26/05/09 - 0 Comentários

O site Tripadvisor, que ranqueia hotéis de acordo com a avaliação dos usuários, fez uma coleção de coisas terríveis narradas pelos viajantes. Aí vão elas:

E você, qual foi a sua pior roubada numa viagem? Conte a sua história.

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18/11/08 - 1 Comentários


Após o jantar no Rainbow Room, com direito a vista para o Empire State e a uma pista giratória que ficava mais giratória à medida que eu experimentava mais um coquetel, o Smirnoff Experience celebrou um dos estilos musicais mais emblemáticos de Nova York: o hip-hop.

Veja aqui o vídeo da festa

Entre um show e outro, os quatro bares (mal) distribuídos pelo local da festa, o antigo banco Capitale, hoje um badalado centro de eventos na Bowery street, serviam experimentações criadas pelos barmen, além de alguns tiros certeiros, clássicos do bar (alguns deles eu mencionei em outro post).


Chega de lenga-lenga e vamos às receitas, com a indexação no índice de macheza da coluna Garrafologia, criada pelo editor Marcos Nogueira:

1 | Bloody Mary
Um dos drinques mais famosos do mundo teria sido criado na Nova York dos tempos da Lei Seca. Na época, os destilados que existiam (porque, na prática, ninguém parou de beber, só bebia coisas piores) eram de qualidade terrível e as batidas policiais nos bares eram freqüentes. Portanto, um coquetel que mascarasse o gosto medonho da vodca e ainda desse uma corzinha para disfarçar era uma mão na roda para os bebedores dos loucos anos 20.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 1,5 dose de vodca
- 3 doses de suco de tomate

- 0,5 dose de suco de limão

- 1 colher (de chá) de molho inglês
- 2 gotas de pimenta tipo Tabasco, sal, pimenta-do-reino e 1 fatia de limão (opcionais)
Reserve a fatia de limão e agite todo o resto na coqueteleira, com umas três pedras de gelo. Coe para um copo old fashioned (aquele compridinho, saca?) e decore com a fatia de limão.

2 | Metropolitan
Talvez você já tenha visto esse drinque feito com cachaça, com uísque, com vodca com outros ingredientes. Mas no final é um drinque de mulherzinha que você pode fazer para agradar uma amiga ou um potencial sexo sem compromisso. Pra variar um pouco, vamos ver uma receita com a nossa aguardente.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- 1 dose de cachaça
- 0,5 dose de xarope de cramberry
- 0,5 dose de licor de laranja
- 0,25 dose de suco de limão
Bata os ingredientes na coqueteleira junto com três pedras de gelo. Sirva num copo de martini previamente gelado e decore com uma casca torcida de laranja.

3 | The Fourth Element
Essa novidade foi criada para a festa. Trata-se de uma homenagem à cultura hip-hop, mesmo que, ao beber, você não fique com vontade de virar o boné ou dançar break. Segundo o mixologista (mistura de barman com cientista) Kenji Jesse, criador do coquetel, a inspiração veio da importância da limonada caseira e da cereja - uma das frutas mais populares dos EUA - na cultura americana. O drinque é fácil, bom, direto e reto - essa, talvez, é outra referência ao hip-hop tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: discutível

Receita:

- 1 dose de vodca frutada
- Licor de framboesa
- 1 dose de suco de limão
- 0,25 dose de xarope de açúcar (duas partes de açúcar para uma de água)
- Água tônica
Misture os quatro primeiros elementos do drinque num copo alto com gelo. Complete com a água tônica até a boca.

* * *
Sobre o índice Garrafologia de coquetéis
A brincadeira surgiu na coluna Garrafologia, assinada pelo editor da seção Boa Vida da revista, Marcos Nogueira. Ele dividiu os coquetéis em seis categorias, exemplificadas a seguir:

- Trogloditas: rabo-de-galo, maria-mole, caracu com ovo
- Viris: bloody mary, dry martini
- OK: caipirinha, margarita
- Discutíveis: caipirosca de maracujá, mojito, frozen sei-lá-o-quê
- Inadequados: caipirosca de frutas vermelhas, drinques com leite condensado ou chocolate
- Escandalosos: cosmopolitan, saquerinha de lichia, sex on the beach, qualquer coisa azul

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11/11/08 - 1 Comentários

Spank Rock: rock e electro. Mas pode chamar de hip-hop

Pharrell Williams, do N.E.R.D.: o cara quer deixar o hip-hop hype


Na semana em que o índice Dow Jones, da bolsa de valores de Nova York, acumulou uma queda de quase 40% em um ano, chega a ser irônico o cenário escolhido para o Smirnoff Experience New York: um antigo banco, transformado em casa de eventos. A festa celebrou o hip-hop e os coquetéis da cidade no dia 7 de outubro, no meio da crise de crédito que assusta o mundo.

Do lado de dentro do Capitale, uma construção de 1895 em estilo romano, com colunas coríntias, chão de mármore e pé-direito de 20 metros, a maior preocupação de todas era sair da fila do bar, passar com a taça na mão pela muvuca e não deixar uma gota sequer cair. Mas o mestre de cerimônia fazer questão de lembrar da crise, lá do lado de fora, e das eleições americanas ao público, majoritariamente ?obamista?.

Entre bellinis e Moscow mules (veja as receitas dos coquetéis aqui), os cerca de 2 mil convidados (eu entre eles) viram o encontro do antigo com o novo hip-hop, com shows do DJ falastrão e cinqüentão Grandmaster Flash, do ídolo nova-iorquino Nas e dos projetos N.E.R.D., de Pharrell Williams e Chad Hugo, e Spank Rock, com os rappers Naeem e Amanda Blank, entre outros. Se Flash, que disse em entrevista horas antes da festa não se considerar uma lenda, justamente porque ainda produz (ele está preparando um novo álbum para 2009, chamado The Bridge) tocou puro rap, N.E.R.D. e Spank Rock mostraram uma salada de rock, electro e house com hip-hop.

Nas: se depender dele, as roupas esportivas permanecem, assim como o discurso canastrão e a pose de garanhão

A galera, de moletons e óculos coloridos, estilo hip-hop moderninho, reagia com mais frieza à medida que as guitarras e outros elementos estranhos ficavam mais altos. Apesar de bem bacana, o tal novo hip-hop ainda precisa batalhar para conquistar os fãs mais puristas do gênero. Amanda, do Spank Rock, que se apresentou no Brasil em 2007, viu no país um público mais receptivo às experimentações do grupo. No Rio de Janeiro, apesar de vazio, o show do Spank Rock animou a platéia com simpatia e sons malucos, que misturavam Carnaval brasileiro com rap.

Mas, em Nova York, o público queria hip-hop e ponto. Nas, o rei da cidade, deu ao povo o que ele queria. O rapper ainda endossou o discurso de Flash, na coletiva de imprensa. O experiente DJ havia declarado que "o rock, o jazz e o pop não têm o poder de unir pessoas de diferentes classes sociais, cores, origens e etnias como o hip-hop".

Discurso à parte, a festa em si foi mais produção do que diversão. Muito tapete vermelho para pouca curtição. Em dado momento, insuportavelmente cheia, a balada quase fracassou de vez, mas o N.E.R.D. subiu ao palco (após os "tradicionais" Flash e Nas), o bar ficou mais acessível e amigável, o som, mais eclético e animado - e, me desculpem os que torcem o nariz, mais roqueiro. Pharrell Williams, segundo a organização da festa, representaria o futuro do hip-hop. Com essa capacidade de se renovar, não espanta que o estilo seja o mais popular nos Estados Unidos.

Assista aos melhores momentos da noite:



No Capitale, eu conheci a brasileira Luiza Sobral e outras duas participantes de uma promoção da marca de vodca que deu uma bocada a elas: rodar o mundo por um ano à procura de baladas diferentes. O grupo, com 10 pessoas do mundo todo, estava se despedindo da trip, após uma jornada, no mínimo, absurdamente irada. As conversas com Luiza e suas amigas renderam uma reportagem sobre festas ao redor do planeta, que você lerá na revista em breve. Espero que goste.

Fotos e vídeo: divulgação

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31/10/08 - 0 Comentários

Bellini: o drinque é de mulher, mas é style pacas.
Foto: divulgação

Alguns de nós brasileiros podem torcer o nariz para coquetéis, mas nos Estados Unidos eles são uma instituição há muito tempo, com drinques para todos os gostos, estômagos e níveis de macheza. A VIP foi convidada para um evento realizado pela vodca Smirnoff em Nova York, que celebrou duas marcas da vida noturna da cidade: os cocktails (rabo-de-galo) e o hip-hop.

A noite preliminar da festa foi uma recepção no Rainbow Room, no alto do Rockefeller Center. A 65 andares do chão, com vista para o Empire State e o Chrysler Building, o célebre restaurante Cipriani ofereceu coquetéis, entre eles o Bellini, criado em Veneza, em 1931, por Giuseppe Cipriani.

O Rainbow Room era ponto de encontro da elite nova-iorquina nos anos 30, época da Grande Depressão. Esse mês, auge da "maior crise econômica mundial" desde 1929, a VIP conheceu essa balada da cidade 70 anos atrás. Com pista giratória e um mix esperto e hypezinho de jazz e hip-hop, o local pode vir a ser, mais uma vez, uma válvula de escape sofisticada em NY, no caso de uma nova Depressão chegar por aí...

Eu tive a árdua missão de provar receitas célebres da Grande Maçã e de outras cidades americanas, além de experimentações dos barmen. Anote, experimente e divirta-se. Ah, tá bom, beba com responsabilidade, tá?

1 | Moscow mule (Mula moscovita)
Criado em Hollywood durante a Guerra Fria, o drinque é forte e refrescante. Ótimo no nosso verão.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: OK

Receita:
- 2 a 3 doses de vodca
- Suco de meio limão galego
- Ginger beer (pode ser substituído por ginger ale ou soda limonada)
Sirva em copo longo e misture os ingredientes. Acrescente gelo e, se quiser, uma casquinha de pepino para enfeitar.

2 | Cosmopolitan
Por ser o tal drinque da série Sex & The City, cujas personagens peruonas do Upper East Side bebem sem parar, é um hit da cidade.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: Escandaloso

Receita:
- 1 dose de vodca
- 1 suco de limão
- Casca do limão
- 50 ml de suco de cranberry
- 1 dose de licor de laranja (Cointreau, de preferência)
Misture tudo numa coqueteleira com gelo e coe num copo bem gelado, sem deixar as pedras caírem. Decore com uma casquinha do limão e sirva, de preferência para uma amiga.


3| Dry Martini
Se a Ferrari fosse um drinque, seria este. Uma das histórias da origem do coquetel diz que ele foi criado aqui em Nova York por um barman chamado Martini, para o bilionário John D. Rockefeller, em 1910. Portanto, nada tem a ver com o nome do vermute usado comumente na receita, o italiano Martini. O tal "batido, não mexido" de James Bond serve só para o vodca martini. Com gim, mexe-se, sim.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Basicamente, o preparo é:
- 1,5 dose de gim seco
- 0,25 dose de vermute branco seco
- 1 twist de casca de limão
- Azeitona verde
Bata na coqueteleira com muito gelo o gim e o vermute. Coe numa taça de coquetel - de martini, claro - previamente gelada. Acrescente, se preferir, a casca ou a azeitona.

4 | Manhattan
Como todo clássico de bar, este drinque gera polêmica quanto a proporções corretas e ingredientes usados. A receita original pede rye, o uísque original dos Estados Unidos, de centeio, mas, na falta dele, vá de bourbon mesmo, o uísque de milho típico do país. Além disso, vermute tinto doce ou branco seco, no caso do Manhattan seco. Aqui, damos o Manhattan tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 2,5 a 3 doses de rye (ou bourbon)
- 1 dose de vermute tinto doce
- Gotas de angostura
Misture os ingredientes num copo para mexer, com gelo, e coe para o copo estilo martini. Para decorar, cereja ao marasquino.

5| Bellini
Criado por Giuseppe Cipriani em Veneza, em 1931, o drinque fez sucesso por aqui quando a família aportou em Nova York, onde se transformou numa grife de restaurante. A receita tradicional leva champanhe de pêssegos, ou seja, um drinque escandaloso. No Rainbow Room experimentei uma nova versão, um pouco mais forte.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- meia dose de vodca
- 0,25 dose de suco de limão
- 0,25 dose de licor de pêssego
- 0,25 dose de frozen (ou purê gelado) de pêssego
- Prosecco
Na coqueteira, bata a vodca, o licor, o purê e o suco, coe em copo de martini e complete com prosecco.

Semana que vem, a noite hip-hop em Nova York, turbinada com mais três drinques: Bloody Mary, Metropolitan e The Fourth Element

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15/10/08 - 0 Comentários

O velho e o novo hip hop se encontraram em Nova York para a última balada do Smirnoff Experience, evento organizado pela marca de vodca para celebrar diferentes tipos de festas ao redor do mundo. É isso mesmo, uma festa para comemorar a diversidade das festas planeta afora.

VIP foi conferir de perto a etapa americana da megabalada, e contará aqui nos blogs Redação e Lista de Tudo o melhor da Big Apple. Na edição impressa, tudo sobre o Smirnoff Experience. Não perca.

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03/07/08 - 4 Comentários


Pose é tudo no mundinho cult!

Entre 2 e 6 julho, a Festa Literária de Parati vai encher a cidade fluminense de mulheres lindas, inteligentes, charmosas a fim de encontrar alguém tão culto, letrado e inteligente quanto elas - ou que pareça ser assim. Na comunidade do Orkut dedicada à feira, há um tópico só de mulheres que viajarão sozinhas e querem se enturmar. Então a VIP preparou um guia para você se dar bem nos becos de Parati mesmo sem saber se o Machado de Assis era escritor ou uma ferramenta do interior de São Paulo.

1 | Acessórios
Dá para impressionar de boca fechada, apenas usando alguns acessórios: cachecol, revista Piauí meio amassada, bloco de anotação Moleskine (a mesma marca usada por Picasso e Hemingway - fale sobre isso se a gata não souber). Também ajuda usar uma camiseta com alguma frase em alemão, francês ou alguma língua esquisita (se ela perguntar o que é, invente alguma coisa sensível).

2 | A palestra certa
Se quiser mesmo dar as caras em alguma palestra, vá na deste sujeito: o francês Pierre Bayard, que escreveu o livro Como Falar de Livros Que Não Lemos. O título é autoexplicativo. Palavras do mestre: "Eu nunca li Ulisses de (James) Joyce e provavelmente não lerei jamais, mas não me sinto nem um pouco inabilitado, numa conversa, para falar de Ulisses".

3 | Leia quadrinhos
Se você ficou com vontade de comprar um livro mas sabe que não vai conseguir ler até o final, vá de Sandman, o quadrinho mais famoso de Neil Gaiman. O cara é um dos melhores quadrinistas do mundo e é a celebridade nerd mais aguardada em Parati.

4 | Tenha opiniões fortes
Opiniões fraquinhas não pegam ninguém. Por isso, quando estiver na mesa do bar falando sobre literatura, faça comentários fortes. Você vai impressionar mais se falar frases de impacto, do tipo: "Machado de Assis era um tremendo de um picareta" ou pelo menos "Estou cansado das críticas sociais do Machado".

5 | Deixa falar
Intelectual, homem ou mulher, gosta de mostrar que entende das idéias. Então deixe a garota falar e elogie o que ela disser, mesmo se você não entender nada. Dá para usar frases como "o legal de conhecer gente nova é que acabamos conhecendo novos livros também". Para a conversa ter um rumo, faça pequenas perguntas para ela continuar falando.

6 | Enrole
Se ela pedir para você explicar por que odeia o Machadão, devolva: "Você sabe o que eu estou falando". Ou encarne o Rolando Lero da USP, dizendo coisas como: descortinar as razões, desconstruir, personagem multifacetado, zeitgeist ("zaitgaist", "o espírito da época"), roteiro inconsistente...

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24/06/08 - 1 Comentários


Cartas na Mesa: torneios de pôquer atuais não têm glamour, é coisa de nerd mesmo

Não é fácil explicar para namorada que você vai jogar pôquer com os amigos em uma noite qualquer durante a semana. Você faz o lobby e ela deixa, ainda com uma ou outra ressalva. Se você tem esse problema, imagine então como é explicar que você vai jogar pôquer no Caribe, mais precisamente na Costa Rica?

O universo dos torneios de pôquer deste século é bem diferente do que elas imaginam: nada de jogadores parecidos com James Bond, champagne e glamour soltos pelo salão ou mulheres extravagantes (tanto que a única que vi valeu um comentário aqui no blog).

O que mais vi no torneio foram jogadores fanáticos, desapegados do requinte e babando cegamente pela gorda premiação. O torneio real não se parece com o filme Cartas na Mesa (com Matt Damon e Edward Norton) e muito menos com o western Maverick (com Mel Gibson), ambos clássicos do cinema de pôquer. James Bond? Esqueça! o clima estava mais para Austin Powers.

Garotada, refrigerante, gente estranha e fichas rolando para premiar os 32 primeiros colocados. No total eram 348 atletas disputando US$204.103,00.

Sim, atletas. Você não entendeu errado. Quem joga pôquer não é um mero fanático por baralho ou desafiador da sorte, mas, sim, grande esportista da mente ? que calcula, se arrisca, usa táticas e habilidades para vencer ? não apenas a sorte. Talvez este seja o motivo de muitos "nerds" investirem no esporte. Eles podem usar as habilidades intelectuais para ganhar muito dinheiro sem abandonar a diversão.

Boa parte dos classificados veio da internet e tem menos de 25 anos. São eles, junto com outros amadores bancando profissional e profissionais esbanjando experiência, que você vai conhecer na edição 280 da VIP, nas bancas na semana que vem.

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06/06/08 - 1 Comentários


















Num torneio cheio de testosterona, a rara beleza feminina desconcertava os jogadores


Cheguei na Costa Rica pronto para um campeonato de pôquer, o LAPT (sobre o qual vocês vão ler na próxima edição da revista). Em um semana aqui, percebi que o país é pequeno, desorganizado e exala "colonização" norte-americana.

Os primeiros dias no hotel foram voltados para o campeonato, que aconteceu em um country club a 5 minutos de lá. Um dos organizadores do torneio é o senhor Humberto Brenes, um dos homens mais ricos da Costa Rica e membro da seleção oficial de jogadores de pôquer da marca organizadora, a PokerStars.

Para quem gosta do jogo, o torneio é um prato cheio, mas, para brincar, precisa de grana ? a inscrição custa 2,5 mil dólares e você ainda tem que pagar a passagem. No entanto, se você confia no seu taco (e na sua mão), o prêmio é uma bolada de 274 mil dólares.

(Se eu levei ou não essa grana, só na VIP de julho)

Sobre mulheres, havia poucas delas. A grande maioria estava acompanhada - e era feia. Quanto às costa-riquenhas, elas não são tão bonitas, mas sempre ostentam um belo par de peitos. Essa aí na foto foi flagrada pelo fotógrafo Felipe Gombossy. Como quase todas, estava acompanhada do namorado. Para quem estava em campo, não restaram dúvidas: era a mais gostosa que apareceu durante o torneio.

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03/06/08 - 0 Comentários









Está na Big Apple? Vai para lá em breve? Então guarde estes links se você estiver a fim de curtir a metrópole com pouca grana, como shows, pizzas e sandubas mais baratos que em São Paulo ou no Rio (confira a matéria aqui) E sem apelar para porcarias. Tudo aqui é do bom:


HAMBÚRGUER
> Prune, no East Village, onde o sanduba americano é mais barato que um hambúrguer de picanha de 200g no Joe & Leo's, no shopping Fashion Mall, no Rio.

PIZZA
> Grimaldi's, no Brooklyn, considerada por muita gente a melhor redonda da cidade. A muçarela grande sai pela metade do preço de uma pizza grande na filial carioca da rede Bráz.

> Na Otto, especializada em brotinhos, a pizza individual é bem mais em conta que no Skye, em Sâo Paulo.

SHOW
> A apresentação do The Police com Elvis Costello, em agosto, custa menos que o show do trio no Maracanã, ano passado. Duvida? Clica aqui

CORTE DE CABELO
> Em NY há também serviços mais baratos que nas maiores cidades do Brasil. Para dar um tapa no topete, que tal o Aveda? É a metade do preço que um corte no shopping Iguatemi, em Sampa.

MUSEUS
> Metropolitan Museum of Art e MoMA
No primeiro, você escolhe quanto quer pagar para entrar. No segundo, sexta a entrada é franca (assim como no Guggenheim)

BAR
> Conheça o d.b.a.

HOTÉIS
> Ipanema Chalet e Pod são boas pedidas.


NOVA YORK COM MENOS DE US$ 30:


Para comer > Empire Diner e Barraca da rua 53

Para se divertir> Sony Wonder Technology Lab ,um museu de tecnologia e entretenimento gratuito. A Grand Central Station também tem eventos que não cobram um tostão.

Festivais> Central Park Summer Stage e Bryant Park Summer Film Festival

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