My name is Luka Meu nome é Luka. Moro no andar de cima. Sim, acho que já nos vimos antes. Se você ouvir algo estranho à noite, qualquer barulho, não me pergunte. Estou em nova fase, de casa nova, bairro novo. Hoje foi dia de adaptação. Só dei uma saída para reservar as entradas para o Masquerade. Comecei fazendo um delicioso café da manhã, a Melissa dormiu aqui ontem, inauguramos a cama, com duas garrafas de espumante. Boas risadas. Ela partiu depois do café, foi para o Nordeste passar uns dias com a família e eu tratei dos afazeres domésticos. Achei que a Melissa… leia mais »
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Louise Veronica Ciccone, 1985 Por um breve período, Horace Catskill comeu um ícone do feminismo. Eram os últimos anos da década de 50. Um burburinho anunciava a subida da jovem SS para discursar no promontório. Naquele mesmo dia, num subúrbio de Detroit, uma canadense pariu a menina Louise Veronica Ciccone, que no futuro viria atopar com HC em atitudes embaraçosas. Ele está ao lado de sua balzaca apetitosa, hirsuta, com a bavardage pró-direitos civis na ponta da língua. Silêncio. O discurso começa. Andaram dizendo que ela estava metida com haxixe, maçonaria, sufismo e Hatha-Yoga. Mas, ao que parece, era mentira…. leia mais »
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Queridão, olha só: Pablo Picasso e Jean Cocteau curtem uma tourada em Vallauris, França, 1956 (Foto de Patrick A. Burns/RDA/Getty Images) Quando eu era criança, um homem de quarenta anos era muito velho. Agora, com quarenta e poucos, eu me acho uma criança. Os de sessenta, aliás, são jovens em seus bonés de baseball. Ou seja, as pessoas praticamente não morrem mais. Mas acontecem algumas coisas. Se aos cinquenta e poucos ele não é rico, nenhuma mulher de menos de trinta o tem como primeira opção. Mas, se ela quiser algo, esse homem vai achar que aquilo não está certo…. leia mais »
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Mas e se a Dita Von Teese servisse o drink em questão ? [Aviso: Isso não é product placement] – “Cointreau, be Cointreauversial”, não é infame? – (riso contido mãozinha na boca). – Vê lá se um dia vou chegar num lugar e pedir um cálice de Amaretto. Tipo, oi, me vê um Amaretto aí. Tem coisa que define. Amaretto define, é um troço que, sei lá, o Affonso Romano Sant’Anna vai pedir. Ontem chegamos em casa depois do jantar e engatamos umas cervejas. Recentemente descobri uma pale ale feita no Brooklyn que é absolutamente viciante. Antes de mais nada, eu não queria… leia mais »
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Vale a leitura A escritora americana Jennifer Egan fez um conto chamado Black Box muito legal no twitter, ao longo de dois meses, na conta @NYerFiction, da New Yorker. Escrevendo de pouquinho em pouquinho, o formato é improvável mas tem ganhos: parágrafos enxutos, às vezes parece poesia. O resultado foi publicado na revista (a edição especial de ficção científica tem também Junot Diaz, ótimo) e acho que as minhas amigas precisam ler, é sobre uma espiã futurista mas também é sobre como se portar como uma beauty — de mentirinha – ao lado de um homem heterossexual. Ironia… leia mais »
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