantes que valem o ingresso

 No último post, falei sobre as mutantes gatas de X-Men: Primeira Classe. Falei de um monte de outras coisas, como o cameo do Wolverine e a discussão sobre o respeito às diferenças e tal e coisa, mas o que ficou na lembrança (pelo menos a minha) foram as moças. Então, como este blog está aqui pra discutir só o que importa, vamos falar mais delas. Primeiro, a telepata periguete Emma Frost e sua versão particular de Instinto Selvagem: httpv://www.youtube.com/watch?v=tNObWbgBVZs A atriz é January Jones, que passeia pelas fantasias masculinas desde que apareceu como a irmã boazinha (pero no mucho) da Michelle em… leia mais »


Filme VIP da semana: “X-Men: Primeira Classe”

O fim do ano vai se aproximando e já é possível começar a passar a régua no que vimos nos cinemas. Uma certeza é que X-Men: Primeira Classe foi um dos melhores filmes do ano e, certamente, rivaliza com o primeiro X-Men como o melhor da franquia. O filme, dirigido pela revelação Mathew Vaughn (de Kick-Ass, filmaço de 2010), se passa na entre as décadas de 40 e 60 e mostra a formação dos dois manda-chuvas entre os mutantes: Charles Xavier (o “Professor X”, mentor e chefe dos X-Men) e Erik Lehnsherr (o Magneto, mutante do mal que faz contraponto belicista ao humanismo incorrigível… leia mais »


Cinema e Rock’n'Roll: o melhor dos dois mundos

Outro dia, li um texto de algum jornalista sério reclamando da onda de documentários “chapa branca” sobre ícones do rock. Sinceramente, isso não é problema para mim – só para os chatos. Nada mais bacana do que um cineasta de primeira linha fazendo um documentário caro e apaixonado sobre um ídolo roqueiro. Foi o caso de Peter Bogdanovich (lendário diretor de A Última Sessão de Cinema), que empreendeu um filme de 4 horas e meia sobre Tom Petty & the Heartbreakers (Running Down a Dream, disponível em DVD e blu-ray). Também é o caso reiterado do grande Martin Scorsese, que… leia mais »


Filme VIP da semana: “Joe Contra o Vulcão”, com Tom Hanks e Meg Ryan

Se você algum dia já acordou reclamando do seu trabalho, você precisa passar um dia com Tom Hanks no seu empreguinho nojento, na comédia Joe Contra o Vulcão. O filme começa com Hanks chegando na fábrica, um troço poluente e agressivo, sob nuvens carregadas. O caminho do estacionamento até a entrada é mais enlameado do que Woodstock depois da chuva. A entrada é opressiva e cinzenta, clima de George Orwell. Feiúra em toda parte. Ausência de vida. Se isso já parece ruim o suficiente, a porta do escritório de Hanks se abre e vemos seu ambiente de trabalho – e seu… leia mais »


Dossiê: a trilogia cinematográfica do Guns’n'Roses

Aproveitando a última incursão do Guns’n’Roses pelo Brasil, BLOGIE faz questão de unir o útil ao agradável e se entregar à dura tarefa de analisar o não desprezível legado da banda para a sétima arte. Não, não falo das citações feitas por personagens de cinema sobre o Guns (penso em Bete Midler em O Clube das Desquitadas, quando ela interpela a beberrona Goldie Hawn, que justifica uma dúzia de garrafas vazias sob sua pia dizendo que recebeu convidados – e a outra: “quem? Guns’n’Roses?”). Também não falo do uso de canções de Axl & cia em trilhas sonoras – trilhas… leia mais »


Estreia: “Amizade Colorida”, com Mila Kunis (!) e Justin Timberlake (?!?)

Vinte anos depois de Harry & Sally, voltaram à moda as comédias românticas com um casal de amigos que transam casualmente e, depois, enfrentam um distanciamento amargo até se descobrirem felizes para sempre etc e tal. A bem da verdade, a onda agora é bem mais cheia de saliências do que a era Meg Ryan: as comédias românticas vigentes apostam nos fuck buddies – casais de amigos que transam reiteradamente, sem que isso evolua para um namoro. Claro, a coisa nunca funciona bem e vai inevitavelmente convergir para um namoro, com um final carregado em açúcar, para compensar a ousadia… leia mais »