A happy hour de ontem, aqui no Rio, teve coquetéis preparados pelo eslovaco Eric Lorincz e pelo japonês Manabu Ohtake, campeões mundiais do concurso World Class em 2010 e 2011, respectivamente. Hoje são feitas as provas finais do concurso, e o resultado será divulgado à noite. Enquanto isso, mando a receita do drinque servido na foto, uma variação do old fashined feita com Zacapa, um rum envelhecido da Guatemala. Ingredientes: 50 ml de rum envelhecido, 1 colher (chá) de açúcar, 6 gotas de Angostura Bitters e 3 raspas de casca de laranja. Preparo: num copo baixo, misture o açúcar e… leia mais »
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Drinque original do restaurante La Rosa Nautica, lugar sensacional sobre um píer no Oceano Pacífico em Lima, Peru. É feito com pisco, vermute seco e um pedacinho de ají rocoto curtido, tipo de pimenta em conserva.
Fuçando na internet no fim-de-semana, descobri um drinque que eu não conhecia: o basil splash, feito com rum, limão-siciliano e um punhado generoso de manjericão fresco. Tinha os ingredientes em casa e resolvi fazê-lo. Gostei muito. A cor é essa coisa diferentona que você vê na foto, e a combinação dos aromas do gim com o manjericão é surpreendentemente boa. Mas é preciso usar um bom gim — eu tinha Hendrick’s. Desce que é uma maravilha e leva quase duas dioses de gim, então é bom tomar cuidado. Aí vai a receita. Basil splash Ingredientes: 1 punhado de manjericão fresco… leia mais »
Nos últimos posts, eu dei receitas de coquetéis do vencedor da primeira etapa do concurso World Class. Hoje, vai uma fórmula exclusiva de Spike Marchant, bartender inglês que é o idealizador da competição. O pó de ouro dá uma aparência melhor ao coquetel, mas não é absolutamente necessário. DUTCH GOLD 50 ml de vodca 15 ml de mel (de preferência infusionado com erva doce) 10 ml de suco de limão 50 ml de suco de grapefruit Uma pitada de erva-doce Uma pitada de pó de ouro comestível (opcional) Club soda Copo: Taça de vinho Modo de preparo: Em uma… leia mais »
Em São Paulo faz frio. Na Patagônia e no norte da Rússia também. Nada melhor que um drinque com rum escuro e café. Este foi criado pelo Rogério Weliton, do bar paulistano SubAstor, vencedor da primeira eliminatória do concurso de coquetelaria World Class. Aí vai a receita: Zacapa Coffee Martini 50 ml de rum envelhecido 30 ml de café forte (de preferência expresso) 15 ml de licor de damasco (apricot brandy) 5 ml de xarope de açúcar (partes iguais de açúcar e água, aquecidos até dissolver e depois resfriados) Copo: taça martini Misture todos os ingredientes num mixing glass cheio… leia mais »
Este é o gim tônica servido no restaurante espanhol Arola Vintetres, que fica no topo do hotel Tivoli de São Paulo, com a vista mais espetacular da cidade. Segundo o pessoal do hotel, é um drinque um pouco diferente, à moda catalã. A diferença do gim tônica normal é um extrato de cascas de frutas cítricas, feito com cascas de limão-siciliano, limão, laranja etc. maceradas por alguns dias em álcool neutro (ou vodca) em ambiente escuro (geladeira está bom). A receita vem a seguir. A vista, só no Tivoli. Ingredientes: 50 ml de gim, gelo, água tônica, extrato de cascas… leia mais »
Hoje é dia de beber como um irlandês. Aprenda a preparar os drinques que fazem sucesso nos pubs na festa de São Patrício. Cerveja verde Num copo grande cheio de cerveja clara, misture 5 ou 6 gotas de corante alimentício verde. Misture muito suavemente para uniformizar a cor. Black and Tan Encha metade de um copo grande com cerveja clara. Sobre uma colher de sopa com o lado convexo para cima, complete com cerveja stout irlandesa (Guinness, por exemplo). A colher vai fazer com que as bebidas não se misturem imediatamente. Irish Car Bomb Use um copo grande… leia mais »
Muitos coquetéis pedem que a taça esteja bem gelada antes de se servir a bebida. Isso costuma ser feito com pedras de gelo, mas o bar Astor, de São Paulo, trouxe um sistema que usa um jato congelante de gás carbônico diretamente no vidro. Além de funcionar, é bacana de olhar quando você já tomou uma ou quatro doses de gim tônica.
É só trocar o gim normal pelo gim de açafrão, feito na cidade francesa de Dijon. Os outros ingredientes são os mesmos: gelo, azeitonas e um nadinha de vermute seco. O barman Pereira (no canto esquerdo da foto), do Astor, é quem prepara. O açafrão aparece com tudo no aroma do drinque, que é gelado e seco como um martíni tradicional. Não está na carta oficial de drinques, mas pode ser pedido nas unidades de SP e do Rio se você estiver disposto a pagar R$ 33.
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