Autor

Blog da Redação

por Da Redação

As piadas, vídeos, notícias e bobagens que fazem o dia-a-dia da VIP.



Gênio que adivinha quase tudo é sensação na internet # da redação, viciada


A idéia é simples e certeira. Lembra aquela brincadeira de verão de adivinhar a celebridade que seu amigo está pensando com respostas que se limitam a “sim”, “não” e “provavelmente”? Pois agora ela está na internet. O Akinator está bombando na internet fazendo justamente isso. Trata-se de um gênio que adivinha – quase sempre – a personalidade que você está pensando.

A gente parou no meio do fechamento aqui na redação para brincar. O geninho adivinhou Mano Menezes, Jaque Khury, Cebolinha, Frank Zappa, Gil Brother Awey, Mazzaropi, Chico Science, Pelé, Raul Seixas, Gepetto, Carla Perez, Fani BBB, Richarlyson, Tião Macalé, Schwarzenegger, Johnny Quest, Chaves… Até o Marcelo Silva, da Suzana Vieira, ele acertou!

É quase perfeito e, quando ele erra, o banco de dados cresce com as informações que acabamos de dar. O editor Marcelo Orozco está empenhado em derrotar o site com celebridades esquecidas no tempo. Está conseguindo: “Ele não acertou três meus: Flávio Cavalcanti (apresentador dos anos 70 – o gênio sugeriu Silvio Santos), Jota Maria (reserva do Ataliba (!) no Timão em 83 – o gênio sugeriu o PVC/Paulo Vinícius Coelho) e Rivailde Ovídio (candidato à prefeitura de SP em 1985 que ficou célebre pelo lema em seus 30 segundos no horário gratuito: ‘Onde está você, Franco Montoro?’ – o gênio sugeriu Arlindo Chinaglia).”

Quer tentar? Vai lá, clica na imagem do site, acima. Depois diz aqui se conseguiu pegar o gênio


Mais 3 drinques em NYC # por Felipe van Deursen, de Nova York


Após o jantar no Rainbow Room, com direito a vista para o Empire State e a uma pista giratória que ficava mais giratória à medida que eu experimentava mais um coquetel, o Smirnoff Experience celebrou um dos estilos musicais mais emblemáticos de Nova York: o hip-hop.

Veja aqui o vídeo da festa

Entre um show e outro, os quatro bares (mal) distribuídos pelo local da festa, o antigo banco Capitale, hoje um badalado centro de eventos na Bowery street, serviam experimentações criadas pelos barmen, além de alguns tiros certeiros, clássicos do bar (alguns deles eu mencionei em outro post).

Chega de lenga-lenga e vamos às receitas, com a indexação no índice de macheza da coluna Garrafologia, criada pelo editor Marcos Nogueira:

1 | Bloody Mary
Um dos drinques mais famosos do mundo teria sido criado na Nova York dos tempos da Lei Seca. Na época, os destilados que existiam (porque, na prática, ninguém parou de beber, só bebia coisas piores) eram de qualidade terrível e as batidas policiais nos bares eram freqüentes. Portanto, um coquetel que mascarasse o gosto medonho da vodca e ainda desse uma corzinha para disfarçar era uma mão na roda para os bebedores dos loucos anos 20.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 1,5 dose de vodca
- 3 doses de suco de tomate

- 0,5 dose de suco de limão

- 1 colher (de chá) de molho inglês
- 2 gotas de pimenta tipo Tabasco, sal, pimenta-do-reino e 1 fatia de limão (opcionais)
Reserve a fatia de limão e agite todo o resto na coqueteleira, com umas três pedras de gelo. Coe para um copo old fashioned (aquele compridinho, saca?) e decore com a fatia de limão.

2 | Metropolitan
Talvez você já tenha visto esse drinque feito com cachaça, com uísque, com vodca com outros ingredientes. Mas no final é um drinque de mulherzinha que você pode fazer para agradar uma amiga ou um potencial sexo sem compromisso. Pra variar um pouco, vamos ver uma receita com a nossa aguardente.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- 1 dose de cachaça
- 0,5 dose de xarope de cramberry
- 0,5 dose de licor de laranja
- 0,25 dose de suco de limão
Bata os ingredientes na coqueteleira junto com três pedras de gelo. Sirva num copo de martini previamente gelado e decore com uma casca torcida de laranja.

3 | The Fourth Element
Essa novidade foi criada para a festa. Trata-se de uma homenagem à cultura hip-hop, mesmo que, ao beber, você não fique com vontade de virar o boné ou dançar break. Segundo o mixologista (mistura de barman com cientista) Kenji Jesse, criador do coquetel, a inspiração veio da importância da limonada caseira e da cereja – uma das frutas mais populares dos EUA – na cultura americana. O drinque é fácil, bom, direto e reto – essa, talvez, é outra referência ao hip-hop tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: discutível

Receita:

– 1 dose de vodca frutada
- Licor de framboesa
- 1 dose de suco de limão
- 0,25 dose de xarope de açúcar (duas partes de açúcar para uma de água)
- Água tônica
Misture os quatro primeiros elementos do drinque num copo alto com gelo. Complete com a água tônica até a boca.

* * *
Sobre o índice Garrafologia de coquetéis
A brincadeira surgiu na coluna Garrafologia, assinada pelo editor da seção Boa Vida da revista, Marcos Nogueira. Ele dividiu os coquetéis em seis categorias, exemplificadas a seguir:

- Trogloditas: rabo-de-galo, maria-mole, caracu com ovo
- Viris: bloody mary, dry martini
- OK: caipirinha, margarita
- Discutíveis: caipirosca de maracujá, mojito, frozen sei-lá-o-quê
- Inadequados: caipirosca de frutas vermelhas, drinques com leite condensado ou chocolate
- Escandalosos: cosmopolitan, saquerinha de lichia, sex on the beach, qualquer coisa azul


Branca de Neve como você nunca imaginou


Branca de Neve foi presa após ser flagrada com metanfetamina pela polícia de Pocatello. Aos 35 anos, Snow White, como é conhecida na “América”, apresenta sinais visíveis da decadência implacável imposta pela tríade tempo-ostracismo-porte de entorpecentes. Uma pena…

(Via Criggo)


A menina de "O Exorcista" vive

Lembra da Linda Blair, a menina cuja colaboração mais célebre para o cinema foi a cabeça giratória de O Exorcista, em 1973?

Pois a atriz desse grande clássico do terror foi flagrada esse mês sendo “exorcizada” novamente:


Via Bauer Griffin


Bia e Branca serão VJs de verão na MTV # da redação, longe da praia


As gêmeas do nado sincronizado Bia e Branca serão as novas VJs da programação de verão da MTV. Segundo o blog da emissora, as loirinhas cariocas terão “seu próprio espaço”.

Enquanto elas não aparecem na telinha, relembre o ensaio das irmãs, capa da VIP de julho


Adriana Lima é eleita a modelo mais sexy do mundo. Gisele fica em 3º # da redação, babando

Das cinco primeiras, quatro são brasileiras.

A estupenda baiana Adriana Lima foi eleita pelo site Models.com a modelo mais linda do mundo. O site descreve a “Victoria’s Secret angel” como dona de uma beleza única, encontrável somente no Brasil, que a ajudou a criar uma carreira igualmente singular.

Adriana, 39º na 100+ da VIP 2008, na capa da revista americana GQ de abril

A holandesa Doutzen Kroes é a única não brasileira entre as cinco primeiras da lista. Atrás dela, ficou a campeã da lista da VIP, Gisele Bündchen. “A última supermodelo da nossa era, uma heroína brasileira”, descreve o site.

Outro anjo da grife Victoria’s Secret, Alessandra Ambrósio, ficou com o quarto lugar. Gaúcha (ah, jura?) de Erechim, Alessandra, 45º na 100+2008, é descrita no site como celebridade no Brasil, de beleza inegável, sexy e uma força financeira que administra a própria carreira como nenhuma outra modelo. Cara, ela investe a grana que ganha nas passarelas e campanhas em imóveis, quer mais?!

Alessandra na capa de novembro de 2007 da edição britânica da GQ. Essa sim é pra casar

O quinto lugar ficou com a paranaense Isabeli Fontana. Beleza de olhos azuis, ela faz tanto trabalhos para as revistas mais sofisticadas como campanhas de massa, voltando para as capas glamurosas, tudo sem piscar, segundo o site. Em 93º na eleição de 2008 da VIP, Isabeli é lembrada pelo Models.com por um hobby: o boxe tailandês.

Confira a lista completa do Models.com

Veja a lista das 100 mais sexy de 2008 da VIP


O novo e o velho hip-hop se encontram em Nova York#por Felipe van Deursen, na boa, em Nova York

Spank Rock: rock e electro. Mas pode chamar de hip-hop

Pharrell Williams, do N.E.R.D.: o cara quer deixar o hip-hop hype

Na semana em que o índice Dow Jones, da bolsa de valores de Nova York, acumulou uma queda de quase 40% em um ano, chega a ser irônico o cenário escolhido para o Smirnoff Experience New York: um antigo banco, transformado em casa de eventos. A festa celebrou o hip-hop e os coquetéis da cidade no dia 7 de outubro, no meio da crise de crédito que assusta o mundo.

Do lado de dentro do Capitale, uma construção de 1895 em estilo romano, com colunas coríntias, chão de mármore e pé-direito de 20 metros, a maior preocupação de todas era sair da fila do bar, passar com a taça na mão pela muvuca e não deixar uma gota sequer cair. Mas o mestre de cerimônia fazer questão de lembrar da crise, lá do lado de fora, e das eleições americanas ao público, majoritariamente “obamista”.

Entre bellinis e Moscow mules (veja as receitas dos coquetéis aqui), os cerca de 2 mil convidados (eu entre eles) viram o encontro do antigo com o novo hip-hop, com shows do DJ falastrão e cinqüentão Grandmaster Flash, do ídolo nova-iorquino Nas e dos projetos N.E.R.D., de Pharrell Williams e Chad Hugo, e Spank Rock, com os rappers Naeem e Amanda Blank, entre outros. Se Flash, que disse em entrevista horas antes da festa não se considerar uma lenda, justamente porque ainda produz (ele está preparando um novo álbum para 2009, chamado The Bridge) tocou puro rap, N.E.R.D. e Spank Rock mostraram uma salada de rock, electro e house com hip-hop.

Nas: se depender dele, as roupas esportivas permanecem, assim como o discurso canastrão e a pose de garanhão

A galera, de moletons e óculos coloridos, estilo hip-hop moderninho, reagia com mais frieza à medida que as guitarras e outros elementos estranhos ficavam mais altos. Apesar de bem bacana, o tal novo hip-hop ainda precisa batalhar para conquistar os fãs mais puristas do gênero. Amanda, do Spank Rock, que se apresentou no Brasil em 2007, viu no país um público mais receptivo às experimentações do grupo. No Rio de Janeiro, apesar de vazio, o show do Spank Rock animou a platéia com simpatia e sons malucos, que misturavam Carnaval brasileiro com rap.

Mas, em Nova York, o público queria hip-hop e ponto. Nas, o rei da cidade, deu ao povo o que ele queria. O rapper ainda endossou o discurso de Flash, na coletiva de imprensa. O experiente DJ havia declarado que “o rock, o jazz e o pop não têm o poder de unir pessoas de diferentes classes sociais, cores, origens e etnias como o hip-hop”.

Discurso à parte, a festa em si foi mais produção do que diversão. Muito tapete vermelho para pouca curtição. Em dado momento, insuportavelmente cheia, a balada quase fracassou de vez, mas o N.E.R.D. subiu ao palco (após os “tradicionais” Flash e Nas), o bar ficou mais acessível e amigável, o som, mais eclético e animado – e, me desculpem os que torcem o nariz, mais roqueiro. Pharrell Williams, segundo a organização da festa, representaria o futuro do hip-hop. Com essa capacidade de se renovar, não espanta que o estilo seja o mais popular nos Estados Unidos.

Assista aos melhores momentos da noite:

No Capitale, eu conheci a brasileira Luiza Sobral e outras duas participantes de uma promoção da marca de vodca que deu uma bocada a elas: rodar o mundo por um ano à procura de baladas diferentes. O grupo, com 10 pessoas do mundo todo, estava se despedindo da trip, após uma jornada, no mínimo, absurdamente irada. As conversas com Luiza e suas amigas renderam uma reportagem sobre festas ao redor do planeta, que você lerá na revista em breve. Espero que goste.

Fotos e vídeo: divulgação


Barack Obama em embalagem de chocolate? VIP publicou antes

Está pipocando na internet uma montagem do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, na embalagem do clássico “cigarrinho” de chocolate Pan. A VIP cantou a bola lá em agosto, deu no Separados no Nascimento e depois no Viral, aqui no site.

Clica aqui, baixa e manda pra galera! De quebra você ganha o McCain e o velhinho estranho da aveia Quaker


Kaiser Chiefs detona e é o melhor em festival em São Paulo # por Felipe van Deursen

A fórmula não é nada complicada. Basta aliar um nome de peso de verdade (mesmo que em decadência) a novidades bem cotadas por crítica e com popularidade ascendente e cobrar um ingresso justo por isso. O Planeta Terra, mais uma vez, é o melhor festival do ano. Adolescentes tardios e suados, eufóricos com a apresentação enérgica do Offfspring, se misturavam aos fãs do novo rock de Kaiser Chiefs e Bloc Party, e aos moderninhos de trajes excêntricos que vieram para o palco indie curtir Spoon e Animal Collective. Quinze mil pessoas tudo que é tipo, em paz, como todo bom festival.

SOM
O Kaiser Chiefs é uma das grandes esperanças do rock de arena nos anos 00. É das poucas novas bandas que têm presença e carisma para pôr o público para pular de verdade (apesar de este não corresponder em boa parte do show). Mesmo assim, foi o melhor da noite, que foi recheada de bons concertos. O Bloc Party, com um som mais contido, se redimiu do fracasso exibido no VMB (a banda tocou em playback na festa da MTV). The Offspring lembrou os grandes hits dos anos 90, numa nostálgica apresentação de punk pop, a mais agitada da noite, sem dúvida.
No mesmo horário do show dos californianos, o indie Spoon fez uma apresentação competente para um público surpreendentemente grande, condizente com os teclados e melodias assobiáveis em excesso da banda. Já o DJ Mylo tocou para moscas. Ele teria ficado bem mais à vontade no Skol Beats…
NOTA 9

PÚBLICO
Gente de lenço no pescoço (te irrita? Olha outras coisas irritantes), indies, new ravers, skatistas, playboys, largadões. Tinha povo de tudo que é tipo. Mulherada, pouca, mas com esforço era possível encontrar uma gata perdida. Paquera era pouca também, mas o clima de satisfação por um festival decente pairava no ar.
NOTA 7

BAR
As filas eram razoáveis, os preços, caros. Cerveja a R$ 4.
NOTA 6

GERAL
A Vila dos Galpões, na zona sul de São Paulo, é realmente um lugar bacana para um festival que mescla palcos abertos e cobertos (mas o som no DJ Stage reverberava no teto, ficou parecendo baile funk). Latões de lixo reciclável, coleta de bitucas, tudo no esqueminha sustentável, mas sem fazer alarde comercial em cima disso (o que, cá entre nós, já deveria ser obrigação), decoração bacana, com latões pintados, poltronas de pneu velho e cartazes dos shows pregados nos muros das vielas do local e uma bela cobertura ao vivo dos shows nos telões, com direito a nome das músicas sendo executadas, fizeram do Planeta Terra o melhor festival do ano. E o essencial: shows pontuais.
NOTA 8,5

Veja fotos do festival no Abril.com


Mais 6 frases memoráveis de George W. Bush # por Rodolfo Viana

8 | “Passamos muito tempo discutindo sobre a África, e devemos fazer isso. A África é uma nação que sofre de uma doença incrível.”

(Discurso em Gothenburg, Suécia, 14 de junho de 2001)


Quem ousa jogar War com esse gênio?


9 | “Os mesmos caras que estão bombardeando pessoas no Iraque são aqueles que nos atacaram no 11 de Setembro.”
(Discurso em Washington D.C., EUA, 12 de julho de 2007)


Quem disse que não dá para usar um homem-bomba mais de uma vez?


10 | “Essa coisa de política externa é um tanto frustrante.”
The New York Daily News, edição de 23 de abril de 2002.


Quer um abraço de consolo ou um ombro para chorar?


11 | “Eu sei que o ser humano e os peixes podem coexistir pacificamente.”
(Discurso em Saginaw, Michigan, 29 de setembro de 2000)


Aquaman e Bob Esponja concordam.


12 | “Na família é onde nossa nação encontra esperança, onde asas ganham sonhos.”
(Discurso em LaCrosse, Wisconsin, 18 dde outubro de 2000)


…Onde o rabo corre atrás do cachorro…

13 | “Há um velho ditado no Tennessee – sei que é no Texas, provavelmente no Tennessee – que diz ‘me engane uma vez e a culpa é…a culpa é sua; você não será enganado de novo’.”

(Discurso em Nashville, Tennessee, 17 de setembro de 2002)

Assista:

Ah, uma pausa dramática digna do maior prêmio do cinema, o… o… Como é mesmo o nome?