Blogie - Cinema da VIP

Blogie – Cinema na VIP

por Ricardo Garrido

Nosso blogueiro mostra que filme bom não precisa ter função social nem agradar crítico besta



Bolsa de apostas do Oscar 2012

OK, vamos à nossa rodada anual de especulações e pitacos sobre quem ganha Oscar, quem deveria ganhar e tudo mais. Lembrando que este BLOGIE tem uma média histórica entre 75% e 80% de acerto nos palpites. Vou cravar meus palpites aqui, mas também não deixarei de dar minha opinião sobre quem realmente deveria ganhar em cada categoria. Filme: Dificilmente a Academia deixará de premiar O Artista, filme que este blogueiro classificou como o mais original dos últimos quinze anos. Realmente acredito nisso: depois de Quentin Tarantino virar o padrão de roteiro de ponta-cabeças em Pulp Fiction, só mesmo um filme… leia mais »


Em cartaz: “Os Descendentes”, de Alexander Payne

Com nove indicados a melhor filme, parece que a briga pelo principal Oscar está se polarizando entre o filme mudo francês O Artista e aquele que tem mais “cara de Oscar”, Os Descendentes, de Alexander Payne. É com isso na cabeça que o público tem enchido as salas de cinema para conferir este último, em cartaz no Brasil desde a última sexta-feira. Mas a boa notícia é que, no meio do filme, ninguém mais está pensando em Oscar ou se merece ou não merece e etc e tal. Os Descendentes traga o espectador para dentro do pequeno universo de uma… leia mais »


Em cartaz: “Tudo Pelo Poder”, de George Clooney

Quem cresceu nos anos 90 (ou soube curti-los) deve ter se habituado a ficar com a TV ligada depois do Fantástico, para acompanhar a série Plantão Médico (E.R., para quem logo migrou para a TV a cabo). Mas isso é passado. Se há alguma razão para Plantão Médico ainda ser lembrado por alguém, esta é a impressionante ascensão do ator canastrão que fazia o pediatra pegador e meio canalha à condição de maior astro de Hollywood. George Clooney dá as cartas junto à “classe” do cinema. Dispõe de um círculo de amigos dos mais bacanas – Brad Pitt, Steven Soderbergh e aquela… leia mais »


Começa a (minha) corrida do Oscar

Todo ano é isso: os filmes mais bacanas, inteligentes, marcantes são lançados no fim do ano nos EUA, a tempo de poderem concorrer ao Oscar – e perto o suficiente para ficarem na cabeça dos votantes… Já no Brasil, o problema é grave: esses filmes não são exatamente Missão Impossível, o que significa que não trazem grande bilheteria; o resultado disso é que as distribuidoras vacilonas ficam esperando o resultado do Globo de Ouro e, se possível, as indicações do Oscar, para só então preparar os lançamentos e colocar os benditos filmes em cartaz. O resultado é um só: os… leia mais »


Estreia: “Contágio”, de Steven Soderbergh

Três coisas, de ordem e prioridades bem diferentes: Primeiro: Contágio, que estreou no último final-de-semana nos cinemas brasileiros, é um thriller bacana e que vale o ingresso. Nele, vemos o surgimento e o crescimento a galope de um novo tipo de gripe asiática, que literalmente mata meio mundo e transforma metrópoles em cenários apocalípticos. Tem muito mais trama (e é mais divertido) do que Ensaio Sobre a Cegueira, e é bem melhor – sob todos os aspectos – do que Epidemia, para ficar em apenas dois congêneres. Segundo: você passará algum tempo paranoico sobre onde encosta suas mãos. O início… leia mais »


Invente seu próprio nome de filme de ação!

A culpa é do Keanu Reeves. E da Sandra Bullock. (Quer dizer, isso já estava meio na cara – qualquer coisa errada com o cinema deve ser culpa do Keanu Reeves e da Sandra Bullock…) O ano era 1993. Um novo filme de ação definiria duas décadas de correria, perseguições e explosões: Velocidade Máxima. A auto-escola de Keanu Reeves e Sandra Bullock: tudo é máximo, terminal ou mortal. O título original do filme era bem mais estiloso: Speed. Mas os tradutores brasileiros, como sempre, nunca se contentam com algo simples e têm que dar uma rebuscada. E daí a velocidade… leia mais »


Começa a temporada de prêmios em Hollywood

Na VIP do mês passado, na sensacional matéria “Almanaque dos anos 00″ (editada por Marcelo Orozco), o leitor encontra um box em que este blogueiro dá seus pitacos sobre quais foram os grandes fatos do cinema da primeira década do século 21. Entre os destaques, citei o velho Clint Eastwood, que viveu seu auge depois dos 70 anos, em contraste com a revelação de um grande diretor: Jason Reitman, diretor que estreou em 2005 com Obrigado Por Fumar  e que arrebentou no ano passado, com Juno. Pois bem, o novo filme de Reitman, que acaba de ser lançado nos EUA,… leia mais »