Blogie - Cinema da VIP

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por Ricardo Garrido

Nosso blogueiro mostra que filme bom não precisa ter função social nem agradar crítico besta



5 razões pelas quais o novo Batman é o único filme de ação que importa

De uns tempos pra cá, tenho ficado cada vez mais refratário a filmes de ação e franquias de super-heróis. A repetição sem fim dos filmes em série e o tédio das cenas de ação digitalizadas ao limite (que, para mim, não trazem nenhuma diferença em relação a vídeo-games) simplesmente me cansaram. Não vi um dos X-Men, não vi uns outros três ou quatro recentes da Marvel (Thor, Hulks, Capitão América…) e não vi um outro Super-Homem que, desconfio, tenha sido lançado recentemente. Eu já vinha suspeitando de que se trata, acima de tudo, de uma questão da idade que avança… leia mais »


Kristen e o diretor

Quer dizer que você cria umas intimidades com seus diretores? Conte-me mais.


Em cartaz: “Na Estrada”, de Walter Salles

Antes de tudo, a confissão: eu não li o clássico On The Road, de Jack Kerouac. Não sei dizer exatamente o que faltou: em momentos diferentes da vida, fui fã devoto de Bob Dylan, dos Beatles e do Jim Morrison, de modo que o fantasma da influência beat esteve sempre ali, me acenando com um exemplar do livro que tanto influenciou o estilo de vida rocker e a filosofia hippie. Mas o backlog de leitura se manteve crescendo, e o Kerouac foi sempre deixado de lado para dar lugar a qualquer outra coisa, de guias de viagens a literatura mais “séria”…. leia mais »


O horror e a burrice

Gostaria de estar falando sobre o novo filme do Batman – que parece ser sensacional -, mas mais uma vez um maluco estraga tudo. Como o leitor já sabe, um freak chamado James Holmes entrou armado numa sessão de estreia de Batman: o Cavaleiro das Trevas Ressurge nos EUA e matou 12 pessoas, ferindo mais de 50. O rapaz usava uma máscara, emulando toscamente a aparência do vilão do filme. Uma vez que sobre a barbárie em si – o assassinato em massa – nada possa ser dito ou explicado, coube ao diretor do filme, Christopher Nolan, o lamento pela triste… leia mais »


Em cartaz: “Para Roma, Com Amor”, de Woody Allen

Quem acompanha este blog sabe que, por aqui, o momento mais esperado do ano não é o Natal, nem as férias, nem o coelhinho da Páscoa. O presente que todos ganhamos, ano após ano, e que faz a vida valer a pena, é mesmo o novo filme do Woody Allen. É recompensador, para mim, ver esse brilhante final de carreira de Allen (não que ele se veja em final de carreira; é a simples e triste constatação de que o homem tem quase 80 anos). De 2005 para cá, a partir do londrino Match Point e Europa adentro com Vicky Cristina… leia mais »


Estreia: “Sombras da Noite”, de Tim Burton

Depois de tantos filmes, começando lá atrás com Edward Mãos de Tesoura e chegando ao blockbuster da Disney Alice no País das Maravilhas, parece que se esgotou tudo que podia ser dito sobre a parceria de Tim Burton e Johnny Depp. Os cabelos estranhos, os trejeitos, a aparência freak - sinceramente, tudo meio que perdeu a graça. OK, entendi, você é o Johnny Depp e faz o que lhe der na telha; logo, de dois em dois anos você faz um filme esquisitão com seu amigo esquisitão, Tim Burton. Boring. Mas não é que esse Sombras da Noite (que estreou no último fim-de-semana… leia mais »


O E.T. de Spielberg, 30 anos

Se você acha que o último Harry Potter ou um bando de heróis da Marvel são grandes blockbusters, você deve ser muito novo para se lembrar ou ter vivido 1982. Foi uma época engraçada. A Ditadura Militar estava meio morta no Brasil, mas se recusava a entregar os pontos – naquele ano, aconteceram as primeiras eleições para governador em mais de uma década; já para presidente, as Diretas Já dariam com os burros n’água. No futebol, a Seleção encantava com Zico, Sócrates e Falcão, mas parou na Itália numa partida trágica em Barcelona, durante a Copa de 82. O rock… leia mais »