As melhores cenas de pôquer no cinema #da redação, que nunca blefa
1) Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes
2) Maverick
3) Os Bons Companheiros
4) Os Aloprados
5) Casino Royale

1) Jogos, Trapaças e Dois Canos Fumegantes
2) Maverick
3) Os Bons Companheiros
4) Os Aloprados
5) Casino Royale
Se você gosta de pôquer, leia o livro que conta a história da mais bizarra mesa de todos os tempos (na ficção): Música do Acaso. Trata-se de um livro não tão famoso do escritor americano Paul Auster, mas que poderia facilmente figurar na lista das melhores obras dele, ao lado de Trilogia de Nova York, Leviathan e A Invenção da Solidão.
Após perder o pai e ser abandonado pela mulher, o bombeiro Jim Nashe decide pegar a grana que herdou do velho e sair de carro sem rumo pelo país. Dirige de um canto a outro, sempre ouvindo Bach, Mozart ou Verdi no toca-fitas.
A sensação que este novo estilo de vida lhe proporciona é inebriante, e ele não consegue mais se imaginar de outro modo. Até que o acaso o leva à tal mesa bizarra de pôquer. Tensão para todos os lados, e eis que ele se sentirá obrigado, numa última cartada, a apostar a sua própria liberdade.
Obviamente não vou contar o que acontece, mas posso dizer que as coisas que mais incomodam a jogadora profissional e gata Vanessa Rousso (que dá dicas aos iniciantes na VIP de julho, recém-chegada às bancas) numa mesa de jogo – “gente que não toma banho direito ou fuma” – são fichinha perto da encrenca em que se mete Jim Nashe.
Música do Acaso infelizmente está esgotado. Se você se interessou, terá de procurá-lo em sebos. Pode começar por aqui, na Estante Virtual
(Renato Krausz)
1 – Marcar um gol contra. No ângulo:
2 – …Chegar sempre em segundo:
“Hoje não, hoje não! Hoje sim…”
3 – … ou ser vice no pôquer?
“Oh my God!”
E você, o que acha pior?
(Renato Krausz)