12/06/09 - 1 Comentários

Comercial emocionante da cerveja argentina Norte. O vídeo já está famoso na internet, e ele merece. Além de lindo, mostra sem rodeios do que abrimos mão ao subir no altar. Comovente.

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25/05/09 - 0 Comentários


vimos no blog Santa Nostalgia

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30/03/09 - 0 Comentários



Muita gente coleciona latinhas de cerveja, mas tem quem vai além, como essa dupla que acumula latas que não são só antigas, são praticamente de outra era, surradas, enferrujadas, com anacrônicos bicos para mamar a melhor amiga do homem (clique na imagem para vê-la ampliada)

Você pode ver algumas dezenas das mais de 2 mil latas de Lance Wilson e Dan Becker no flickr

via The Dieline

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15/01/09 - 3 Comentários

Uma campanha publicitária de cerveja mostrou com simplicidade a diferença primária entre homens e mulheres, representada num infográfico que tem como ponto de princípio nossa melhor amiga: a cerveja. Tá rolando aí na internet, manda pros emails da galera! Para ver a imagem ampliada, clique em cima dela.


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18/11/08 - 1 Comentários


Após o jantar no Rainbow Room, com direito a vista para o Empire State e a uma pista giratória que ficava mais giratória à medida que eu experimentava mais um coquetel, o Smirnoff Experience celebrou um dos estilos musicais mais emblemáticos de Nova York: o hip-hop.

Veja aqui o vídeo da festa

Entre um show e outro, os quatro bares (mal) distribuídos pelo local da festa, o antigo banco Capitale, hoje um badalado centro de eventos na Bowery street, serviam experimentações criadas pelos barmen, além de alguns tiros certeiros, clássicos do bar (alguns deles eu mencionei em outro post).


Chega de lenga-lenga e vamos às receitas, com a indexação no índice de macheza da coluna Garrafologia, criada pelo editor Marcos Nogueira:

1 | Bloody Mary
Um dos drinques mais famosos do mundo teria sido criado na Nova York dos tempos da Lei Seca. Na época, os destilados que existiam (porque, na prática, ninguém parou de beber, só bebia coisas piores) eram de qualidade terrível e as batidas policiais nos bares eram freqüentes. Portanto, um coquetel que mascarasse o gosto medonho da vodca e ainda desse uma corzinha para disfarçar era uma mão na roda para os bebedores dos loucos anos 20.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 1,5 dose de vodca
- 3 doses de suco de tomate

- 0,5 dose de suco de limão

- 1 colher (de chá) de molho inglês
- 2 gotas de pimenta tipo Tabasco, sal, pimenta-do-reino e 1 fatia de limão (opcionais)
Reserve a fatia de limão e agite todo o resto na coqueteleira, com umas três pedras de gelo. Coe para um copo old fashioned (aquele compridinho, saca?) e decore com a fatia de limão.

2 | Metropolitan
Talvez você já tenha visto esse drinque feito com cachaça, com uísque, com vodca com outros ingredientes. Mas no final é um drinque de mulherzinha que você pode fazer para agradar uma amiga ou um potencial sexo sem compromisso. Pra variar um pouco, vamos ver uma receita com a nossa aguardente.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- 1 dose de cachaça
- 0,5 dose de xarope de cramberry
- 0,5 dose de licor de laranja
- 0,25 dose de suco de limão
Bata os ingredientes na coqueteleira junto com três pedras de gelo. Sirva num copo de martini previamente gelado e decore com uma casca torcida de laranja.

3 | The Fourth Element
Essa novidade foi criada para a festa. Trata-se de uma homenagem à cultura hip-hop, mesmo que, ao beber, você não fique com vontade de virar o boné ou dançar break. Segundo o mixologista (mistura de barman com cientista) Kenji Jesse, criador do coquetel, a inspiração veio da importância da limonada caseira e da cereja - uma das frutas mais populares dos EUA - na cultura americana. O drinque é fácil, bom, direto e reto - essa, talvez, é outra referência ao hip-hop tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: discutível

Receita:

- 1 dose de vodca frutada
- Licor de framboesa
- 1 dose de suco de limão
- 0,25 dose de xarope de açúcar (duas partes de açúcar para uma de água)
- Água tônica
Misture os quatro primeiros elementos do drinque num copo alto com gelo. Complete com a água tônica até a boca.

* * *
Sobre o índice Garrafologia de coquetéis
A brincadeira surgiu na coluna Garrafologia, assinada pelo editor da seção Boa Vida da revista, Marcos Nogueira. Ele dividiu os coquetéis em seis categorias, exemplificadas a seguir:

- Trogloditas: rabo-de-galo, maria-mole, caracu com ovo
- Viris: bloody mary, dry martini
- OK: caipirinha, margarita
- Discutíveis: caipirosca de maracujá, mojito, frozen sei-lá-o-quê
- Inadequados: caipirosca de frutas vermelhas, drinques com leite condensado ou chocolate
- Escandalosos: cosmopolitan, saquerinha de lichia, sex on the beach, qualquer coisa azul

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31/10/08 - 0 Comentários

Bellini: o drinque é de mulher, mas é style pacas.
Foto: divulgação

Alguns de nós brasileiros podem torcer o nariz para coquetéis, mas nos Estados Unidos eles são uma instituição há muito tempo, com drinques para todos os gostos, estômagos e níveis de macheza. A VIP foi convidada para um evento realizado pela vodca Smirnoff em Nova York, que celebrou duas marcas da vida noturna da cidade: os cocktails (rabo-de-galo) e o hip-hop.

A noite preliminar da festa foi uma recepção no Rainbow Room, no alto do Rockefeller Center. A 65 andares do chão, com vista para o Empire State e o Chrysler Building, o célebre restaurante Cipriani ofereceu coquetéis, entre eles o Bellini, criado em Veneza, em 1931, por Giuseppe Cipriani.

O Rainbow Room era ponto de encontro da elite nova-iorquina nos anos 30, época da Grande Depressão. Esse mês, auge da "maior crise econômica mundial" desde 1929, a VIP conheceu essa balada da cidade 70 anos atrás. Com pista giratória e um mix esperto e hypezinho de jazz e hip-hop, o local pode vir a ser, mais uma vez, uma válvula de escape sofisticada em NY, no caso de uma nova Depressão chegar por aí...

Eu tive a árdua missão de provar receitas célebres da Grande Maçã e de outras cidades americanas, além de experimentações dos barmen. Anote, experimente e divirta-se. Ah, tá bom, beba com responsabilidade, tá?

1 | Moscow mule (Mula moscovita)
Criado em Hollywood durante a Guerra Fria, o drinque é forte e refrescante. Ótimo no nosso verão.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: OK

Receita:
- 2 a 3 doses de vodca
- Suco de meio limão galego
- Ginger beer (pode ser substituído por ginger ale ou soda limonada)
Sirva em copo longo e misture os ingredientes. Acrescente gelo e, se quiser, uma casquinha de pepino para enfeitar.

2 | Cosmopolitan
Por ser o tal drinque da série Sex & The City, cujas personagens peruonas do Upper East Side bebem sem parar, é um hit da cidade.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: Escandaloso

Receita:
- 1 dose de vodca
- 1 suco de limão
- Casca do limão
- 50 ml de suco de cranberry
- 1 dose de licor de laranja (Cointreau, de preferência)
Misture tudo numa coqueteleira com gelo e coe num copo bem gelado, sem deixar as pedras caírem. Decore com uma casquinha do limão e sirva, de preferência para uma amiga.


3| Dry Martini
Se a Ferrari fosse um drinque, seria este. Uma das histórias da origem do coquetel diz que ele foi criado aqui em Nova York por um barman chamado Martini, para o bilionário John D. Rockefeller, em 1910. Portanto, nada tem a ver com o nome do vermute usado comumente na receita, o italiano Martini. O tal "batido, não mexido" de James Bond serve só para o vodca martini. Com gim, mexe-se, sim.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Basicamente, o preparo é:
- 1,5 dose de gim seco
- 0,25 dose de vermute branco seco
- 1 twist de casca de limão
- Azeitona verde
Bata na coqueteleira com muito gelo o gim e o vermute. Coe numa taça de coquetel - de martini, claro - previamente gelada. Acrescente, se preferir, a casca ou a azeitona.

4 | Manhattan
Como todo clássico de bar, este drinque gera polêmica quanto a proporções corretas e ingredientes usados. A receita original pede rye, o uísque original dos Estados Unidos, de centeio, mas, na falta dele, vá de bourbon mesmo, o uísque de milho típico do país. Além disso, vermute tinto doce ou branco seco, no caso do Manhattan seco. Aqui, damos o Manhattan tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 2,5 a 3 doses de rye (ou bourbon)
- 1 dose de vermute tinto doce
- Gotas de angostura
Misture os ingredientes num copo para mexer, com gelo, e coe para o copo estilo martini. Para decorar, cereja ao marasquino.

5| Bellini
Criado por Giuseppe Cipriani em Veneza, em 1931, o drinque fez sucesso por aqui quando a família aportou em Nova York, onde se transformou numa grife de restaurante. A receita tradicional leva champanhe de pêssegos, ou seja, um drinque escandaloso. No Rainbow Room experimentei uma nova versão, um pouco mais forte.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- meia dose de vodca
- 0,25 dose de suco de limão
- 0,25 dose de licor de pêssego
- 0,25 dose de frozen (ou purê gelado) de pêssego
- Prosecco
Na coqueteira, bata a vodca, o licor, o purê e o suco, coe em copo de martini e complete com prosecco.

Semana que vem, a noite hip-hop em Nova York, turbinada com mais três drinques: Bloody Mary, Metropolitan e The Fourth Element

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24/10/08 - 3 Comentários

O agente 007 tem uma receita infalível para rebater a ressaca. Ela foi revelada em 007 Contra Goldfinger. Testamos para ver se realmente funciona essa gororoba de ovo com conhaque.


Vai aí? O repórter topou, em nome do bem-estar social do dia seguinte


Encarei a receita anti-ressaca de mister Bond porque nunca experimentei uma que realmente curasse minhas tremedeiras e barrigas reviradas após um porre. O teste foi feito em dois tempos. No primeiro fim de semana, depois de ser arrastado a um bar para a hora feliz - não podia, teria que trabalhar no sábado cedo. E, mesmo assim, trabalhei (o chefe lê isso, é preciso endossar). Aí veio o de sempre, o bar que leva à balada que leva a mais uma noite daquelas. Cerveja consumida a atacado, temperada com algumas doses de cachaça de Salinas.

Acordei com o velho gosto de guarda-chuva na boca, fui ao boteco da esquina e pedi uma dose de Dreher - bem, 007 nao testou com ele, mas eu sim. Conhaque, ovo, tabasco e molho inglês: confesso que visualmente a mistura é bem mais nojenta.

O gosto até que passa, apesar de a consistência da gema ser estranha. Depois, só queimação. O conhaque na barriga, a pimenta na garganta. Uma euforia súbita me tomou naquele sábado cedo e insuportavelmente quente. Euforia dessas como cerveja que desce maravilhosa em manhã de Carnaval. A pequena dor-de-cabeca que tinha sumiu, e eu fiquei um pouco grogue. Mas à tarde ela piorou. Fiquei de ressaca do mesmo jeito, agora com ressaca de uma bela dose de Dreher.

Na semana seguinte fui um pouco mais sofisticado. Troquei o Dreher pelo conhaque português Macieira rótulo preto. Além de gosto e cheiro bem melhores, o resultado também foi mais bem recebido pelo meu combalido organismo após um churrasco de oito horas e mais duas no boteco do fim da noite. A euforia doida de Carnaval deu lugar a um calor de dentro pra fora que expulsou as dores de cabeça e de barriga. Ficou só o sono. Comer e dormir, para mim, continua sendo a melhor receita.

Mas Bond sabe das coisas. Recomendo a bebedores iniciados e glutões sem frescura - coisa que nosso amigo 007 é mestre. Se você for do tipo que não encara comidas excêntricas ou texturas diferentes, a receita do agente pode funcionar de outro jeito: como agente provocador de limpeza estomacal radical. Chame o Hugo e corra pro abraço!

O Blogie está no aquecimento 007 - Quantum of Solace. Confira o melhor de todos os filmes do agente secreto mais style do planeta


RECEITA:
- 1 ovo inteiro
- 1 dose (45 ml) de conhaque
- Algumas gotas de molho inglês
- Algumas gotas de molho tabasco

Quebre o ovo e despeje a gema inteira num copo alto. Acrescente os ingredientes sem mexer e beba de uma vez.

E você, tem uma receita infalível contra a ressaca? Diga aqui qual é

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13/08/08 - 0 Comentários

Rótulos que existem pra valer, avaliados sem muita noção...


1 | MONTE DOS CABAÇOS
Vinho jovem, indicado para principiantes. Alguns compradores relataram certa dificuldade na remoção do lacre da garrafa.







2 | TERRAS DO PÓ BRANCO
O rótulo diz que o vinho é português, mas suspeita-se que a produção clandestina se dê na Colômbia. O buquê se mostra muito potente no nariz.

3 | CASA DOS ZAGALOS
Quatro vezes premiado em concursos internacionais, é um vinho envelhecido em calças de abrigo esportivo. Mesmo que esteja estragado, você vai ter que engolir.

4 | MONTE DA RAVASQUEIRA
Veja Quinta da Bacalhoa

5 | QUINTA DA BACALHOA
Feito com uvas da variedade periquita na região de Bucelas. O problema dos pêlos na boca da garrafa foi corrigido em safras mais recentes.


6 | TRÊS BAGOS
Resultado da parceria da portuguesa Grão Vasco com a italiana Bolla, é engarrafado nas Terras do Saco, quer dizer, do Sado. Precisa ser longamente decantado, uma vez que produz muita borra.





7 | VINHA DA TAPADA
Célebre vinho feito na quinta de dona Maria Anta Borregos, que até hoje não pôde degustar os próprios vinhos, pois nenhuma de sua aldeia vende saca-rolhas.

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19/06/08 - 0 Comentários



Talvez essa seja a cena mais divertida de Encontros e Desencontros, o melhor filme da Sofia Coppola (o que não é difícil, já que os outros são bem meia-boca). O personagem de Bill Murray, um ator decadente, estrela o comercial do uísque japonês Suntory. E aí você pensa: "caramba, o cara tá mal mesmo. Propaganda de uísque japa?"

Pois é, mas saiba você, etílico leitor, que os japoneses têm, hoje, o melhor "cachorro engarrafado" do mundo. O editor Marcos Nogueira conta na coluna Garrafologia, que você lê na revista, que o Yoichi 20 anos foi eleito o melhor do planeta na eleição da revista inglesa Whisky Magazine - logo na categoria mais nobre, single malt. Foi a primeira vez que um não-escocês faturou o prêmio. Na categoria blended (aquele uísque que mistura maltes), quem levou foi justamente o Suntory do Bill Murray, com o rótulo Hibiki 30 anos.

Sabe por que os nipônicos mandam bem no Joãozinho Andarilho? O colunista explica:
1 - Japonês não se limita a replicar o que é feito pelos outros. Eles fazem melhor.
2 - A ilha de Hokkaido, onde ficam as destilarias, tem água tão boa e clima tão deprê quanto a Escócia.
3 - Japonês não é bobo, japonês é maluco por uísque.


Tá, você não agüenta mais as comemorações do centenário da imigração dos caras, mas agora, além da Sabrina Sato, temos um bom motivo para brindar!

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