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Blog da Redação

por Da Redação

As piadas, vídeos, notícias e bobagens que fazem o dia-a-dia da VIP.



Por dentro da festa da VIP

Na festa de lançamento da edição de outubro da VIP, na casa noturna 3P4, o fotógrafo Jonas Tucci preparou um vídeo para mostrar o que é estar dentro da nossa balada. Confira os flagras que ele conseguiu com uma câmera na mão e um monte de gatas na frente.



John Bonham era um “o cara”

Há 30 anos, eu entrava na adolescência e começava a comprar meus próprios discos de rock. E ouvi no rádio que John Bonham, o baterista do Led Zeppelin, tinha morrido. Abatido por uma combinação de 32 ou 38 doses de vodca (as lendas urbanas já se alastravam na era pré-internet) com um estômago quase vazio num só dia. Tinha 32 anos naquele 25 de setembro de 1980.

Eu ainda não tinha nenhum disco do Led Zeppelin para chamar de meu. Mas eu sabia o que era Led Zeppelin. Havia anos. Criancinha, com 5 ou 6 anos – sei lá – ouvi pela primeira vez a música “Rock and Roll” na casa de um tio. E fiquei fascinado por todo aquele som massudo, pesado, que era introduzido por uma bateria altamente potente, barulhenta, explosiva.

(Só vim a descobrir muitos anos depois que aquela introdução de bateria era 100% clonada de “Keep-a-Knockin’”, um rock’n'roll tresloucado dos anos 1950 gravado por Little Richard. Há muitos que acusam o Led Zeppelin de ter cometido muitos plágios ao longo de sua carreira. Neste caso, parece mais uma citação/homenagem/tributo que um roubo explícito)

Aquela avalanche de John Bonham em “Rock and Roll”, abrindo alas para o estrondo da banda toda que entrava a seguir, me foi uma referência contínua do que eu gostava de ouvir, do que eu buscava ouvir, do que eu considerava rock. Foi uma educação. Conheço e gosto de vários gêneros musicais, muitos deles mais suaves. Mas sigo atraído pelo “efeito bomba atômica” que aquela música me anunciou na infância. É para o que pendo.

Não estou sozinho. Desde os anos 1980, quando a tecnologia começou a permitir o reuso de um ou outro trecho de um disco para criar outra obra completamente diferente (o fenômeno do sampler), muita gente manifestou seu apreço a toda massa sonora da bateria de John Bonham no Led Zeppelin “roubando” suas batidas para criar faixas de hip-hop e eletrônico.

De Beastie Boys a Chemical Brothers, muita gente boa “chupou” os beats de Bonham para enriquecer suas composições modernas. Dá para checar quem usou o quê no site Who Sampled, que cataloga usos de trechos de músicas em outras.

John Bonham não era apenas um baterista pesado. Batia forte, mas tinha ritmo, ginga. Metia a porrada e era também capaz de chacoalhar com um ritmo funk, todo quebrado (como em “The Crunge”, uma imitação brincalhona de James Brown que o Led Zeppelin fez num momento de farra e lançou em 1973).

O que mais me espantou quando comprei o DVD com apresentações do Led Zeppelin (algo que demorou três décadas para surgir, já que o Led Zeppelin não era uma banda que se apresentava em programas de TV nem deixava seus shows serem exibidos) foi que as partes mais intrincadas e carregadas que eu ouvia em discos eram tocadas por Bonham sem se descabelar, sem maiores gotas de suor.

Dos repiques de “Misty Mountain Hop” à locomotiva de ritmo de “In My Time of Dying”, tenho vários momentos favoritos de John Bonham. A apreciação é predominantemente feita pelo áudio (CD, MP3, vinil, o que for). Há pouquíssima coisa em vídeo. E pouquíssima no YouTube. Para indicar aqui, levantei algumas das coisas que existem:

*Seu solo-padrão em “Moby Dick”, aqui durante um show de 1970:

*No mesmo show, a explosiva “We’re Gonna Groove”:

*A última entrevista de Bonham (para a TV inglesa em 1980)

*Um minidocumentário da BBC inglesa, com alguns trechos de shows e músicas e depoimentos de bateristas como Dave Grohl (Nirvana e Foo Fighters), Roger Taylor (Queen), Ian Paice (Deep Purple), Chad Smith (Red Hot Chili Peppers) e o filho do homem, Jason Bonham (que tocou no lugar do pai com o Led Zeppelin no show único que a banda fez em Londres em 2007):

*Uma câmera fechada nele durante um show na França em 1969:

E tem muito mais a descobrir, só com os ouvidos ou também com os olhos. Mas o que é rock para mim, reconheço hoje, passa muito pelo que ouvi da bateria de John Bonham.

(Marcelo Orozco)


99 perfis de Twitter indispensáveis

Rede social é algo nosso, tão brasileiro quanto cachaça, feijoada, dinheiro na cueca e Neymar. Duvida? No meio deste ano, uma pesquisa da Nielsen, empresa especializada em internet, apontou que 86% dos internautas brasileiros – que, em 2009, estava na casa dos 68 milhões – estão nas redes como Orkut e Facebook. É o maior percentual do mundo.

Nesse mundaréu de gente, é preciso uma bússola para saber quem seguir no Twitter. A VIP tem os seus perfis favoritos, que todos os dias levam a redação às gargalhadas ou à consternação. Eles informam, divertem, dialogam. Conheça (e siga) os tuiteiros que fazem a mente da redação.

HUMOR

@danilogentili (aquele cara lá, daquele programa bacana…)
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(o quarto homem mais engraçado da bancada do CQC)
@cherguevara
(gata com a língua ferina)
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(criado de épicos do desenho animado, como Family Guy | em inglês)
@shitmydadsays (o filho do pai que só diz “shit” | em inglês)
@SteveMartinToGo
(o próprio | em inglês)
@tiodino
(ele gosta de “falar mal dos outros, empurrar manco de escada, dar tranque em cego e cobiçar a mulher do próximo”)
@microcontoscos
(trocadalhos do carilho)
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(ele é um albino Mané e barbudo)
@policiasurpresa
(o legislador sem noção do Twitter)
@edsonaran
(humorista, cartunista e diretor da PLAYBOY)

CABEÇA

@xicosa (el hombre de las letras y las guapas mujeres)
@jpcuenca
(comentários sobre literatura e a p*rra toda)
@millorfernandes
(o criador do frescobol que se tornou o maior frasista do universo)
@carpinejar
(poeta que conhece as mulheres como a palma da mão)
@luisfverissimo
(50% escritor, 50% humorista – Perfil Fake)
@RichardMetzger
(o balaio certo para Lebowski e Joy Division)
@gwercman
(diretor da SUPER)
@screamyell
(tudo sobre o que você ouve – e o que você ainda vai ouvir)
@Serjones
(tudo sobre o que você nunca ouve, mas deveria)
@jsebba
(acid jazz, acid rock, acid person, acid tudo)
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(a bíblia de todos os sons)
@lucioribeiro
(jornalista que curte música – qualquer tipo de música)
@rlevino
(escreve sobre Caverna do Dragão, Peter Frampton e outras coisas)
@michellaub
(escritor que fala sobre cultura em geral e usa barba)
@forastieri
(fala de rock até quando fala de política)
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(deus do mundinho animal)
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(o novo espírito do tempo em 140 caracteres)
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(jornalista e escritor)
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(DJ e especialista em mídias sociais)
@trabalhosujo
(só ele para colocar Ilze Scamparini e Rocky Balboa na mesma timeline)
@FrankMillerInk
(pai do Batman, do Demolidor e de mais 300)
@reclamesestadao
(publicidades no Estadão desde a época do guaraná de rolha)
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(a melhor agência, as melhores fotos)
@claudiotognolli
(jornalista-roqueiro que fala de política e vice-versa)
@svartman
(bússola de tendências)
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(André Dahmer, cartunista e filósofo de nanquim)
@fabiomoon
e @Gabriel_Ba (a dupla número 1 do quadrinho brasileiro)

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@tiagoleifert (o espertinho da Globo)
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@pvcespn (na última rodada, escreveu sobre futebol em 100% dos tweets)
@danieltozzi (um cara espirituoso)
@gianoddi (comentarista da ESPN e colunista da PLACAR)
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@anterogreco (colunista do Estadão, comentarista da ESPN e fã de pizza)
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@morteaomourinho (o lado engraçado do futebol)
@dada_maravilha (criador da teoria sobre as três coisas que pairam no ar e quarto maior artilheiro do futebol brasileiro, atrás de Romário, Pelé e eu)
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@silvioluiz (o cara que se esconde atrás das barbas do profeta)
@mauro_beting (comentarista da Band e colunista do Lancenet!, entre outros)
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TECNOLOGIA

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@viegasf (quando arte e internet se misturam)
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NOSSAS MULHERES – ATÉ AGORA

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@moalfradique (Monique Alfradique, capa de fevereiro)
@ahickmann (Ana Hickmann, capa de março)
@claudiacolucci (Cacau, capa de abril)
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@aprisol (Priscila Sol, capa de junho)
@panicatbabi (Babi Rossi, capa de julho)
@gitie (Giselle Itié, capa de agosto)
@leticiaspiller (Letícia Spiller, capa de setembro)
@milenatoscano (Milena Toscano, capa de outubro)
@jhennyandrade (nossa namorada mais que perfeita)
@mari_graciolli (Mariana Graciolli, gata do Lingerie Day)
@anacheiadegraca (Ana Paula Soares, gata do Lingerie Day)
@thaifernandes (Thaisa Fernandes, gata do Lingerie Day)
@luannalmeida (Luana Almeida, gata do Lingerie Day)
@maglopess (Mariana Lopes, gata do Lingerie Day)

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@revistaVIP (SAC – serviço de atendimento aos caras)
@ricardolombardi (diretor manda-chuva)
@renatokrausz (editor-chefe e capo)
@mariliacmello (a sabe-tudo de moda)
@anavillega (braços direito e esquerdo da Marília)
@deinhabc (Deinha, a mina por trás de todas as minas da revista – no bom sentido)
@juhirschmann (se sua namorada receber uma ligação da Ju, ela estará na VIP no mês seguinte)
@marcaonogueira (manja muito de bebidas e edita Boa Vida)
@marcelo_orozco (enciclopédia de Beatles e editor de Preliminares)
@clauclima (gata e editora de Corpo e Mente)
@fgueiros (o cara que mais entende de pôquer na redação)
@redatando (repórter especialista em internet e quase tudo no universo)
@rodolfoviana (escreve sobre cultura e faz as piores piadas na redação)
@stella_maria (nossa estagiária delícia)
@gbacan (nosso mago da arte)

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Transformer na festa à fantasia

É uma Lamborghini? Um kart? Um filme com a Megan Fox? Não! É só um maluco em uma festa à fantasia.

De acordo com as informações do vídeo, isso rolou em uma festa este ano em Uberaba (MG) e o cara ganhou o primeiro lugar de melhor fantasia pelo “Transformer”.


A nova musa da TV na VIP de outubro

Milena Toscano - Capa 307

Protagonista da nova novela das 6, Araguaia, a bela atriz Milena Toscano fez um ensaio de arrepiar para a VIP. E a edição de outubro ainda traz: os melhores produtos para boleiros, sugestões de churrasqueiras bacanas, um especial da Namorada do Leitor, as Matadoras entrevistando o atacante Kléber, do Palmeiras, um especial de moda para o verão e muito mais.


Sorte é para os perdedores

Você já ouviu dizer que futebol não é justiça, e sim emoção. Deve ter ouvido também que pôquer não é sorte, e sim habilidade. As duas máximas são verdadeiras. Mas a segunda, sobre o pôquer, ainda deixa os não-jogadores desconfiados. Eles pensam: pôquer é baralho e baralho é sorte.

Pois este post é para você que acredita que pôquer é sorte. Você está enganado. Os mandamentos essenciais do pôquer são dois: habilidade e frieza. Sorte é consequência.

O vídeo abaixo mostra o que pode acontecer em uma mesa quando o jogador é frio, independente de sua sorte. A disputa aconteceu no programa americano High Stakes Poker, que estreou em 2007, e já está em sua sexta temporada.

Os profissionais Phil Hellmuth e Mike Matusow disputaram uma mão de 90 mil dólares.

Um deles está com “sorte”, o outro não.

Como o vídeo mostra, Matusow teve sorte com o par de reis (KK) enquanto o adversário, Hellmuth (de boné), tinha um 7 e um 2 e estava perdendo desde o princípio do jogo. Mas ele foi frio e intimidou o adversário apostando alto. O sortudo não soube lidar com a frieza do blefador e no final ficou com medo de pagar a grana apostada. Resultado: o blefador, sem medo, intimidou o adversário com suas apostas e levou a bolada sem um jogo sequer.

(Fernando Gueiros)