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Blog da Redação

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As piadas, vídeos, notícias e bobagens que fazem o dia-a-dia da VIP.



As cinco piores versões de super-heróis

Efeitos especiais e computação gráfica podem ser vistas em “X-Men: Primeira Classe”, que estreia nesta sexta-feira nos cinemas brasileiros. Mas se você quer rir com versões subdesenvolvidas de heróis americanos, então veja a lista:

Por Rafael Kato/Club ALFA

La Mujer Murcielago
A Mulher Morcego mexicana investiga um assassinato em Acapulco – seis anos antes das férias de Chaves, em 1974. Inspirado na série estrelada por Adam West e pela luta livre, a personagem veste um original biquíni com capa.

Superman Indiano
Versão de Bollywood em que Superman demonstra habilidades de voo nunca vistas: de costas, de lado e até com dancinha ao estilo “Quem Quer Ser um Milionário?”. Tudo isso com a ajuda da Mulher Aranha.
Obs.: Um dos superpoderes do Superman Indiano é não permitir a inclusão do seu vídeo em nosso blog. Então, para ver, siga o link: http://www.youtube.com/watch?v=f5Pjo0WjBcs&feature=related

Elvis Superman
O último filho de Krypton já não mais o mesmo: abandonou a dieta rigorosa e os exercícios. Com uma enorme letra “h” no peito, Superman virou um cover de Elvis Presley:

A Liga da Justiça Tupiniquim
O grupo brasileiro Super Heróis tinha Superman como vocalista. Thor, Batman, Robin, Homem-Aranha e o desconhecido Kung-Fu. Música de discoteca e passos do Village People.

Homem-Aranha Motoqueiro
Filme turco em preto e branco e com cenas coreografadas de circo. Homem-Aranha mais parece um Homem-Bala (ou será a versão turca do Vigilante Rodoviário?).

Menção Honrosa e fora de competição
“Os Trapalhões na Guerra dos Planetas” é conhecido na rede como “ Brazilian Star Wars”. E não é por menos. Com direito ao povo da areia e Darth Vader, Didi faz a versão brasuca de Han Solo e Pedro Aguinaga – o galã de 1978 – vira Luke Skywalker.


Pancadaria na igreja

Estivemos no Blessed Fight, evento de MMA, jiu-jístu, muay thai e submission que rolou num templo evangélico na zona norte de São Paulo

Por Cláudia de Castro Lima

Fazia frio em São Paulo na noite de 21 de maio. Mesmo assim, mais de mil pessoas foram até o número 1155 da avenida Ataliba Leonel, em Santana, na zona norte da cidade, para assistir à quarta edição do Blessed Fight, evento de MMA, jiu-jístu, submission e muay thai. O engraçado (na falta de uma palavra melhor) é que o “blessed” (abençoado) do nome deve-se ao fato de ele ter sido organizado por uma igreja evangélica – e de ter ocorrido dentro dela. No caso, a igreja Renascer em Cristo, aquela que era frequentada pelo jogador de futebol Kaká.

Lá dentro, um ringue foi montado em frente ao altar. Ele, aliás, serviu como uma espécie de ala VIP (até em evento de luta evangélica tem essa praga), onde ficaram sentados os organizadores, os treinadores e a comissão técnica dos competidores – além do Chico Lang (??). Eram 18 lutas casadas, uma delas um desafio internacional de MMA: Brasil x México. Eu estava lá porque meu professor de muay thai, o Ivam Batista, que dá aula na Fight Club e é atleta da equipe Still, lutaria na categoria profissional até 80 quilos. Prestes a ficar quarentão, ele decidiu que vai abandonar os ringues este ano, e, além desta, tem pelo menos mais duas lutas agendadas.

As pessoas começaram a chegar timidamente: o evento estava marcado para as 17h, mas a igreja encheu mesmo lá pelas 21h. Dentro dela havia, além da lanchonete da própria Renascer, três barraquinhas que vendiam salgadinho, refrigerante e bolo. Quando cheguei achei que tinha gelo seco no local, mas o cheiro de carne me fez perceber que era só muita, mas muita fumaça que vinha de uma churrasqueira, que estava na calçada, do lado de fora (um dos caras da organização anunciou no microfone a promoção: dois espetinhos por R$ 5).

As primeiras lutas não empolgaram muito: atletas meio apáticos e muito combate parado no chão. Confesso que não sou muito fã de jiu-jístu nem de submission, mas, quando a luta é pegada mesmo, acho até bacana. Não era o caso. A primeira luta realmente divertida foi uma feminina: Pamela Mara contra uma loira (não me lembro o nome dela, não era tão marcante quanto “Pamela Mara”). As duas lutaram com vontade, desferiram vários golpes com mãos e pernas e levantaram o pessoal. O desafio Brasil x México também foi bom: o mexicano teve que sair de ambulância do local (não que tenha sido bom por isso).

Tinha até esquecido que estava em um templo. Até que o pastor resolveu me lembrar. “Prometo ser breve”, ele anunciou antes de começar um sermão que, eu ia ouvindo de uma forma meio intermitente, falava de… “lepra”, …”leproso”, …”impureza”, …”Rio Jordão”, … e assim foi por uns… 40 minutos. Nosso conceito de brevidade realmente é bem diferente, pensei. As lutas recomeçaram depois de um interminável intervalo. As mais legais foram – tá bem, sou suspeita para falar, mas o público também achou – as de muay thai profissional. Numa delas, um atleta da equipe do ex-campeão mundial de muay thai Gibi (a Gibi Thai), que também é da Mancha Verde (havia vários caras da torcida organizada do Palmeiras lá), simplesmente detonou o adversário. Ele quase desmaiou no ringue e precisou de alguns minutos para conseguir sair de lá – carregado.

Assim que o atleta deixou o ringue, Ivam e seu adversário, 12 anos mais novo, subiram nele. Meu professor era bem superior – o cartel de 16 lutas profissionais e 14 vitórias contou a favor – e ele venceu por pontos. Metade da igreja era torcida dele (Ivam me contou que, sozinho, vendeu 120 ingressos). O mais divertido (para vocês, homens) é que quase 80% da torcida era composta por mulheres. As aulas do Ivam são lotadas de belas moças. Uma delas é uma tal de Sabrina Sato. “Blessed fight”, devem pensar os alunos da turma dela.

Foto: reprodução Facebook


Paloma Bernardi deu uma forcinha pra VIP

A equipe estava a caminho da praia que serviria de locação para as fotos da Paloma Bernardi, nossa capa de março. De repente, o veículo (com oito pessoas) parou: estava atolado na areia.

A entrevista da atriz conta essa história, mas faltava a prova, a imagem que mostrava Paloma com a mão na massa. Ou na Van. A foto é da nossa produtora, Andrea Bueno:

Paloma é a segunda na foto, ao lado do rapaz sem camisa que tenta ajudar dando um hadouken na van


MMA de graça

Crocotá (à esq.) dá uma olhada nada meiga para Sérgio Júnior

Está marcado para o dia 19 de fevereiro o primeiro Jungle Fight do ano, o maior evento de MMA da América Latina. Ele acontece no Ginásio Tartarugão, em Vila Velha, Espírito Santo. Wallid Ismail, o figuraça que organiza o campeonato, avisa que seus eventos continuam sendo gratuitos. “É para divulgar o MMA”, diz. Para isso, ele tem patrocínio de empresas como a Pretorian. E também fechou no ano passado um acordo com a GLOBOSAT, que permite a exibição ao vivo das lutas pelo canal Combate. Os americanos também podem ver o Jungle Fight ao vivo através da ESPN, que o transmite para os Estados Unidos.

• Edilberto Crocotá (Champion Team) x Sergio Junior (Platinum Team)
• Francisco “Massaranduba” Drinaldo (Constrictor Team) x Rodrigo Damm (Rodrigo Damm Team)
• Antídio Neto (Atleta Fight Society) x Ednaldo Lula (Champion/Minotauro Team)
• Renato Moicano (Constrictor Team) x João Luis “Andrezinho” Nogueira (Fighter Sport)


Anne Hathaway entra para o clube da Mulher-Gato

Famosa pelo filme O Diabo Veste Prada e por interpretar a Agente 99 na versão para o cinema de Agente 86, Anne Hathaway foi anunciada pela Warner Bros., em 19/1, como a dona do papel de Selina Kyle – e, por tabela, de Mulher-Gato – no próximo filme do Batman, The Dark Night Rises, previsto para estrear em 2012. Pelo lado positivo, Anne é bela e esguia para encarar o papel. Mas seu maior desafio será superar seu jeito mais meiguinho para ser uma grande Mulher-Gato. Uma personagem que consagrou algumas intérpretes e foi cruel com outras, como veremos.
1 - Julie Newmar
(seriado de TV Batman, 1966-67)
Altíssima e com a elasticidade de sua formação em balé, Julie Newmar fez uma Mulher-Gato muito mais sensual que a das histórias em quadrinhos, com a ajuda da roupa preta brilhante colada ao corpo. Suas trocas de olhares de alta tensão sexual com Batman nos 12 episódios de que participou foram os momentos mais adultos de uma série que sempre pendeu mais para a comédia.
Cotação: Ótima
2 - Lee Meriwether
(filme Batman, 1966)
Por outros compromissos assumidos anteriormente, Julie Newmar não pôde participar do filme produzido em 1966 com o mesmo elenco do seriado de TV. Foi substituída por Meriwether, que foi Miss America em 1955. A Mulher-Gato de Lee fala com um nada convincente sotaque russo e não consegue ser tão provocante.
Cotação: Fraca
3 - Eartha Kitt
(seriado de TV Batman, 1967-68)
Newmar também pulou fora da terceira e última temporada do seriado. Entrou a cantora afro-americana Eartha Kitt, que tinha fama de devoradora de homens na vida real. Mesmo assim, sua Mulher-Gato não decolou nos cinco episódios de que participou. Até porque a série já vivia uma má fase de audiência e na qualidade dos roteiros.
Cotação: Fraca
4 - Michelle Pfeiffer
(filme Batman, O Retorno, 1992)
O início da franquia Batman no cinema se deu com o diretor Tim Burton em 1989, num filme que tinha Jack Nicholson no papel de Coringa. A sequência teve dois vilões: Danny DeVito como Pinguim e Michelle Pfeiffer como a Mulher-Gato. Com roupas de vinil e um chicote como arma, Michelle foi ainda mais longe na sensualidade que a clássica encarnação de Julie Newmar na TV. Graças à Michelle, até ficou corriqueiro na década de 1990 ver mulheres com fantasias como a dela em bailes de carnaval ou ensaios fotográficos.
Cotação: Ótima
5 - Halle Berry
(filme Mulher-Gato, 2004)
Ela mostrou que sabia interpretar uma heroína dos quadrinhos em X-Men, em 2000. Ela provou que era grande atriz ganhou um Oscar de Melhor Atriz em 2001. Ela confirmou que era sexy sendo uma ótima “Bond girl” em 2002. O que poderia dar errado com Halle Berry no papel de Mulher-Gato num filme todinho dedicado à vilã? Pois tudo deu errado. O filme era ruim demais, tinha quase nenhuma relação com a “biografia” da personagem nos quadrinhos e outros filmes, e foi um fracasso de bilheteria. Graças a ele, Halle “ganhou” o prêmio Framboesa de Ouro de Pior Atriz do Ano – e, com muito senso de humor, foi receber o troféu pessoalmente.
Cotação: Péssima

Orkutizaram a retrospectiva!

Os moderadores da comunidade da revista VIP no Orkut (Lucas Oliveira e Marcus Vinícius) organizaram uma enquete para escolher os melhores do ano de 2010. Em seis categorias. Eis o resultado:

Melhor CAPA: Ana Hickmann (março)
Melhor ENSAIO: Babi Rossi (julho)
Melhor PRELIMINARES: Debby Lagranha (novembro)
Melhor 2º ENSAIO: Nicole Bahls (março)
Melhor REPORTAGEM: Amada Bunda (fevereiro)
Quem faltou na capa: Andressa do Hipertensão

Já na enquete do site da VIP, é Cacau (abril) quem lidera como melhor capa do ano. Vote e veja a parcial.


O nosso Puskás

A Fifa realiza desde o ano passado o Puskás Award para premiar o gol mais bonito da temporada. Em 2009, Cristiano Ronaldo foi o vencedor e, neste ano, Neymar é um dos concorrentes. Para quem não sabe, o nome do prêmio é uma homenagem a Puskás, um dos maiores jogadores da história, capitão da lendária seleção húngara da Copa de 1954 e com 85 gols marcados em 84 partidas internacionais.

Durante a carreira, Puskás encarou fortes problemas com a balança. Conta-se que em 1953, em uma partida contra a Inglaterra no estádio de Wembley, os adversários até tiraram sarro ao ver o tamanho do atacante da Hungria. Puskás marcou dois gols (um deles um golaço) e parou com os sarros.

Depois que parou de jogar, aí os quilos não pararam de aumentar. Olha como o atacante ficou após o fim da carreira:

Agora imagina quando o atacante do Corinthians parar de vez. Será que no futuro teremos o Ronaldo Award?


Senna: imperdível para fã, bom filme para quem gosta de esporte

Por Rodrigo França*

O filme Senna, com estreia nesta sexta-feira (12) nos cinemas brasileiros, é um documentário de 1h47 sobre a trajetória do piloto brasileiro na F-1. A maioria absoluta das imagens se concentra entre os anos de 1984 e 1994, quando Senna conquistou seus três títulos mundiais e alcançou a aura de herói nacional – e de mito do esporte mundial, após a tragédia em Ímola.

Para os fãs, é um programa imperdível: cenas inéditas não apenas do tricampeão, mas também das discussões dos pilotos (a participação de Nelson Piquet defendendo Senna em uma delas é não apenas rara como simplesmente impagável, com a tradicional irreverência de Piquetzão) e até do austríaco Roland Ratzemberger – que morreu um dia antes de Ayrton, nos treinos de sábado do GP de San Marino de 1994.

Em entrevista com o diretor do filme, Asif Kapadia, que veio a São Paulo para promover o filme e também para assistir à penúltima etapa da F-1, disputada no último domingo, em Interlagos, o britânico destacou a importância destas cenas de Ratzemberger. “Todo mundo sabe que ele morreu no dia anterior da tragédia com Senna, mas nunca ninguém viu a cara dele. E conseguimos uma imagem que mostra ele reclamando da instabilidade de seu carro, e ainda observando o resgate de Rubens Barrichello”, diz Kapadia à VIP, citando o dramático acidente que também ocorreu em Ímola, nos treinos de sexta-feira.

A ascensão meteórica de Senna (com a magistral corrida na chuva em Mônaco, em 1984), a rivalidade com Prost na McLaren, as batalhas épicas no GP Brasil, a luta contra a Williams “de outro planeta” (de 1992), enfim, está tudo lá. A estética anos 1980, uma cena de Ayrton com Xuxa e uma entrevista de um Prost canastrão ajudam a descontrair o filme em diversos momentos. Mas é claro que a história, todos sabemos, terá um final triste.

Além de ser um grande programa para quem é fã de Senna, o filme também agrada aos que gostam de esporte – e querem entender mais sobre aquele que é considerado o melhor piloto de todos os tempos. Embora dure quase duas horas, “Senna” tem ritmo de um típico filme de Hollywood, sem usar os clichês de documentário, com entrevistas atuais – apenas o comentarista Reginaldo Leme faz intervenções vez ou outra sobre a carreira do brasileiro.

E, quando a telona no cinema mostra a câmera on board de Senna em uma volta rápida em Mônaco, é como presenciar um golaço no futebol: dá vontade de sair da sala e pagar outro ingresso.

*Rodrigo França é jornalista especializado e escreve sobre F-1 para a VIP


Trabalho de risco

Volto do almoço. Ligo meu computador. Fabio Calvetti, colega de redação, me pergunta “você viu?” Fico confuso. Ele me manda um link. Clico. A seguinte notícia surge em letras grandes: “Policial morre após passar mal em treinamento do Bope, confirma PM”. A chamada no site do G1 me deixa consternado. Será que eu conheci o aspirante? Do que teria morrido? Penso que ser um policial do Bope é arriscado até mesmo antes de ser efetivamente um policial do Bope.

Segundo o texto do G1, “o PM era aluno do Curso de Ações Táticas (CAT) e se sentiu mal após sua primeira instrução prática de tática individual. Ele foi encaminhado ao Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio, na Zona Norte da cidade, mas não resistiu. Ainda de acordo com a polícia, o soldado, que trabalhava há 4 anos na corporação, deu entrada no hospital com um quadro de desidratação, que evoluiu para insuficiência renal e crises convulsivas”. Ser digno da farda preta é algo para poucos. Eu pude comprovar isso na matéria que fiz para a VIP de agosto deste ano. Nela, os então aspirantes Zero Dois e Zero Sete falam sobre as dificuldades do CAT. Clique na imagem abaixo e confira.

Por Rodolfo Viana


Faro para marcar gol

O reserva entrou aos 42 minutos do segundo tempo apenas para dar aquela segurada marota no jogo e deixar a equipe sair com a vitória. Catorze segundos depois…

Via @marcelo_orozco