A Mato Dentro é uma das melhores cachaças do Brasil. Em um ranking de aguardentes brancas feito pela VIP no ano passado, a versão prata ficou em terceiro lugar. Mas seu rótulo era muito feio, próximo do tosco. Agora vejo no blog Mapa da Cachaça que a garrafa e o rótulo da Mato Dentro foram repaginados. Conheço razoavelmente essa pinga. Isso porque vou a Ubatuba com certa frequência e, como ela é feita em São Luís do Paraitinga (a primeira cidade serra acima), é o que há para beber em bares de praia se você exige cachaça boa. Acabei me apegando… leia mais »
A receita da lambança. Made in Korea.
O proprietário da vinícola Château du Coreau, em Bordeaux, França, planeja inaugurar uma adega no Oceano Atlântico, a 1 quilômetro de profundidade, em meados do ano que vem. Ele espera que a baixa temperatura constante e a ausência de oxigênio e de luz faça com que as bebidas envelheçam melhor do que se estivessem numa adega na superfície. O projeto, batizado de Vinho Mil Léguas Submarinas (trocadilho que alude à obra de Júlio Verne), cvai cobrar o equivalente a R$ 42 por garrafa por ano de armazenamento.
Esse é o truque mais velho do mundo, usado por quem não entende muito de vinho — ou se assusta com a coluna direita da carta de vinhos de um restaurante chique. Pedir o vinho mais barato é assumir a mão de vaca e a falta de conhecimento, então a escolha recai sobre o segundo mais barato. O site americano College Humor fez um vídeo engraçadíssimo sobre um produto fake: o vinho Second Cheap (assista aqui, em inglês). E você, já usou desse expediente num restaurante? Como você faz para escolher o vinho?
O sortudo do trono aí em cima (duplamente sortudo, diga-se) é o australiano Tim Philips, responsável pelos coquetéis do bar Hemmesphere, em Sydney. Ele foi o grande campeão do campeonato World Class, que a multinacional de bebidas Diageo realizou esta semana no Rio de Janeiro. A cerimônia de premiação foi uma festança na Ilha Fiscal (onde ocorreu o último baile do Império) com direito até à presença da atriz americana Chrisitna Hendrick (a Joan da série Mad Men). Ah, sim: a gata no colo do campeão é a libanesa Varia Dellalian, que também ganhou seu prêmio na categoria retro chic,… leia mais »
A happy hour de ontem, aqui no Rio, teve coquetéis preparados pelo eslovaco Eric Lorincz e pelo japonês Manabu Ohtake, campeões mundiais do concurso World Class em 2010 e 2011, respectivamente. Hoje são feitas as provas finais do concurso, e o resultado será divulgado à noite. Enquanto isso, mando a receita do drinque servido na foto, uma variação do old fashined feita com Zacapa, um rum envelhecido da Guatemala. Ingredientes: 50 ml de rum envelhecido, 1 colher (chá) de açúcar, 6 gotas de Angostura Bitters e 3 raspas de casca de laranja. Preparo: num copo baixo, misture o açúcar e… leia mais »
Tags: World Class, Zacapa
Estes são os 16 barmen que se classificaram para a próxima fase do concurso World Class, que vai até amanhã no Rio. Infelizmente, o brasileiro Paulo Freitas, do Bar do Copa, não ficou entre eles. Resta-nos torder para a bela libanesa Varia Delalian, a única mulher do grupo.
Tags: Drinks, Rio de Janeiro
De hoje até sexta, vou fazer meus posts do Rio, que nestes dias será a cidade mais importante do mundo dos coquetéis, Aqui, 40 barmen representam seus países nas finais globais da World Class, campeonato de coquetelaria promovido pela multinacional de destilados Cheguei ontem à noite e já fui levado para o Copacabana Palace, onde foi instalado um pop-up do Mahiki, um lugar de Londres que é uma mistura de balada e tiki bar – bar com drinques tropicais de inspiração polinésia, como o que você vê na foto. Esse aí é o Círoc on the Beach, que tem vodca,… leia mais »
Tags: coquetéis, coquetel, Rio de Janeiro, vodca, World Class
Campanha bacana do McDonald’s canadense. Depois de mostrar como os sanduíches são maquiados para aparecer em fotos publicitárias, outro vídeo ensina a fazer um Big Mac numa cozinha doméstica. Em inglês.
Fotos sensacionais da escultura em carne feita por Dominic Epispopo.
A australiana Penfold’s acaba de lançar uma edição especialíssima do Kalimna Block 42 Cabernet Sauvignon 2004, um vinho raríssimo de um único vinhedo de 1880. O líquido vem em uma ampola de vidro soprado por artesãos. Cada uma das 12 unidades vai custar o equivalente a R$ 340 mil. É o novo vinho mais caro do mundo, segundo a World Records Academy, responsável pelo livro Guinness. Como nenhum de nós vai comprar essa preciosidade, uma dica de compra com custo-benefício muito melhor, do mesmo produtor. O Koonunga Hill 2008, um corte de shiraz e cabernet sauvignon, custa R$ 49 na Mistral.