13/06/09 - 0 Comentários


A Heinz do Reino Unido criou o menor microondas do mundo, que funciona conectado a uma entrada USB. Isso para que os ingleses possam aquecer no escritório uma de suas gororobas prediletas, os feijões assados Heinz.

Veja mais fotos

Mais comida bizarra aqui!


(Marcos Nogueira)

Marcadores: ,

Assinar
Postagens [Atom]

23/04/09 - 0 Comentários

Jhenny aprendeu a acender impecavelmente a churrasqueira. Veja o que mais ela aprendeu aqui

1 | Usarás álcool. Simples assim
2 | O álcool diluído, de 46ºGL, não serve. Comprarás um de 92ºGL ou mais
3 | Pão velho para quê? Por acaso és surdo? Usarás álcool e nada mais
4 | Serás generoso com o álcool: é meio litro para um saco de carvão
5 | Esperarás dois minutos para que o álcool encharque todo o carvão
6 | Muito cuidado ao acender: jogarás um fósforo de longe
7 | Não abanarás o fogo
8 | Não remexerás o carvão
9 | Antes de pôr a primeira carne para assar, esperarás de 45 minutos a uma hora para o carvão virar brasa e as chamas acalmarem
10 | Se usares álcool em gel, espalharás em vários pontos da churrasqueira

*Wessel é empresário de carnes, dono da marca que leva seu sobrenome

Marcadores: ,

Assinar
Postagens [Atom]

09/04/09 - 0 Comentários

1 | Estilo pessoal: sua casa - e os objetos que estão nela - tem que refletir quem você é.

2 | Não tenha medo das cores. Branco nem sempre é melhor. Para não errar, opte pelos tons acizentados de azul e verde. As cores devem harmonizar ou contrastar com os objetos.

3 | Iluminação: crie climas com luz indireta e dimmers (que controlam a intensidade da luz).

4 | Procure ampliar o ambiente removendo portas desnecessárias.

5 | Espelhos parecem aumentar o ambiente.

6 | Tenha sempre anotada a dimensão dos cômodos da sua casa para comprar coisas do tamanho certo. Objetos grandes ou pequenos demais dão um ar desleixado.

7 | Escolha peças que combinem entre si ou que provoquem um estranhamento intencional.

8 | Tapetes e cortinas: quanto mais discretos, melhor; evite frufrus e babados.

9 | Coleções: opte por agrupar os pequenos objetos num só lugar.

10 | Deixe paredes vazias e espaços entre as peças, para serem preenchidos com objetos encontrados em viagens ou presenteados pelos amigos.

* consultoria: Heloisa Neves, do escritório Tanta

Veja mais dicas para decorar seu cafofo

Marcadores: ,

Assinar
Postagens [Atom]

18/11/08 - 1 Comentários


Após o jantar no Rainbow Room, com direito a vista para o Empire State e a uma pista giratória que ficava mais giratória à medida que eu experimentava mais um coquetel, o Smirnoff Experience celebrou um dos estilos musicais mais emblemáticos de Nova York: o hip-hop.

Veja aqui o vídeo da festa

Entre um show e outro, os quatro bares (mal) distribuídos pelo local da festa, o antigo banco Capitale, hoje um badalado centro de eventos na Bowery street, serviam experimentações criadas pelos barmen, além de alguns tiros certeiros, clássicos do bar (alguns deles eu mencionei em outro post).


Chega de lenga-lenga e vamos às receitas, com a indexação no índice de macheza da coluna Garrafologia, criada pelo editor Marcos Nogueira:

1 | Bloody Mary
Um dos drinques mais famosos do mundo teria sido criado na Nova York dos tempos da Lei Seca. Na época, os destilados que existiam (porque, na prática, ninguém parou de beber, só bebia coisas piores) eram de qualidade terrível e as batidas policiais nos bares eram freqüentes. Portanto, um coquetel que mascarasse o gosto medonho da vodca e ainda desse uma corzinha para disfarçar era uma mão na roda para os bebedores dos loucos anos 20.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 1,5 dose de vodca
- 3 doses de suco de tomate

- 0,5 dose de suco de limão

- 1 colher (de chá) de molho inglês
- 2 gotas de pimenta tipo Tabasco, sal, pimenta-do-reino e 1 fatia de limão (opcionais)
Reserve a fatia de limão e agite todo o resto na coqueteleira, com umas três pedras de gelo. Coe para um copo old fashioned (aquele compridinho, saca?) e decore com a fatia de limão.

2 | Metropolitan
Talvez você já tenha visto esse drinque feito com cachaça, com uísque, com vodca com outros ingredientes. Mas no final é um drinque de mulherzinha que você pode fazer para agradar uma amiga ou um potencial sexo sem compromisso. Pra variar um pouco, vamos ver uma receita com a nossa aguardente.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- 1 dose de cachaça
- 0,5 dose de xarope de cramberry
- 0,5 dose de licor de laranja
- 0,25 dose de suco de limão
Bata os ingredientes na coqueteleira junto com três pedras de gelo. Sirva num copo de martini previamente gelado e decore com uma casca torcida de laranja.

3 | The Fourth Element
Essa novidade foi criada para a festa. Trata-se de uma homenagem à cultura hip-hop, mesmo que, ao beber, você não fique com vontade de virar o boné ou dançar break. Segundo o mixologista (mistura de barman com cientista) Kenji Jesse, criador do coquetel, a inspiração veio da importância da limonada caseira e da cereja - uma das frutas mais populares dos EUA - na cultura americana. O drinque é fácil, bom, direto e reto - essa, talvez, é outra referência ao hip-hop tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: discutível

Receita:

- 1 dose de vodca frutada
- Licor de framboesa
- 1 dose de suco de limão
- 0,25 dose de xarope de açúcar (duas partes de açúcar para uma de água)
- Água tônica
Misture os quatro primeiros elementos do drinque num copo alto com gelo. Complete com a água tônica até a boca.

* * *
Sobre o índice Garrafologia de coquetéis
A brincadeira surgiu na coluna Garrafologia, assinada pelo editor da seção Boa Vida da revista, Marcos Nogueira. Ele dividiu os coquetéis em seis categorias, exemplificadas a seguir:

- Trogloditas: rabo-de-galo, maria-mole, caracu com ovo
- Viris: bloody mary, dry martini
- OK: caipirinha, margarita
- Discutíveis: caipirosca de maracujá, mojito, frozen sei-lá-o-quê
- Inadequados: caipirosca de frutas vermelhas, drinques com leite condensado ou chocolate
- Escandalosos: cosmopolitan, saquerinha de lichia, sex on the beach, qualquer coisa azul

Marcadores: , , ,

Assinar
Postagens [Atom]

11/11/08 - 1 Comentários

Spank Rock: rock e electro. Mas pode chamar de hip-hop

Pharrell Williams, do N.E.R.D.: o cara quer deixar o hip-hop hype


Na semana em que o índice Dow Jones, da bolsa de valores de Nova York, acumulou uma queda de quase 40% em um ano, chega a ser irônico o cenário escolhido para o Smirnoff Experience New York: um antigo banco, transformado em casa de eventos. A festa celebrou o hip-hop e os coquetéis da cidade no dia 7 de outubro, no meio da crise de crédito que assusta o mundo.

Do lado de dentro do Capitale, uma construção de 1895 em estilo romano, com colunas coríntias, chão de mármore e pé-direito de 20 metros, a maior preocupação de todas era sair da fila do bar, passar com a taça na mão pela muvuca e não deixar uma gota sequer cair. Mas o mestre de cerimônia fazer questão de lembrar da crise, lá do lado de fora, e das eleições americanas ao público, majoritariamente ?obamista?.

Entre bellinis e Moscow mules (veja as receitas dos coquetéis aqui), os cerca de 2 mil convidados (eu entre eles) viram o encontro do antigo com o novo hip-hop, com shows do DJ falastrão e cinqüentão Grandmaster Flash, do ídolo nova-iorquino Nas e dos projetos N.E.R.D., de Pharrell Williams e Chad Hugo, e Spank Rock, com os rappers Naeem e Amanda Blank, entre outros. Se Flash, que disse em entrevista horas antes da festa não se considerar uma lenda, justamente porque ainda produz (ele está preparando um novo álbum para 2009, chamado The Bridge) tocou puro rap, N.E.R.D. e Spank Rock mostraram uma salada de rock, electro e house com hip-hop.

Nas: se depender dele, as roupas esportivas permanecem, assim como o discurso canastrão e a pose de garanhão

A galera, de moletons e óculos coloridos, estilo hip-hop moderninho, reagia com mais frieza à medida que as guitarras e outros elementos estranhos ficavam mais altos. Apesar de bem bacana, o tal novo hip-hop ainda precisa batalhar para conquistar os fãs mais puristas do gênero. Amanda, do Spank Rock, que se apresentou no Brasil em 2007, viu no país um público mais receptivo às experimentações do grupo. No Rio de Janeiro, apesar de vazio, o show do Spank Rock animou a platéia com simpatia e sons malucos, que misturavam Carnaval brasileiro com rap.

Mas, em Nova York, o público queria hip-hop e ponto. Nas, o rei da cidade, deu ao povo o que ele queria. O rapper ainda endossou o discurso de Flash, na coletiva de imprensa. O experiente DJ havia declarado que "o rock, o jazz e o pop não têm o poder de unir pessoas de diferentes classes sociais, cores, origens e etnias como o hip-hop".

Discurso à parte, a festa em si foi mais produção do que diversão. Muito tapete vermelho para pouca curtição. Em dado momento, insuportavelmente cheia, a balada quase fracassou de vez, mas o N.E.R.D. subiu ao palco (após os "tradicionais" Flash e Nas), o bar ficou mais acessível e amigável, o som, mais eclético e animado - e, me desculpem os que torcem o nariz, mais roqueiro. Pharrell Williams, segundo a organização da festa, representaria o futuro do hip-hop. Com essa capacidade de se renovar, não espanta que o estilo seja o mais popular nos Estados Unidos.

Assista aos melhores momentos da noite:



No Capitale, eu conheci a brasileira Luiza Sobral e outras duas participantes de uma promoção da marca de vodca que deu uma bocada a elas: rodar o mundo por um ano à procura de baladas diferentes. O grupo, com 10 pessoas do mundo todo, estava se despedindo da trip, após uma jornada, no mínimo, absurdamente irada. As conversas com Luiza e suas amigas renderam uma reportagem sobre festas ao redor do planeta, que você lerá na revista em breve. Espero que goste.

Fotos e vídeo: divulgação

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

10/11/08 - 1 Comentários

A fórmula não é nada complicada. Basta aliar um nome de peso de verdade (mesmo que em decadência) a novidades bem cotadas por crítica e com popularidade ascendente e cobrar um ingresso justo por isso. O Planeta Terra, mais uma vez, é o melhor festival do ano. Adolescentes tardios e suados, eufóricos com a apresentação enérgica do Offfspring, se misturavam aos fãs do novo rock de Kaiser Chiefs e Bloc Party, e aos moderninhos de trajes excêntricos que vieram para o palco indie curtir Spoon e Animal Collective. Quinze mil pessoas tudo que é tipo, em paz, como todo bom festival.

SOM
O Kaiser Chiefs é uma das grandes esperanças do rock de arena nos anos 00. É das poucas novas bandas que têm presença e carisma para pôr o público para pular de verdade (apesar de este não corresponder em boa parte do show). Mesmo assim, foi o melhor da noite, que foi recheada de bons concertos. O Bloc Party, com um som mais contido, se redimiu do fracasso exibido no VMB (a banda tocou em playback na festa da MTV). The Offspring lembrou os grandes hits dos anos 90, numa nostálgica apresentação de punk pop, a mais agitada da noite, sem dúvida.
No mesmo horário do show dos californianos, o indie Spoon fez uma apresentação competente para um público surpreendentemente grande, condizente com os teclados e melodias assobiáveis em excesso da banda. Já o DJ Mylo tocou para moscas. Ele teria ficado bem mais à vontade no Skol Beats...
NOTA 9

PÚBLICO
Gente de lenço no pescoço (te irrita? Olha outras coisas irritantes), indies, new ravers, skatistas, playboys, largadões. Tinha povo de tudo que é tipo. Mulherada, pouca, mas com esforço era possível encontrar uma gata perdida. Paquera era pouca também, mas o clima de satisfação por um festival decente pairava no ar.
NOTA 7

BAR
As filas eram razoáveis, os preços, caros. Cerveja a R$ 4.
NOTA 6

GERAL
A Vila dos Galpões, na zona sul de São Paulo, é realmente um lugar bacana para um festival que mescla palcos abertos e cobertos (mas o som no DJ Stage reverberava no teto, ficou parecendo baile funk). Latões de lixo reciclável, coleta de bitucas, tudo no esqueminha sustentável, mas sem fazer alarde comercial em cima disso (o que, cá entre nós, já deveria ser obrigação), decoração bacana, com latões pintados, poltronas de pneu velho e cartazes dos shows pregados nos muros das vielas do local e uma bela cobertura ao vivo dos shows nos telões, com direito a nome das músicas sendo executadas, fizeram do Planeta Terra o melhor festival do ano. E o essencial: shows pontuais.
NOTA 8,5

Veja fotos do festival no Abril.com

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

31/10/08 - 0 Comentários

Bellini: o drinque é de mulher, mas é style pacas.
Foto: divulgação

Alguns de nós brasileiros podem torcer o nariz para coquetéis, mas nos Estados Unidos eles são uma instituição há muito tempo, com drinques para todos os gostos, estômagos e níveis de macheza. A VIP foi convidada para um evento realizado pela vodca Smirnoff em Nova York, que celebrou duas marcas da vida noturna da cidade: os cocktails (rabo-de-galo) e o hip-hop.

A noite preliminar da festa foi uma recepção no Rainbow Room, no alto do Rockefeller Center. A 65 andares do chão, com vista para o Empire State e o Chrysler Building, o célebre restaurante Cipriani ofereceu coquetéis, entre eles o Bellini, criado em Veneza, em 1931, por Giuseppe Cipriani.

O Rainbow Room era ponto de encontro da elite nova-iorquina nos anos 30, época da Grande Depressão. Esse mês, auge da "maior crise econômica mundial" desde 1929, a VIP conheceu essa balada da cidade 70 anos atrás. Com pista giratória e um mix esperto e hypezinho de jazz e hip-hop, o local pode vir a ser, mais uma vez, uma válvula de escape sofisticada em NY, no caso de uma nova Depressão chegar por aí...

Eu tive a árdua missão de provar receitas célebres da Grande Maçã e de outras cidades americanas, além de experimentações dos barmen. Anote, experimente e divirta-se. Ah, tá bom, beba com responsabilidade, tá?

1 | Moscow mule (Mula moscovita)
Criado em Hollywood durante a Guerra Fria, o drinque é forte e refrescante. Ótimo no nosso verão.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: OK

Receita:
- 2 a 3 doses de vodca
- Suco de meio limão galego
- Ginger beer (pode ser substituído por ginger ale ou soda limonada)
Sirva em copo longo e misture os ingredientes. Acrescente gelo e, se quiser, uma casquinha de pepino para enfeitar.

2 | Cosmopolitan
Por ser o tal drinque da série Sex & The City, cujas personagens peruonas do Upper East Side bebem sem parar, é um hit da cidade.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: Escandaloso

Receita:
- 1 dose de vodca
- 1 suco de limão
- Casca do limão
- 50 ml de suco de cranberry
- 1 dose de licor de laranja (Cointreau, de preferência)
Misture tudo numa coqueteleira com gelo e coe num copo bem gelado, sem deixar as pedras caírem. Decore com uma casquinha do limão e sirva, de preferência para uma amiga.


3| Dry Martini
Se a Ferrari fosse um drinque, seria este. Uma das histórias da origem do coquetel diz que ele foi criado aqui em Nova York por um barman chamado Martini, para o bilionário John D. Rockefeller, em 1910. Portanto, nada tem a ver com o nome do vermute usado comumente na receita, o italiano Martini. O tal "batido, não mexido" de James Bond serve só para o vodca martini. Com gim, mexe-se, sim.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Basicamente, o preparo é:
- 1,5 dose de gim seco
- 0,25 dose de vermute branco seco
- 1 twist de casca de limão
- Azeitona verde
Bata na coqueteleira com muito gelo o gim e o vermute. Coe numa taça de coquetel - de martini, claro - previamente gelada. Acrescente, se preferir, a casca ou a azeitona.

4 | Manhattan
Como todo clássico de bar, este drinque gera polêmica quanto a proporções corretas e ingredientes usados. A receita original pede rye, o uísque original dos Estados Unidos, de centeio, mas, na falta dele, vá de bourbon mesmo, o uísque de milho típico do país. Além disso, vermute tinto doce ou branco seco, no caso do Manhattan seco. Aqui, damos o Manhattan tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 2,5 a 3 doses de rye (ou bourbon)
- 1 dose de vermute tinto doce
- Gotas de angostura
Misture os ingredientes num copo para mexer, com gelo, e coe para o copo estilo martini. Para decorar, cereja ao marasquino.

5| Bellini
Criado por Giuseppe Cipriani em Veneza, em 1931, o drinque fez sucesso por aqui quando a família aportou em Nova York, onde se transformou numa grife de restaurante. A receita tradicional leva champanhe de pêssegos, ou seja, um drinque escandaloso. No Rainbow Room experimentei uma nova versão, um pouco mais forte.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- meia dose de vodca
- 0,25 dose de suco de limão
- 0,25 dose de licor de pêssego
- 0,25 dose de frozen (ou purê gelado) de pêssego
- Prosecco
Na coqueteira, bata a vodca, o licor, o purê e o suco, coe em copo de martini e complete com prosecco.

Semana que vem, a noite hip-hop em Nova York, turbinada com mais três drinques: Bloody Mary, Metropolitan e The Fourth Element

Marcadores: , , ,

Assinar
Postagens [Atom]

26/10/08 - 1 Comentários


Na falta de um nome realmente de peso, o MGMT - e não o rapper Kanye West, como foi previsto - assumiu o papel de maior atração do Tim Festival 2008. A banda nova-iorquina surpreendeu, agitou e pôs o público para pular. Parecia até rock de verdade, com roqueiros de verdade na platéia. Mas era uma noite indie. Já o festival, caduco desde 2007, tentou se redimir, mudando o endereço dos shows em São Paulo. Fazer no Parque do Ibirapuera é muito bom, mas cobrar R$ 610 por quatro dias de festa é uma piada, se não for ofensa. Pelo menos teve Sonny Rollins, lenda do jazz, tocando de graça no sábado de manhã. Vamos às avaliações do "Ponte Brooklyn", a última noite de shows na Arena de Eventos:


SOM
O The National é oitentista demais, mesmo comparado a todas as bandas oitentistas dos anos 00. A diferença é que eles são deprê, assim como os originais de 25 anos atrás, o que dá mais desenvoltura ao show, que tinha violinos, instrumentos de sopro e uma voz potente no vocalista Matt Berninger. Bacana. Já o MGMT fez o melhor show do festival, parecia banda grande, com as 3500 pessoas presentes pulando alucinadas com os hits "Kids" e "Time to Pretend", deixados para o final. Sintetizadores, guitarrinhas e meninas empolgadas nas primeiras fileiras, que deram um ar mais pop e mais rock ao ambiente modernoso-indie. Ben Goldwasser e Andrew VanWyngarden tiveram uma recepção pra lá de calorosa, e fizeram por merecer.
NOTA 8,5

PÚBLICO
Indie, o que quer dizer: gente doidona fazendo pose, caras de bigode e roupas estranhas e poucas mulheres bonitas. Mas apesar de blasé, o público soube se divertir, sem exageros, sem brigas, com filas no bar e no banheiro razoáveis.
NOTA 6,5

BAR
Mais uma vez, cerveja a R$5 em copo plástico, água a R$ 4. Atendimento simpático, tanto no caixa como no balcão.
NOTA 5

GERAL
Banheiro patrocinado é outra coisa, estava um brilho, mesmo nas últimas horas da noite. Mas o TIM Festival errou feio ao não trazer nenhum nome significativo (MGMT? Muito bom, mas qualé, os caras têm um álbum, duas músicas conhecidas só por um punhado de descolados) e cobrar um absurdo pelo ingresso. Na edição 2009, se é que ela vai rolar, que mantenham o único ponto realmente positivo no braço paulistano do evento: realizá-lo no Parque do Ibirapuera.
NOTA 3

MAIS TIM FESTIVAL 2008:
Confira a avaliação do show de Kanye West

Confira a avaliação do show de Marcelo Camelo

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

24/10/08 - 1 Comentários


Marcelo Camelo subiu ao palco do Auditório do Ibirapuera para, finalmente, esquentar a terceira noite do TIM Festival. Depois de uma apresentação distante do que um grande festival deve mostrar, feita por Roberta Sá (que decepcionou quando agradeceu a platéia do "Prêmio TIM"), a fila para devolução de ingressos só aumentava. Eram os fãs desconsolados de Paul Weller (atração inglesa que pulou fora do festival e foi substituída por duas atrações: Roberta e Arnaldo Antunes) descontentes com a nova programação.

Arnaldo, sempre bom, encerrou a noite com show para um auditório vazio, com um terço da capacidade. A noite batizada de Bossa Mod (péssimo batismo, diga-se de passagem) era para ser recheada de inovação, com Camelo e Weller, virou um show inédito para os paulistas, o do ex-vocalista do Los Hermanos - sem dúvida o ponto alto da noite. O carioca entrou no palco por volta das 22h junto com o grupo Hurtmold e com o trompetista americano Rob Mazurek. Estava armado o concerto do primeiro CD solo de Marcelo Camelo em São Paulo. A apresentação mais cheia (quase lotada) da noite tinha na platéia fãs inveterados com as novas canções na ponta da língua e duas versões de músicas do antigo grupo de Camelo: "Morena" e "Pois É".


SOM

A banda Hurtmold quase engoliu o vocalista. O som primoroso do grupo paulista estava enchendo o ar do auditório de graça e virtuosismo, o que quase (eu disse quase) deixou Camelo em segundo plano. Foram momentos que misturaram jazz e rock progressivo da melhor qualidade. Se não fosse pela sua humildade em permitir os arranjos inusitados do Hurtmold e pela sua bonita poesia, Marcelo Camelo perderia o show. A qualidade técnica do auditório é boa, toda a leva de instrumentos podia ser ouvida com classe (xilofone, três guitarras, baixo, batera, trompete, sax, percurssão, voz....). Camelo acertou quando entrou em sintonia com a banda paulistana, sem que um ou outro tomasse a cena. Caso contrário, seria um desastre. E a potência sonora ao vivo bateu de longe a qualidade técnica do CD. Destaque para as músicas "Mais Tarde" e "Tudo Passa", tristeza por Camelo não ter tocado o samba-pierrot "Copacabana" e a melancólica "Santa Chuva".

NOTA 8


PÚBLICO

Seres modernosos ao quadrado, misturados a jornalistas famintos por novidades e uma ou outra gata de parar o trânsito. O fator preço (R$150), a desistência da grande atração (Paul Weller) e o fato de todos assistirem sentados a um show do ex-Los Hermanos (conhecido por arrancar gritos das fãs) afetaram a noite.

NOTA 6


BAR

Entre cada apresentação havia um tempo de aproximadamente 15 minutos para descer ao saguão e comprar uma Bohemia por R$4. A cerveja estava gelada, e se resumia ao saguão. Dentro do Auditório nada de birita.

NOTA 6


GERAL

O TIM Festival está amargando a falta de público. O evento é grandioso, porém murcho. O que se via eram muito convidados, alguns indiferentes sobre os shows. No caso desta terceira noite no Auditório o clima foi ainda mais amargo: a grande atração da noite não apareceu e as filas para devolução eram maiores do que as do bar.

NOTA 2

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

3 Comentários

O agente 007 tem uma receita infalível para rebater a ressaca. Ela foi revelada em 007 Contra Goldfinger. Testamos para ver se realmente funciona essa gororoba de ovo com conhaque.


Vai aí? O repórter topou, em nome do bem-estar social do dia seguinte


Encarei a receita anti-ressaca de mister Bond porque nunca experimentei uma que realmente curasse minhas tremedeiras e barrigas reviradas após um porre. O teste foi feito em dois tempos. No primeiro fim de semana, depois de ser arrastado a um bar para a hora feliz - não podia, teria que trabalhar no sábado cedo. E, mesmo assim, trabalhei (o chefe lê isso, é preciso endossar). Aí veio o de sempre, o bar que leva à balada que leva a mais uma noite daquelas. Cerveja consumida a atacado, temperada com algumas doses de cachaça de Salinas.

Acordei com o velho gosto de guarda-chuva na boca, fui ao boteco da esquina e pedi uma dose de Dreher - bem, 007 nao testou com ele, mas eu sim. Conhaque, ovo, tabasco e molho inglês: confesso que visualmente a mistura é bem mais nojenta.

O gosto até que passa, apesar de a consistência da gema ser estranha. Depois, só queimação. O conhaque na barriga, a pimenta na garganta. Uma euforia súbita me tomou naquele sábado cedo e insuportavelmente quente. Euforia dessas como cerveja que desce maravilhosa em manhã de Carnaval. A pequena dor-de-cabeca que tinha sumiu, e eu fiquei um pouco grogue. Mas à tarde ela piorou. Fiquei de ressaca do mesmo jeito, agora com ressaca de uma bela dose de Dreher.

Na semana seguinte fui um pouco mais sofisticado. Troquei o Dreher pelo conhaque português Macieira rótulo preto. Além de gosto e cheiro bem melhores, o resultado também foi mais bem recebido pelo meu combalido organismo após um churrasco de oito horas e mais duas no boteco do fim da noite. A euforia doida de Carnaval deu lugar a um calor de dentro pra fora que expulsou as dores de cabeça e de barriga. Ficou só o sono. Comer e dormir, para mim, continua sendo a melhor receita.

Mas Bond sabe das coisas. Recomendo a bebedores iniciados e glutões sem frescura - coisa que nosso amigo 007 é mestre. Se você for do tipo que não encara comidas excêntricas ou texturas diferentes, a receita do agente pode funcionar de outro jeito: como agente provocador de limpeza estomacal radical. Chame o Hugo e corra pro abraço!

O Blogie está no aquecimento 007 - Quantum of Solace. Confira o melhor de todos os filmes do agente secreto mais style do planeta


RECEITA:
- 1 ovo inteiro
- 1 dose (45 ml) de conhaque
- Algumas gotas de molho inglês
- Algumas gotas de molho tabasco

Quebre o ovo e despeje a gema inteira num copo alto. Acrescente os ingredientes sem mexer e beba de uma vez.

E você, tem uma receita infalível contra a ressaca? Diga aqui qual é

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

23/10/08 - 3 Comentários


Trecho do show de Kanye West em São Paulo. Rap teatral para público empolgado.

Kanye West é o cara do hip hop atual. Produtor que circula em rodas da música antes não muito exploradas pelos rappers - não é qualquer um que faz parceria com o Chris Martin, do Coldplay, ou que revisita, e melhora, um hit do Daft Punk), o americano desembarcou com sua nave espacial no Brasil esta semana, para se apresentar no TIM Festival. A VIP conferiu o show em São Paulo, na noite do dia 22, e avalia o que realmente importa.

SOM
Grave bom, no hip hop e em qualquer música mais pesadona, é grave que dá soco no peito e não distorce. Além de potente, o som de Kanye West estava razoavelmente cristalino, empolgante nos maiores sucessos, como Champion e Stronger, que jogaram mãos ao alto e vozes ao uníssono. A galera se empolgou, Kanye tem presença e ego a ponto de não dividir o palco com um músico sequer. Apenas ele, um cenário galáctico meio kitsch, saído de um musical futurista (ou um enlatado tipo B), e um roteirinho que incluía diálogos com uma nave chamada Jane. Tosco, mas tá valendo.
NOTA 7

PÚBLICO
Só metade da arena montada no parque do Ibirapuera estava ocupada. Claro, R$ 250 para ver um show de um rapper com meia dúzia de músicas conhecidas é uma facada (aliás, por que pagamos tão caro por um show? Ouvimos anônimos e especialistas, confira). Mas quem foi se comportou, famosos deram as caras, como Alice Braga e Luciana Mello, e havia um número considerável de minas a caráter, gostosas e rebolantes no melhor estilo hip hop.
NOTA 7

BAR
Cinco reais por uma cerveja, infelizmente, já está virando padrão nos grandes festivais. E em copo de plástico, mesmo que em nome da segurança, enfraquece qualquer coisa. Pelo menos o atendimento era rápido e as barwomen, gatas e atenciosas - apesar de esnobarem o copo plástico usado para reenchê-lo de cerveja, jogando-o fora e dando um novinho para você. A natureza agradece, assim como as árvores decorativas na pista, com plaquetas de conscientização. Tsc tsc...
NOTA 5

GERAL
Mesmo com só um pouco mais da metade da arena para 4 mil pessoas ocupada, o calor já incomodava. Pouca ventilação, banheiros mal sinalizados e decoração/animação extra-show nula. Hoje tem mais TIM Festival, evento que já foi o melhor do Brasil. Vamos ver o que rola.
NOTA 3

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

15/10/08 - 0 Comentários

O velho e o novo hip hop se encontraram em Nova York para a última balada do Smirnoff Experience, evento organizado pela marca de vodca para celebrar diferentes tipos de festas ao redor do mundo. É isso mesmo, uma festa para comemorar a diversidade das festas planeta afora.

VIP foi conferir de perto a etapa americana da megabalada, e contará aqui nos blogs Redação e Lista de Tudo o melhor da Big Apple. Na edição impressa, tudo sobre o Smirnoff Experience. Não perca.

Marcadores: , , ,

Assinar
Postagens [Atom]

14/10/08 - 0 Comentários

Fergal Murray, mestre-cervejeiro da cerveja Guiness, comandará uma degustação no restaurante Frangó, em São Paulo, nesta quarta, dia 15. Murray, mestre da marca irlandesa há 25 anos, ensinará os participantes que se cadastrarem a servir corretamente a lager Harp, a irish red ale Kilkenny e a própria Guiness. Haverá ainda degustação de petiscos do chef Rodrigo Martins.

Quem não for dirigindo ganhará um kit Guiness, com lata e o típico copo pint. Basta comprovar, com um recibo do táxi, por exemplo, que chegou lá de transporte público.

Serviço:
Frangó - Largo da Matriz Nossa Senhora do Ó, Freguesia do Ó, 168 São Paulo - SP
15/10, às 20h
R$ 70, com degustação das cervejas e dos petiscos
70 vagas
Telefone para reserva: 3932-4818

Marcadores:

Assinar
Postagens [Atom]

28/09/08 - 1 Comentários

Cadê os maloqueiros do Skol Beats? O evento está mais com cara de patricinha-de-TIM-Festival

Numa noite fria e em versão pocket, com apenas duas tendas principais, o Skol Beats 2008 foi "co-construído" (cacofonia escatológica na área!) pelo público, que votou e ajudou a escolher a seleção de artistas que se apresentaram. Direto ao ponto, a VIP avalia o que realmente importa na nona edição do evento.

SOM
Para ter status de atração principal, o duo francês Justice deixa a desejar no quesito carisma. A cruz iluminada que orna o palco tinha mais presença que os donos do hit D.A.N.C.E. Para compensar, a divindade eletrônica Marky faz o que quer no vinil e ainda hoje põe o povo pra dançar o sambinha frenético do drum'n'bass, suposto ritmo decadente, segundo os entendidos de plantão. A dupla alemã Digitalism abala.
NOTA 6

PÚBLICO
Os cybermanos viraram emos ou imigraram para o Grande Acelerador de Partículas, a máquina do Big Bang? No lugar dos amalucados de cabelos coloridos e máscaras de gás, muitos boyzinhos, mulherada gata (mas não farta) e, como sempre, um ou outro gato pingado, quer dizer, fritado, viajando dentro de seus óculos escuros. A falta de atrações realmente de peso deixou a muvuca longe. Festa sossegada.
NOTA 7

BAR
Bem distribuídos no terrível trajeto do sambódromo (atravessar a avenida para ir de uma tenda a outra é sacal) e sem filas enormes e tumultuadas, já que nem tinha gente para tanto. Cerveja pouco gelada (xii) e em copo plástico (putz).
NOTA 6

GERAL
Menos tendas é legal, atrasos nos shows principais não é legal, o sambódromo só é legal para o acesso a quem vem de fora de São Paulo. Um show grande, pelo menos, seria muito legal.
NOTA 5

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

02/09/08 - 0 Comentários


Se você desconfiava que aquele bife quase cru que você mandou de volta à cozinha recebia um ?tempero especial?, continue desconfiado. Garçons e cozinheiros realmente são vingativos contra clientes malas. O garçom-blogueiro americano Steve Dublanica acaba de lançar um livro com os bastidores sombrios do negócio das refeições. Confira abaixo 10 revelações de Waiter Rant (algo como "Bombas de um Garçom", inédito no Brasil).

Visite o blog de Dublanica

1 | Evite jantar em restaurantes aos sábados. As cozinhas ficam sobrecarregadas nessas noites, o que afeta a qualidade dos pratos.

2 | Trabalhadores de restaurantes ganham pouco e não podem se dar ao luxo de folgar quando estão gripados, espirrando e com o nariz escorrendo. São eles que vão mexer na sua comida.

3 | Quando um cliente perde a cabeça e destrata o garçom, a vingança é inevitável. Garçons cospem mesmo na comida que servem.

4 | Nunca diga "sou amigo do dono". Você só vai ser considerado um babaca.

5 | Não peça pratos que não estão no cardápio. Você vai forçar o cozinheiro a fazer algo que talvez ele não saiba fazer bem.

6 | Se você foi muito bem atendido por um garçom, peça para sentar à mesa que ele atende. Ele fica bem na fita com o dono do restaurante ? e a gratidão resulta num serviço melhor ainda.

7 | Dividir um prato é OK, mas nunca peça água, limões e açúcar para fazer a própria limonada.

8 | Se você não tem grana para pagar o serviço, não tem grana para ir a um restaurante.

9 | Sempre confira a conta.

10 | Nunca chegue 15 minutos antes de a cozinha fechar. Os cozinheiros vão se livrar do serviço o mais rápido que puderem. Enquanto você come a entrada, o prato principal requenta na estufa.

Marcadores: ,

Assinar
Postagens [Atom]

27/08/08 - 4 Comentários

1 | "Ei, você de amarelo, quer morar no meu castelo?"

2 | "Imagina um coco. Agora imagina esse coco no alto de um morro bem íngreme. E aí, rola ou não rola?"

3 | "Mas que belo jardim para plantar mandioca" (alerta tapa na cara)

4 | "Está esperando ônibus?" "Porque você tá no ponto"

5 | "Onde você mora?" "Nã-nã-não. Você mora aqui, ó!" (apontando para o próprio coração)


Toscas? Mas dá pra arrancar uma ou outra risada com elas. E, no fundo, mulher quer é se divertir. Vai, comenta aí e manda as cantadas que você usa na balada, as que está mandando em Barretos ou aquelas na manga para o próximo verão. Um almanaque de xavecos ruins pode sair daqui!

* com a colaboração do assinante Marcelo Cassini, que comprovou empiricamente a eficácia dos xavecos

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

13/08/08 - 0 Comentários

Rótulos que existem pra valer, avaliados sem muita noção...


1 | MONTE DOS CABAÇOS
Vinho jovem, indicado para principiantes. Alguns compradores relataram certa dificuldade na remoção do lacre da garrafa.







2 | TERRAS DO PÓ BRANCO
O rótulo diz que o vinho é português, mas suspeita-se que a produção clandestina se dê na Colômbia. O buquê se mostra muito potente no nariz.

3 | CASA DOS ZAGALOS
Quatro vezes premiado em concursos internacionais, é um vinho envelhecido em calças de abrigo esportivo. Mesmo que esteja estragado, você vai ter que engolir.

4 | MONTE DA RAVASQUEIRA
Veja Quinta da Bacalhoa

5 | QUINTA DA BACALHOA
Feito com uvas da variedade periquita na região de Bucelas. O problema dos pêlos na boca da garrafa foi corrigido em safras mais recentes.


6 | TRÊS BAGOS
Resultado da parceria da portuguesa Grão Vasco com a italiana Bolla, é engarrafado nas Terras do Saco, quer dizer, do Sado. Precisa ser longamente decantado, uma vez que produz muita borra.





7 | VINHA DA TAPADA
Célebre vinho feito na quinta de dona Maria Anta Borregos, que até hoje não pôde degustar os próprios vinhos, pois nenhuma de sua aldeia vende saca-rolhas.

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

03/07/08 - 4 Comentários


Pose é tudo no mundinho cult!

Entre 2 e 6 julho, a Festa Literária de Parati vai encher a cidade fluminense de mulheres lindas, inteligentes, charmosas a fim de encontrar alguém tão culto, letrado e inteligente quanto elas - ou que pareça ser assim. Na comunidade do Orkut dedicada à feira, há um tópico só de mulheres que viajarão sozinhas e querem se enturmar. Então a VIP preparou um guia para você se dar bem nos becos de Parati mesmo sem saber se o Machado de Assis era escritor ou uma ferramenta do interior de São Paulo.

1 | Acessórios
Dá para impressionar de boca fechada, apenas usando alguns acessórios: cachecol, revista Piauí meio amassada, bloco de anotação Moleskine (a mesma marca usada por Picasso e Hemingway - fale sobre isso se a gata não souber). Também ajuda usar uma camiseta com alguma frase em alemão, francês ou alguma língua esquisita (se ela perguntar o que é, invente alguma coisa sensível).

2 | A palestra certa
Se quiser mesmo dar as caras em alguma palestra, vá na deste sujeito: o francês Pierre Bayard, que escreveu o livro Como Falar de Livros Que Não Lemos. O título é autoexplicativo. Palavras do mestre: "Eu nunca li Ulisses de (James) Joyce e provavelmente não lerei jamais, mas não me sinto nem um pouco inabilitado, numa conversa, para falar de Ulisses".

3 | Leia quadrinhos
Se você ficou com vontade de comprar um livro mas sabe que não vai conseguir ler até o final, vá de Sandman, o quadrinho mais famoso de Neil Gaiman. O cara é um dos melhores quadrinistas do mundo e é a celebridade nerd mais aguardada em Parati.

4 | Tenha opiniões fortes
Opiniões fraquinhas não pegam ninguém. Por isso, quando estiver na mesa do bar falando sobre literatura, faça comentários fortes. Você vai impressionar mais se falar frases de impacto, do tipo: "Machado de Assis era um tremendo de um picareta" ou pelo menos "Estou cansado das críticas sociais do Machado".

5 | Deixa falar
Intelectual, homem ou mulher, gosta de mostrar que entende das idéias. Então deixe a garota falar e elogie o que ela disser, mesmo se você não entender nada. Dá para usar frases como "o legal de conhecer gente nova é que acabamos conhecendo novos livros também". Para a conversa ter um rumo, faça pequenas perguntas para ela continuar falando.

6 | Enrole
Se ela pedir para você explicar por que odeia o Machadão, devolva: "Você sabe o que eu estou falando". Ou encarne o Rolando Lero da USP, dizendo coisas como: descortinar as razões, desconstruir, personagem multifacetado, zeitgeist ("zaitgaist", "o espírito da época"), roteiro inconsistente...

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

24/06/08 - 1 Comentários


Cartas na Mesa: torneios de pôquer atuais não têm glamour, é coisa de nerd mesmo

Não é fácil explicar para namorada que você vai jogar pôquer com os amigos em uma noite qualquer durante a semana. Você faz o lobby e ela deixa, ainda com uma ou outra ressalva. Se você tem esse problema, imagine então como é explicar que você vai jogar pôquer no Caribe, mais precisamente na Costa Rica?

O universo dos torneios de pôquer deste século é bem diferente do que elas imaginam: nada de jogadores parecidos com James Bond, champagne e glamour soltos pelo salão ou mulheres extravagantes (tanto que a única que vi valeu um comentário aqui no blog).

O que mais vi no torneio foram jogadores fanáticos, desapegados do requinte e babando cegamente pela gorda premiação. O torneio real não se parece com o filme Cartas na Mesa (com Matt Damon e Edward Norton) e muito menos com o western Maverick (com Mel Gibson), ambos clássicos do cinema de pôquer. James Bond? Esqueça! o clima estava mais para Austin Powers.

Garotada, refrigerante, gente estranha e fichas rolando para premiar os 32 primeiros colocados. No total eram 348 atletas disputando US$204.103,00.

Sim, atletas. Você não entendeu errado. Quem joga pôquer não é um mero fanático por baralho ou desafiador da sorte, mas, sim, grande esportista da mente ? que calcula, se arrisca, usa táticas e habilidades para vencer ? não apenas a sorte. Talvez este seja o motivo de muitos "nerds" investirem no esporte. Eles podem usar as habilidades intelectuais para ganhar muito dinheiro sem abandonar a diversão.

Boa parte dos classificados veio da internet e tem menos de 25 anos. São eles, junto com outros amadores bancando profissional e profissionais esbanjando experiência, que você vai conhecer na edição 280 da VIP, nas bancas na semana que vem.

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

19/06/08 - 0 Comentários



Talvez essa seja a cena mais divertida de Encontros e Desencontros, o melhor filme da Sofia Coppola (o que não é difícil, já que os outros são bem meia-boca). O personagem de Bill Murray, um ator decadente, estrela o comercial do uísque japonês Suntory. E aí você pensa: "caramba, o cara tá mal mesmo. Propaganda de uísque japa?"

Pois é, mas saiba você, etílico leitor, que os japoneses têm, hoje, o melhor "cachorro engarrafado" do mundo. O editor Marcos Nogueira conta na coluna Garrafologia, que você lê na revista, que o Yoichi 20 anos foi eleito o melhor do planeta na eleição da revista inglesa Whisky Magazine - logo na categoria mais nobre, single malt. Foi a primeira vez que um não-escocês faturou o prêmio. Na categoria blended (aquele uísque que mistura maltes), quem levou foi justamente o Suntory do Bill Murray, com o rótulo Hibiki 30 anos.

Sabe por que os nipônicos mandam bem no Joãozinho Andarilho? O colunista explica:
1 - Japonês não se limita a replicar o que é feito pelos outros. Eles fazem melhor.
2 - A ilha de Hokkaido, onde ficam as destilarias, tem água tão boa e clima tão deprê quanto a Escócia.
3 - Japonês não é bobo, japonês é maluco por uísque.


Tá, você não agüenta mais as comemorações do centenário da imigração dos caras, mas agora, além da Sabrina Sato, temos um bom motivo para brindar!

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

06/06/08 - 1 Comentários


















Num torneio cheio de testosterona, a rara beleza feminina desconcertava os jogadores


Cheguei na Costa Rica pronto para um campeonato de pôquer, o LAPT (sobre o qual vocês vão ler na próxima edição da revista). Em um semana aqui, percebi que o país é pequeno, desorganizado e exala "colonização" norte-americana.

Os primeiros dias no hotel foram voltados para o campeonato, que aconteceu em um country club a 5 minutos de lá. Um dos organizadores do torneio é o senhor Humberto Brenes, um dos homens mais ricos da Costa Rica e membro da seleção oficial de jogadores de pôquer da marca organizadora, a PokerStars.

Para quem gosta do jogo, o torneio é um prato cheio, mas, para brincar, precisa de grana ? a inscrição custa 2,5 mil dólares e você ainda tem que pagar a passagem. No entanto, se você confia no seu taco (e na sua mão), o prêmio é uma bolada de 274 mil dólares.

(Se eu levei ou não essa grana, só na VIP de julho)

Sobre mulheres, havia poucas delas. A grande maioria estava acompanhada - e era feia. Quanto às costa-riquenhas, elas não são tão bonitas, mas sempre ostentam um belo par de peitos. Essa aí na foto foi flagrada pelo fotógrafo Felipe Gombossy. Como quase todas, estava acompanhada do namorado. Para quem estava em campo, não restaram dúvidas: era a mais gostosa que apareceu durante o torneio.

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

03/06/08 - 0 Comentários









Está na Big Apple? Vai para lá em breve? Então guarde estes links se você estiver a fim de curtir a metrópole com pouca grana, como shows, pizzas e sandubas mais baratos que em São Paulo ou no Rio (confira a matéria aqui) E sem apelar para porcarias. Tudo aqui é do bom:


HAMBÚRGUER
> Prune, no East Village, onde o sanduba americano é mais barato que um hambúrguer de picanha de 200g no Joe & Leo's, no shopping Fashion Mall, no Rio.

PIZZA
> Grimaldi's, no Brooklyn, considerada por muita gente a melhor redonda da cidade. A muçarela grande sai pela metade do preço de uma pizza grande na filial carioca da rede Bráz.

> Na Otto, especializada em brotinhos, a pizza individual é bem mais em conta que no Skye, em Sâo Paulo.

SHOW
> A apresentação do The Police com Elvis Costello, em agosto, custa menos que o show do trio no Maracanã, ano passado. Duvida? Clica aqui

CORTE DE CABELO
> Em NY há também serviços mais baratos que nas maiores cidades do Brasil. Para dar um tapa no topete, que tal o Aveda? É a metade do preço que um corte no shopping Iguatemi, em Sampa.

MUSEUS
> Metropolitan Museum of Art e MoMA
No primeiro, você escolhe quanto quer pagar para entrar. No segundo, sexta a entrada é franca (assim como no Guggenheim)

BAR
> Conheça o d.b.a.

HOTÉIS
> Ipanema Chalet e Pod são boas pedidas.


NOVA YORK COM MENOS DE US$ 30:


Para comer > Empire Diner e Barraca da rua 53

Para se divertir> Sony Wonder Technology Lab ,um museu de tecnologia e entretenimento gratuito. A Grand Central Station também tem eventos que não cobram um tostão.

Festivais> Central Park Summer Stage e Bryant Park Summer Film Festival

Marcadores: ,

Assinar
Postagens [Atom]

02/06/08 - 0 Comentários

O objetivo do Desafio Feijoada VIP era conferir se valia a pena pagar uma nota preta para comer feijão com carne de porco. Por isso pusemos frente a frente restaurantes finos contra botecos tradicionais de São Paulo. Longe de nós querer eleger a melhor feijuca do Brasil, nem mesmo de São Paulo. Afinal, todo mundo tem a sua preferida. Entre os 5 jurados, especialistas, jornalistas e, para compensar o excesso de homens, uma modelo bem conhecida:

RICARDO CASTANHO - Editor de restaurantes do Guia 4 Rodas. Elegeu a do Rubaiyat.
LEONARDO BOTTO - Chef do restaurante La Frontera e consultor do restaurante Martin Fierro, ambos em São Paulo. Elegeu a do Pé pra Fora.
MARCELO KATSUKI - Responsável pelo blog Comes & Bebes, na Folha Online
JAQUE KHURY - Modelo, capa da VIP e ex-BBB
MARCOS NOGUEIRA - Editor de Boa Vida na VIP

Os jurados do 1º Desafio Feijoada VIP avaliaram 5 amostras do prato, sem saber a procedência de cada uma. Eles receberam uma planilha para avaliar vários aspectos da comida, que receberam pesos distintos:

Critérios:

Caldo
(Avalie a espessura do caldo: ralo demais, adequado ou espesso demais)
Peso 1

Feijão
(O prato é feito com grãos de qualidade? Eles estão cozidos adequadamente?)
Peso 2

Tempero
(O sal está equilibrado? O sabor das carnes e dos temperos foi bem absorvido pelo caldo? Há gordura em excesso? Algum sabor ? alho, cebola, ervas, defumado, ácido etc.? se sobressai demais?)
Peso 2

Carnes
(Os ingredientes parecem ser de boa qualidade? Foram bem dessalgados e cozidos?)
Peso 2

Impressão geral
Peso 3

A nota máxima para cada critério era 5. A nota final foi obtida pela soma de todas as notas parciais multiplicadas por seus respectivos pesos. Para a publicação na revista, passamos os valores finais para a base 3. Veja abaixo o desempenho de cada feijoada, por jurado:

Feijoada da Lana

Jacque Khury
Caldo: 5
Feijão: 5
Tempero: 3
Carnes: 4
Geral: 5
TOTAL: 5 + 10 + 6 + 8 + 15 = 44

Marcelo Katsuki
Caldo: 3
Feijão: 3
Tempero: 2
Carnes: 2
Geral: 3
Total: 3 + 6 + 4 + 4 + 9 = 26

Leonardo Botto
Caldo: 3
Feijão: 3
Tempero: 4
Carnes: 4
Geral: 3
TOTAL: 3 + 6 + 8 + 8 + 9 = 34

Ricardo Castanho
Caldo: 3
Feijão: 3
Tempero: 3
Carnes: 2
Geral: 3
TOTAL: 3 + 6 + 6 + 4 + 9 = 28

Marcos Nogueira
Caldo: 4
Feijão: 3
Tempero: 4
Carnes: 3
Geral: 3,5
TOTAL: 4 + 6 + 8 + 6 + 10,5 = 34,5

TOTAL GERAL: 44 + 26 + 34 + 28 + 34,5 = 166,5
Cotação: 2 porquinhos


Pé pra Fora

Jacque Khury
Caldo: 3
Feijão: 3
Tempero: 2
Carnes: 3
Geral: 3
TOTAL: 3 + 6 + 4 + 6 + 9 = 28

Marcelo Katsuki
Caldo: 2
Feijão: 3
Tempero: 4
Carnes: 3
Geral: 3
Total: 2 + 6 + 8 + 6 + 9 = 31

Leonardo Botto
Caldo: 5
Feijão: 5
Tempero: 4
Carnes: 4
Geral: 5
TOTAL: 5 + 10 + 8 + 8 + 15 = 46

Ricardo Castanho
Caldo: 4
Feijão: 4
Tempero: 5
Carnes: 4
Geral: 4
TOTAL: 4 + 8 + 10 + 8 + 12 = 42

Marcos Nogueira
Caldo: 5
Feijão: 4
Tempero: 5
Carnes: 5
Geral: 5
TOTAL: 5 + 8 + 10 + 10 + 15 = 48

TOTAL GERAL: 28 + 31 + 46 + 42 + 48 = 195
Cotação: 2,3 porquinhos


Rubaiyat

Jacque Khury
Caldo: 2
Feijão: 2
Tempero: 2
Carnes: 2
Geral: 2
TOTAL: 2 + 4 + 4 + 4 + 6 = 20

Marcelo Katsuki
Caldo: 1
Feijão: 2
Tempero: 1
Carnes: 1
Geral: 1
Total: 1 + 4 + 2 + 2 + 3 = 12

Leonardo Botto
Caldo: 3
Feijão: 5
Tempero: 3
Carnes: 5
Geral: 4
TOTAL: 3 + 10 + 6 + 10 + 12 = 41

Ricardo Castanho
Caldo: 5
Feijão: 4
Tempero: 5
Carnes: 4
Geral: 4
TOTAL: 5 + 8 + 10 + 8 + 12 = 43

Marcos Nogueira
Caldo: 3
Feijão: 5
Tempero: 4
Carnes: 4
Geral: 4
TOTAL: 3 + 10 + 8 + 8 + 12 = 41

TOTAL GERAL: 20 + 12 + 41 + 43 + 41 = 157
Cotação: 1,9 porquinhos


Filial

Jacque Khury
Caldo: 1
Feijão: 1
Tempero: 1
Carnes: 1
Geral: 1
TOTAL: 1 + 2 + 2 + 2 + 3 = 10

Marcelo Katsuki
Caldo: 1
Feijão: 1
Tempero: 1
Carnes: 1
Geral: 1
TOTAL: 1 + 2 + 2 + 2 + 3 = 10

Leonardo Botto
Caldo: 1
Feijão: 2
Tempero: 2
Carnes: 3
Geral: 1,5
TOTAL: 1 + 4 + 4 + 6 + 4,5 = 19,5

Ricardo Castanho
Caldo: 1
Feijão: 2
Tempero: 2
Carnes: 2
Geral: 2
TOTAL: 1 + 4 + 4 + 4 + 6 = 19

Marcos Nogueira
Caldo: 2
Feijão: 3
Tempero: 3
Carnes: 2
Geral: 2
TOTAL: 2 + 6 + 6 + 4 + 6 = 24

TOTAL GERAL: 10 + 10 + 19,5 + 19 + 24 = 82,5
Cotação: 1 porquinho


Bolinha

Jacque Khury
Caldo: 2
Feijão: 2
Tempero: 2
Carnes: 2
Geral: 1
TOTAL: 2 + 4 + 4 + 4 + 3 = 17

Marcelo Katsuki
Caldo: 3
Feijão: 3
Tempero: 2
Carnes: 3
Geral: 2
Total: 3 + 6 + 4 + 6 + 6 = 25

Leonardo Botto
Caldo: 3
Feijão: 4
Tempero: 2
Carnes: 3
Geral: 3
TOTAL: 3 + 8 + 4 + 6 + 9 = 30

Ricardo Castanho
Caldo: 4
Feijão: 3
Tempero: 2
Carnes: 3
Geral: 3
TOTAL: 4 + 6 + 4 + 6 + 9 = 29

Marcos Nogueira
Caldo: 4
Feijão: 5
Tempero: 4
Carnes: 3
Geral: 3
TOTAL: 4 + 10 + 8 + 6 + 9 = 37

TOTAL GERAL: 17 + 25 + 30 + 29 + 37 = 138
Cotação: 1,7 porquinhos

PLACAR GERAL
1ª. Pé pra Fora: 2,3 porquinhos
2ª. Lana: 2 porquinhos
3ª. Rubaiyat: 1,9 porquinhos
4ª. Bolinha: 1,7 porquinhos
5ª. Filial: 1 porquinho

Veja aqui como são, quando ir e quanto pagar por essas feijoadas

Marcadores: ,

Assinar
Postagens [Atom]

1 Comentários


Você pode não agüentar mais o assunto, mas aquecimento global é importante e, sim, pequenas atitudes podem fazer a diferença. Mas, para não correr o risco de virar um ecochato, siga estas dicas. É assunto pra mesa de bar e um bom gancho pra puxar aquela conversa a dois.

1 - Entenda o básico
O ideal é mudar os hábitos entendendo o que se passa no planeta e com nossa pobre civilização. Mas, se você o fizer porque está na moda, já é alguma coisa. Cansado de blablablá? Comece por aqui e veja o que está rolando no planeta, em números, minuto a minuto.

2 - Reciclar é enfiar no lugar certo
Aqueles cestos coloridos confundem você? Faça o mínimo, separando o lixo seco (vidros, papéis, plásticos e metais), que vai para reciclagem, do resto, que segue na coleta normal.

3 - Lavar calçada é coisa de mané
Quer um bom motivo para não lavar a calçada com mangueira ou ficar meia hora no banho? A cada 15 segundos, a escassez de água potável mata uma pessoa.

4 - Coma direito
Leite com soda cáustica, galinha com hormônios, alface e tomate com agrotóxicos... O que você está esperando para comer direito? Quando nós escolhemos o que vai para o prato, decidimos também o destino do planeta.

5 - Tente dar um tempo no carro
Nossas pernas podem nos levar de lá pra cá, livrando o planeta e nós mesmos de mais algumas dosinhas poluidoras. Use mais a bike, tire o skate do sótão, siga a pé para o trabalho, para o cinema ou o apê da amante.

6 - Reutilize, economize
Quase tudo que você encontra nas lojas pode ser comprado velhinho em folha ? e mais barato. Os recursos naturais estão se esgotando e a produção contínua agrava o efeito estufa, entre outros fatores. Reusando as coisas, interrompemos o processo. Lavou, tá novo!

7 - Saiba o que está comprando
Se não for fácil viver de coisas usadas, prefira produtos certificados, que resultem de processos sustentáveis. O fabricante de tênis usa mão-de-obra infantil? Mude de marca. Aquele carro polui menos? Fique com ele.

8 - Grama é mais legal que cimento
Sua prima mandou cimentar o jardim? Para onde ela acha que vai a água da chuva? Parte do problema das enchentes nas cidades vem da mania de acabar com as porções de terra ao nosso redor.

9 - Bituca também é lixo
Você fuma? Evite ambientes fechados, seja lei ou não. E use o cinzeiro! Bitucas podem levar até
cinco anos pra se decompor. Na água, estão matando peixes e tartarugas, entre outros animais.

10 - Faça mais e fale menos
Nada pior do que um caga-regras, o sujeito que dá palpite mas não segue uma vírgula. Porém, se você mata a cobra, praticando o que professa, sua experiência será observada pelos amigos, familiares e vizinhos. Não precisa dizer nada: eles virão perguntar.

Quer mais do que 10 passos? Aqui tem 50. Só não garantimos que você não vai virar um mala verde se seguir todos à risca...

Marcadores: , ,

Assinar
Postagens [Atom]

 
Mulheres 100+ Sexy Especiais Videos Humor Blogs Viral Club VIP Sumário Anteriores Home