30/07/09 - 1 Comentários





Aqui tem mais

via Desculpe a Poeira

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A banda indie Metric usou um artifício pouco explorado para o clipe de sua música "Monster Hospital:" um vídeo inspirado em filmes antigos de terror. Muito sangue em volta da vocalista gata Emily Haines.

Em tempo: o clipe não é novidade, mas e daí? É bom. Veja aqui, com a música remixada pelo duo canadense igualmente hypado MSTRKRFT (para ler, é preciso enfiar vogais no meio: "Masterkraft". Esse povo moderno...)

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29/07/09 - 2 Comentários

Saiu a capa de Celebration, a nova coletânea da diva Madonna, a ser lançada em 28 de setembro. A capa do álbum, assinada por Mr. Brainwash, e as fotos internas do encarte foram nitidamente inspiradas nas obras do papa da pop art, Andy Warhol.


A ideia não é original: outras gatas já foram retratadas com a mesma técnica. Mas como boa diva contemporânea que é, Madonna não podia passar em branco, mas sim em amarelo, vermelho, azul, verde...

Amy Winehouse, a rainha das clínicas de rehab, foi imortalizada por Gerald Laing a partir de fotos divulgadas em tabloides britânicos:




O genial artista inglês Banksy já retratou a modelo Kate Moss como uma Marilyn Monroe moderna:

Para citar o pai de todos, Jackie, de 1964, é uma das obras-primas de Andy Warhol...


...Que foi um cara esperto: se uma Marilyn Monroe já faz qualquer marmanjo babar, imagine 50 delas:

(Rodolfo Viana)

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28/07/09 - 0 Comentários

A banda americana Yo La Tengo vai lançar seu novo álbum, "Popular Songs", no dia 8 de setembro. O clipe do primeiro single, Here to Fall, faz jus à psicodelia pesada e progressiva do som:



Baixe Here to Fall de graça

(Fernando Gueiros)

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24/07/09 - 0 Comentários

Um curta-metragem que mostra um pouco da paixão argentina pelo futebol.



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Rayanne, esse monumento, ficou três anos na fábrica de misses de Divinópolis...


Em julho, morram de inveja, passei três dias morando com quatro misses lindas (e fofas) num apartamento de mais de 200 metros quadrados em Divinópolis, MG. Lá funciona uma "fábrica de misses", comandada por José Alonso Dias, detentor dos direitos do Miss Minas Gerais, entre outros vários negócios. A matéria sobre as misses está na VIP de agosto. Aqui, vou contar coisinhas de bastidores.

- "Olha lá gente, uma miss andando na rua!", gritou nossa cicerone em Divinópolis, Sara Mourão, que trabalha para o Zé Alonso, assim que chegamos em Divinópolis. Era Débora Lyra, dona do título Top Model of the World, que andava com um saquinho plástico a tiracolo.

"Estava comprando pêssego em calda", disse Débora. "Graças a vocês, a gente vai ter sobremesa hoje. Obrigada!", falou. "Mas é light, claro."

- Eu e a fotógrafa que me acompanhou na empreitada, Patricia Stavis, resolvemos experimentar um dos tratamentos estéticos que as misses fazem todos os dias no Spa Vinci. "Um sem agulha, por favor"", pedi. "E que sirva para perder a barriguinha", sugeriu Patricia. Nos levaram para tomar uma espécie de choquinho na barriga num aparelho de ultrassom chamado Manthus, cujas ondas prometem quebrar as moléculas de gordura.

"Não dói nada", garantiram as misses. É, doer não dói, mas como incomoda! Os choquinhos provocam espasmos e os três minutos que usamos na barriga pareceram durar uns 15. Tipo tortura.

O negócio tem uma graduação de choque, que ia do 1 até o 30. Eu aguentei, no máximo, 14. A Pati não passou do 7. As meninas vão além do 20 sem resmungar. Saí de lá pensando que confessaria o que me perguntassem. Miss sofre.

- As misses amam uma liquidação. Vão às lojas de Divinópolis, que é um conhecido polo de moda, e deixam os telefones, pedindo para as vendedoras ligarem em época de promoção.

A cidade inteira estava com até 50% de desconto quando chegamos. E fomos às compras com elas, no Divishop. Elas quase enlouqueceram quando encontraram uma loja que vendia vestidos de festa por R$ 40.

Débora provou uns 10 e comprou quatro. Até a Patricia levou um, sem saber quando ia usar. Saímos do shopping 40 minutos depois de ele fechar.

(Cláudia de Castro Lima)

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23/07/09 - 0 Comentários

Só pra dar um gostinho. Duas fotos do making of do ensaio de Rayanne Morais, a miss Minas Gerais que ficou em segundo lugar no Miss Brasil, em maio.

O ensaio aconteceu em uma tarde iluminada de junho, na imensa suíte presidencial do hotel Tivoli Mofarrej, em São Paulo.



Amanhã a revista estará nas bancas.


Veja mais fotos de making of dos ensaios e matérias da VIP no nosso Flickr

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Rayanne Morais, vice-campeã do Miss Brasil 2009, é a capa da edição 293 da VIP. A revista chegará às bancas de todo o Brasil amanhã e, também aqui no site, você poderá ver o ensaio. Não perca!

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22/07/09 - 0 Comentários

O designer Thomas Meyerhoffer desenvolve, desde 2004, o que já foi chamado de a mudança mais radical do design de pranchas nos últimos 50 anos. Se liga no que o cara faz:



Saiba mais aqui

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21/07/09 - 1 Comentários


Sabe aquela inveja boa de achar uma idéia tão genial que você gostaria de ter pensado nisso antes? Este estúdio de design holandês criou um bloco sensacional pra você rir dos seus prórios erros, vale conferir.

São blocos de papel com pauta na frente e, no verso, bolas de futebol, golfe, sinuca, basquete. É para a gente fazer bolas com gosto antes de jogar no lixo ou no colega do trabalho.

Os blocos estão à venda aqui


via Objetos de Desejo


(Alceu Nunes)

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20/07/09 - 2 Comentários



Foram muitas frases criativas, de verdade. Valeu, galera! Mas só dois caras vão levar a exclusivíssima cerveja de trigo da VIP, feita artesanalmente desde ontem.

Veja os criadores dos melhores slogans para a loira da VIP. Parabéns!

> "Mais gostosa, só na capa!" - Fernando Rosa, São Paulo (SP)
> "Nova loira da VIP. Essa é pra beber." - Rafael José da Silva, Rio de Janeiro (RJ)

Se você participou do concurso e não ganhou, não desanime. Aprenda como fazer a sua própria cerveja caseira!

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Se era cafona usar aquela barra larga do jeans dobrado ou empapado formando uma sanfona, agora dobrar a barra virou moda.




Moda não, última moda, seguida mundialmente por todo mundo que se presta a seguir tendências. Mas nada de fazer uma dobra larga e alta, o jeitão cool de usar pede jeans retos com a barra dobrada bem fininha e de preferência combinada com sapatos sem meias.

Por aqui seu viu muitos looks nas passarelas do SPFW e, agora, até as calças penduradas em cabides nos showrooms de São Paulo já aderiram à tal dobrinha da vez.

Vendo essas fotos, me diga: você usaria?

(Marília Campos Mello)

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Cansado de explicar todo esse novo e fascinante mundo das redes sociais a seus avós, pais e outros seres desconectados? Este serviço simples e funcional de atendimento usa uma tecnologia mais amigável a adultos offline, o telefone!

Confira no vídeo (em inglês) e veja como explicar ao seu querido avô que "twitter" é um substantivo e "twittar" é um verbo.

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16/07/09 - 1 Comentários


Imagine uma demorada viagem no tempo para 4 bilhões de anos atrás, em que vamos em busca de nosso antepassados e encontramos pelo caminho peregrinos de outros ramos e espécies fazendo a mesma coisa. Todos trocam suas histórias e com isso nos ajudam a entender o universo complicado da evolução.

Este é o enredo do livro A Grande História da Evolução - Na Trilha de Nossos Ancestrais, um catatau do cientista-sensação da Inglaterra, Richard Dawkins, que a Companhia das Letras lançou no Brasil cinco anos após a obra ter sido publicada originalmente, em Londres. Graças ao estilo fluente de Dawkins e à forma brilhante que ele encontrou para engendrar o livro, esta volta às origens é infinitamente menos árdua que o caminho que percorremos de lá até aqui, mas isso não quer dizer que seja fácil. Afinal, são 760 páginas de histórias bem contadas, porém permeadas com muita, mas muita, informação de biologia, zoologia e afins.

Se você decidir encarar a empreitada, boa viagem. Na volta escreva para VIP dizendo o que achou. Se preferir pular, contente-se com algumas informações curiosas que comentamos abaixo:

Ser foca pode ser demais
No jargão jornalístico, foca é o repórter em início de carreira, sem experiência nenhuma, que precisa ser bem orientado para não cometer tanta besteira. Ser foca também pode significar ser capacho: é a foquinha amestrada, que bate palminha para tudo, não importa o que lhe façam.

Não parece nada bom, não é? Mas no mundo animal ser foca pode ser magistral. Na página 250 do livro, Richard Dawkins conta que as focas se arrastam em bandos para a praia a fim de se reproduzir, e lá chegando, num dos "mais extremos exemplos de poliginia", 4% dos machos são responsáveis por 88% de todas as cópulas.

Lógico que os outros 96% de machos que ficam chupando o dedo não devem gostar nem um pouco do espetáculo e tampouco bater palminha, mas, se você tiver a sorte de ficar entre aqueles 4%, é pouco provável que encontre algo melhor nesta ou em qualquer outra vida - mesmo sendo foca.

Hospedeira ideal
Espécies que pareciam assexuadas revelaram depois ter machos ocultos, escreve Dawkins na página 496. Ele cita dois exemplos: o do diabo-marinho, um peixe cujos machos são anões quase invisíveis que pegam carona como parasitas no corpo das fêmeas, e o das cochonilhas, insetos que vivem de um jeito sui generis: os machos, minúsculos, ficam grudados nas pernas das fêmeas.

Ao ler isso não pude deixar de fazer uma transposição para a nossa realidade, de humanos, e me imaginei diminuto e grudado na perna de uma mulher, numa simbiose linda, subindo devagar até vocês sabem muito bem onde e causando na minha hospedeira sorrisos quase involuntários - no ônibus, no escritório, em qualquer lugar. O Woody Allen ainda vai fazer um filme sobre isso, penso.

Faça amor, não faça guerra
Dawkins conta na página 49 uma experiência curiosa de seleção artificial (o oposto da seleção natural). Um grupo de cientistas capturou várias raposas e passou a cruzá-las sem parar, com o objetivo de obter animais mais mansos.

Cruzando entre si os bichos mais calmos de cada geração, os malucos, ops, os cientistas obtiveram, em 20 anos, raposas que se comportavam como dóceis cachorrinhos da raça border collie. Procuravam a companhia das pessoas e abanavam a cauda para elas. Essas raposas ficaram inclusive parecidas fisicamente com os collie.

Sabem o que mais? Adquiriram o hábito de se reproduzir o ano todo, em vez de somente numa temporada específica. Aí está, talvez, uma bela explicação para entender os caras esquentadinhos que vão para a rua querendo distribuir sopapos nos outros: é falta de mulher.

Richard Dawkins veio na Flip 2009 de verdade. A VIP criou uma Flip dos sonhos, cheia de mulher e escritores safados. Veja como seria

(Renato Krausz)

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15/07/09 - 1 Comentários


A revista Life, referência quando o assunto é fotografia, criou esse jogo bacana em que se deve adivinhar se as fotos são reais ou montagens.

Se você acha que as duas imagens acima são falsas, errou. Elas são reais! Veja mais aqui

via Desculpe a Poeira

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14/07/09 - 0 Comentários

Não existe dúvida sobre a consagração de Roberto Carlos em seus 50 anos de carreira, como o megashow no Maracanã no sábado (11/6) deixou claro. Mas a enorme quantidade de êxitos do Rei acoberta outras histórias menores e menos sucedidas.

Uma das mais curiosas é de como RC deixou de ser o primeiro a gravar, em 1968, um autêntico clássico da MPB: Wave, de Tom Jobim (aquela que começa com "vou te contar...").

Esse fato foi detalhado pelo jornalista musical Zuza Homem de Mello em seu livro A Era dos Festivais: Uma Parábola (Editora 34, 2003, R$ 64). Já venerado internacionalmente como um dos criadores da bossa nova, Tom Jobim andava pelos Estados Unidos, onde tinha gravado um LP com Frank Sinatra e feito outros sozinho, com faixas instrumentais.

Mas Tom não curtia as letras em inglês que alguns americanos faziam para suas melodias. Quando gravou um tema instrumental que batizou de Wave, o autor quis ver como ficava com letra em português. Pediu para Chico Buarque fazer uma, mas não deu certo. No fim, o próprio Tom escreveu uma, rebatizando a canção como Vou Te Contar.

Bem nessa época, a TV Record aproveitava a febre popular causada por seus festivais de MPB de 1966 e 1967 e montava mais uma competição musical: a I Bienal do Samba. Para se reaproximar do Brasil, Tom Jobim inscreveu sua Vou Te Contar. E o cantor escalado para defender a música na Bienal foi Roberto Carlos, contratado da Record, onde virou ídolo nacional com o programa Jovem Guarda, entre 1965 e o começo de 1968.

Um astro identificado com o rock participando de um festival de samba cantando uma música do principal compositor da bossa nova? Parece estranho. Mas RC começava a ensaiar uma guinada, trocando a imagem de ídolo da juventude pela de artista adulto.

Só que as datas não se encaixaram. RC foi programado para cantar Vou Te Contar na primeira eliminatória em 12 de maio de 1968. Mas, bem naquele dia, viajou para Las Vegas em lua-de-mel com sua mulher Nice. A TV Record adiou a participação de Roberto para a terceira eliminatória. Mas o Rei não teve tempo de ensaiar e abriu mão de se apresentar. Enfim, deu o cano no Tom.

Lançada em inglês sem maior destaque por Frank Sinatra em 1970, a música só foi ganhar seu status de clássico da MPB em 1976, ao ser gravada por João Gilberto. Com o título original Wave, mas com a letra em português.

E Roberto Carlos só teve a chance de fazer sua versão de Wave em 2008, num show em parceria com Caetano Veloso em homenagem aos 50 anos da bossa nova. Mas, a essa altura, era apenas uma cover. A chance de ficar marcado como o intérprete original de uma obra-prima já tinha sido desperdiçada.

Assista à cover que poderia ser mais um clássico de Roberto Carlos:



(Marcelo Orozco)

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Olha só o resultado da parceria entre a modelo Joni Harbeck e o fotógrafo multitalentoso Neil Krug no livro Pulp (ainda não lançado):



Mais fotos aqui

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09/07/09 - 2 Comentários

A ideia não é tão original assim, mas os próprios criadores assumem isso na descrição do vídeo no YouTube. Trata-se de um filme da marca Olympus feito todo em stop-motion, com dois planos: um de fotografias impressas narrando a história da vida de um homem, e outra o cenário por onde a primeira corre, com velhas inspirações de infância, como o aquário que vira oceano, o vaso de planta que vira selva etc.

Para fazer o vídeo, foram necessárias 60 mil fotos, 9600 impressões e mais 1800 fotos, sem pós-produção. O resultado é mais um desses filmes de visual vintage com musiquinha folk assobiável. Descolado e leve:



(Felipe van Deursen)

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08/07/09 - 0 Comentários

Correr com essa vista? Nada mal


Você corre? Mas corre mesmo? A Nike anunciou ontem a maior prova de corrida do Brasil, o Desafio dos 600 k. O percurso, entre São Paulo e Rio de Janeiro, tem trechos de asfalto, areia e