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Blog da Redação

por Da Redação

As piadas, vídeos, notícias e bobagens que fazem o dia-a-dia da VIP.



O que Joel Santana quis dizer? # da redação, matando aula no Coronel Lep

Beleza, muito provavelmente você já viu no YouTube, no Sportv, no CQC etc. o south african accent do treinador Joel Santana, cuja demonstração poliglota será certamente a maior lembrança da Copa das Confederações – muito mais que o título suado do Brasil.

Mas o que tem nos instigado é o que o técnico quis dizer na última fala do vídeo: “I don’t Bidedu…”

Você sabe? Ajude-nos a saciar essa dúvida cruel e ganhe um enorme OBRIGADO!


Dica de leitura: A Música do Acaso, de Paul Auster # da redação, montando a mesa


Se você gosta de pôquer, leia o livro que conta a história da mais bizarra mesa de todos os tempos (na ficção): Música do Acaso. Trata-se de um livro não tão famoso do escritor americano Paul Auster, mas que poderia facilmente figurar na lista das melhores obras dele, ao lado de Trilogia de Nova York, Leviathan e A Invenção da Solidão.

Após perder o pai e ser abandonado pela mulher, o bombeiro Jim Nashe decide pegar a grana que herdou do velho e sair de carro sem rumo pelo país. Dirige de um canto a outro, sempre ouvindo Bach, Mozart ou Verdi no toca-fitas.

A sensação que este novo estilo de vida lhe proporciona é inebriante, e ele não consegue mais se imaginar de outro modo. Até que o acaso o leva à tal mesa bizarra de pôquer. Tensão para todos os lados, e eis que ele se sentirá obrigado, numa última cartada, a apostar a sua própria liberdade.

Obviamente não vou contar o que acontece, mas posso dizer que as coisas que mais incomodam a jogadora profissional e gata Vanessa Rousso (que dá dicas aos iniciantes na VIP de julho, recém-chegada às bancas) numa mesa de jogo – “gente que não toma banho direito ou fuma” – são fichinha perto da encrenca em que se mete Jim Nashe.

Música do Acaso infelizmente está esgotado. Se você se interessou, terá de procurá-lo em sebos. Pode começar por aqui, na Estante Virtual

(Renato Krausz)


A segmentação da segmentação nos blogs #da redação, à procura de sites sobre trufas genéricas na América Central


A superespecialização chegou aos blogs de comida. Há blogs de pizza, blogs de churrasco e blogs de junk food. Quando parecia que não haveria mais nada a ser inventado, eis que surge um blog só para chiclete, o Gum Alert. Lá você lê as resenhas dos últimos lançamentos no ramo das gomas de mascar e fica sabendo, por exemplo, que o novo Trident Amora-Frutas Cítricas é indicado para quando “você está cansado da canela, entediado com o tutti-frutti ou simplesmente quer algo novo e diferente da hortelã mundana de sempre”.

(Marcos Nogueira)

Saiba mais sobre gastronomia e maluquices do mundo da comida no Bom Garfo


Desenhando Serge Gainsbourg # da redação, rebelde nostálgica

Serge Gainsbourg (1928-1991) foi um cantor e compositor pop francês que ficou famoso nos anos 60 e depois virou mito pelas coisas que adorava: boemia e mulheres. Um sedutor desbocado com a barba sempre por fazer, um cigarro Gitanes nos dedos e algum copo de algo alcoólico sempre à mão.

A aura de rebelde adulto de Gainsbourg encanta muita gente ainda. Tanto que foi criado em maio o blog coletivo Draw Serge!: ali, ilustradores e desenhistas colocam, cada um com seu traço próprio, suas visões do ídolo. Imagens legais não faltam, como essa aí em cima, em que Gainsbourg é representado com a eterna Brigitte Bardot, uma de suas conquistas. O artista Paul Thurlby usou cabelo de verdade para retratar a atriz francesa.

Quer ver o próprio Gainsbourg em ação? Então confira o clipe de seu maior sucesso internacional: Je T’Aime… Moi Non Plus, de 1969, um dueto com a atriz inglesa Jane Birkin, sua mulher na época. Juntos, eles tiveram uma filha que hoje se dá muito bem como atriz e cantora: Charlotte Gainsbourg.

E dá para saber mais sobre Serge em português. A biografia Serge Gainsbourg – Um Punhado de Gitanes, escrita por Sylvie Simmons, foi publicada aqui em 2004 pela Editora Barracuda.

É possível encontrá-la em livrarias de verdade ou da internet, com preço médio de R$ 38.

(Marcelo Orozco)


Saudando o Sol na ioga ashtanga # da redação, recitando mantras



O repórter ficou iluminado…

Não tenho saco para ioga. Primeiro porque esse papo energético nunca me atraiu de maneira séria, segundo porque tenho medo desse pessoal se contorcendo todo até praticamente achatar o… saco.

Justamente por isso, fui gentilmente obrigado a participar de uma aula de ashtanga. “É bom porque você vai suar, parece academia, não tem moleza”, ouvi dos amigos adeptos à prática. “É cheio de mulher bonita”. Show.

Ao chegar no YogaFlow, em São Paulo, desnorteado e ignorante da etiqueta iogue, fui advertido pelo recepcionista que calçados não são permitidos no recinto, e que eu deveria pegar o mat para ir à aula. Ahn? Lição 1: yoga mat é aquele tapetinho para a prática.

No início da sessão, a mestra Andrea Palma pergunta sobre meu corpo, lesões que tive etc. Aprendi três grupos de movimentos básicos, que fazem parte da série de saudação ao Sol. Com eles, aprendi o princípio do ashtanga, que é sincronizar todas as posturas com inspiração e expiração. Segundo a mestra, isso ajuda a alongar, aquecer e concentrar corpo e mente, pois “foca a energia nos pontos certos do corpo” – algo que não entendi direito.

O ashtanga exige certo equilíbrio e um tanto de força física, mas qualquer um pode fazer. Reparei que na minha turma havia uma moça de uns 20, outra de uns 30 anos, um cara magro, um supermagro e outro sujeito mais redondo.

Você sai da aula cansado, mas bem disposto e, confesso, vontade de fazer mais – talvez não no dia seguinte, mas na mesma semana. Outra coisa essencial é concentração. Para fazer movimentos simples, como a cobra e o cão, caras mais desastrados como eu precisam suar.

E eu estava pingando, devidamente introspectivo no exercício, e não reparei na chegada de uma aluna atrasada. Quando parei para inspirar, sempre olhando para a frente, e expirar, sempre olhando para o umbigo, percebi que, do meu lado, vestindo calça de ginástica e top e vertiginosamente suada na barriga perfeita, estava Daniella Cicarelli (e, caso isso tenha passado pela sua cabeça como passou pela minha, ela tem cinco dedos em cada pé, eu conferi).

Veja mais fotos de Daniella Cicarelli na VIP

Bastante dedicada e concentrada em movimentos bem mais contorcionistas que os meus, a campeã da 100+ VIP de 2003 não quis dar uma declaração, tampouco posar para uma foto. “Aqui é o cantinho sagrado dela”, disse Andrea. Tudo bem. A minha sorte serviu para mostrar que tem muita mulher gata fazendo ashtanga por aí, como pude comprovar após saudar o Sol. Namastê.

(Felipe van Deursen)

Saiba mais sobre a ashtanga na VIP de julho


Homenagem antecipada a Michael Jackson # da redação, tentando o moonwalk

O Yeah Yeah Yeahs pressentiu que algo ia acontecer com Michael Jackson e prestou uma homenagem antecipada: o clipe de “Heads will Roll”, lançado mês passado:

(Kika Brandão)


Do inferno ao céu de elevador # da redação, fiel

Bem louco! O artista Marco Brambilla criou essa instalação no elevador do Standart Hotel, em Nova York. São centenas de vídeos dispostos em repetição constante que evoluem, à medida que você sobe, dos vários círculos do inferno e do purgatório até o céu. Ao descer, é o caminho inverso: do céu ao inferno. Uma confusão louca, no estilo teto da Capela Sistina.

Civilization by Marco Brambilla from CRUSH on Vimeo.

via Sedentário & Hiperativo

(Felipe Fuschini)


Pebolim de Barbie # da redação, sem girar


Você pode chamar de totó, de pebolim, de pimbolim, do que quiser. Mas você nunca viu esse jogo de um jeito assim: com bonecas Barbie, brinquedo que comemora em 2009 50 anos encantando menininhas ao redor do mundo, no lugar dos jogadores. Cada jogadora, seja do time rosa ou do branco, tem um penteado diferente. O trabalho foi destaque no Festival de Design de Berlim. E não, não vamos fazer nenhuma piada sobre algum jogador que resolveu aderir à moda.


As pessoas mais felizes de todos os tempos # da redação, distribuindo abraços coletivos

É praticamente uma rave entorpecida de gente sorrindo à toa.









Mais gente feliz aqui


WCT: melhores surfistas do mundo se encontram em Santa Catarina na semana que vem #da redação, na areia


Ondas, Santa Catarina e… mulheres!

O surfe é um esporte cada vez mais relevante no Brasil. A cada ano os nossos atletas chegam mais próximos do nível dos estrangeiros. E o nosso maior expoente, hoje, no tour mundial (que passa por 10 praias com ondas perfeitas ao redor do mundo) é o guarujaense Adriano de Souza, o Mineirinho.

Este ano, com três etapas disputadas, o cara é o 5º do mundo – posição raríssima entre os brasucas – 20 posições à frente do octacampeão Kelly Slater, que não está bem em 2009. Agora você se pergunta: por que esse cara esta falando toda essa baboseira de surf e atletas de nível internacional?

É que entre os dias 27 de junho e 5 de julho os melhores surfistas da Terra (sim, todos eles) estarão em Santa Catarina, na Praia da Vila, para disputar a quarta etapa do tour mundial de surfe, o WCT, que conta com os 46 melhores surfistas em atividade. A grande novidade é que pela primeira vez a etapa brasileira é disputada nessa época do ano (época de grandes ondas no Brasil) e não mais no final do ano (o evento costumava ocorrer em outubro, o que era ruim porque muitas vezes o campeonato estava praticamente decidido e também porque não é o mês com mais ondas no país).

O resultado é que na próxima semana o Brasil será o foco principal do mundo do surfe. A previsão promete grandes ondas e o show está garantido. Além dos tops do mundo na água, se você prestar atenção, vai notar um show à parte: na próxima semana a praia da Vila vai concentrar um número absurdo de mulheres lindas, loiras, gostosas e que adoram um biquininho. Você não vai errar se pegar uma passagem e se mandar para lá.

Veja as nossas beach girls no Guarujá, a terra do Mineirinho

Saiba mais sobre o evento

(Fernando Gueiros)