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Saudando o Sol na ioga ashtanga # da redação, recitando mantras



O repórter ficou iluminado…

Não tenho saco para ioga. Primeiro porque esse papo energético nunca me atraiu de maneira séria, segundo porque tenho medo desse pessoal se contorcendo todo até praticamente achatar o… saco.

Justamente por isso, fui gentilmente obrigado a participar de uma aula de ashtanga. “É bom porque você vai suar, parece academia, não tem moleza”, ouvi dos amigos adeptos à prática. “É cheio de mulher bonita”. Show.

Ao chegar no YogaFlow, em São Paulo, desnorteado e ignorante da etiqueta iogue, fui advertido pelo recepcionista que calçados não são permitidos no recinto, e que eu deveria pegar o mat para ir à aula. Ahn? Lição 1: yoga mat é aquele tapetinho para a prática.

No início da sessão, a mestra Andrea Palma pergunta sobre meu corpo, lesões que tive etc. Aprendi três grupos de movimentos básicos, que fazem parte da série de saudação ao Sol. Com eles, aprendi o princípio do ashtanga, que é sincronizar todas as posturas com inspiração e expiração. Segundo a mestra, isso ajuda a alongar, aquecer e concentrar corpo e mente, pois “foca a energia nos pontos certos do corpo” – algo que não entendi direito.

O ashtanga exige certo equilíbrio e um tanto de força física, mas qualquer um pode fazer. Reparei que na minha turma havia uma moça de uns 20, outra de uns 30 anos, um cara magro, um supermagro e outro sujeito mais redondo.

Você sai da aula cansado, mas bem disposto e, confesso, vontade de fazer mais – talvez não no dia seguinte, mas na mesma semana. Outra coisa essencial é concentração. Para fazer movimentos simples, como a cobra e o cão, caras mais desastrados como eu precisam suar.

E eu estava pingando, devidamente introspectivo no exercício, e não reparei na chegada de uma aluna atrasada. Quando parei para inspirar, sempre olhando para a frente, e expirar, sempre olhando para o umbigo, percebi que, do meu lado, vestindo calça de ginástica e top e vertiginosamente suada na barriga perfeita, estava Daniella Cicarelli (e, caso isso tenha passado pela sua cabeça como passou pela minha, ela tem cinco dedos em cada pé, eu conferi).

Veja mais fotos de Daniella Cicarelli na VIP

Bastante dedicada e concentrada em movimentos bem mais contorcionistas que os meus, a campeã da 100+ VIP de 2003 não quis dar uma declaração, tampouco posar para uma foto. “Aqui é o cantinho sagrado dela”, disse Andrea. Tudo bem. A minha sorte serviu para mostrar que tem muita mulher gata fazendo ashtanga por aí, como pude comprovar após saudar o Sol. Namastê.

(Felipe van Deursen)

Saiba mais sobre a ashtanga na VIP de julho


Homens engordam quando esposas engravidam # da redação, fugindo (ou tentando)

Se o Felipão tiver mais um filho, corre o risco de ficar assim

O Alceu Nunes, ou Al, como chamamos nosso diretor de arte, está “grávido”. Joana, a mulher dele, está nos primeiros meses de gestação. E eu acabo de ler uma notícia que ele não gostou muito.

Uma pesquisa feita na Inglaterra mostrou que os futuros pais costumam dar uma bela engordada durante a gravidez de suas esposas: a média é de 6,35 quilos.

Cinco mil homens foram ouvidos no estudo. Um quinto deles disseram que os ponteiros na balança subiram porque passaram a servir em suas casas refeições maiores. Já 41% dos entrevistados falaram que ficou mais fácil encontrar porcaritos espalhados pela casa. E 25% contaram que começaram a comer mais para que as esposas não ficassem tão mal de estarem ganhando peso.

Os grávidos têm seus “desejos” prediletos: pizza, chocolate, friturinhas e cerveja. O Al garantiu que não vai engordar um grama. Fico monitorando se ele entra ou não na estatística.

(Cláudia de Castro Lima)


10 passos para largar o cigarro (e não voltar a fumar) # por Otávio Rodrigues


1 | DEIXE ELA FICAR POR CIMA
A vontade de parar é condição básica, pois, sem determinação, qualquer tentativa tende ao fracasso. Agora, se você está decidido a continuar… aguarde nossas 10 dicas para morrer com dignidade sem deixar despesas para a família.

2 | VÁ ALÉM DO PRAZER
“Saber que o vício aumenta os riscos de infarto e câncer, causa impotência,falta de ar, doenças pulmonares e vasculares pode ajudar bastante”, afirma André Nathan Costa, pneumologista do Hospital 9 de Julho, em São Paulo.

3 | MEXA GOSTOSO
A prática esportiva, incluindo airosas e prosaicas caminhadas depois das refeições, literalmente inspira o corpo e a mente na prática de novos hábitos. A demanda por oxigênio poderá fazer o cigarro parecer bem menos prazeroso.

4 | RESPIRE FUNDO
Preste atenção na respiração, trague e saboreie oxigênio. O big rider Ricardo Bocão, 53 anos, fumou um pouco quando era jovem e parou depois de uma reflexão simples: “Qual é a graça de ficar pondo fumaça pra dentro e pra fora?”

5 | COMA TODAS
Frutas, folhas e legumes, assim como sucos naturais, especialmente os preparados com frutas e verduras frescas, operam milagres no corpo e podem ajudar a conter o impulso pelo cigarro seguinte. Carnes, frituras e bebidas alcoólicas têm efeito contrário.

Você é fumante passivo? Veja o quanto isso te faz mal

6 | MARQUE AQUELE ENCONTRO
“Não pare por impulso”, recomenda Ciro Kirchenchtejn, pneumologista da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). “Estabeleça uma data para parar definitivamente e organize-se para isso.”

7 | RITUALIZE O ATO
Filmes e propagandas nos ensinaram que fumar é bacana e assim celebramos a fumaça em nosso cotidiano. Para reverter esse quadro, recolha-se consigo mesmo e faça do parar de fumar um gesto significativo e ritual.

8 | CANTE DE GALO
Espalhe sua decisão entre os amigos, na família e pelo Orkut. “Assim as pessoas lhe dão suporte”, diz André Nathan Costa. “Os que fumam irão evitar fazer isso na sua frente.”

9 | MATE O OUTRO
Em suas memórias, Viver para Contar, Gabriel García Márquez relata que acendia um na brasa do outro. Um dia ouviu de um psiquiatra que parar de fumar não é fácil porque “é como matar um ente querido”. Nunca mais fumou.

10 | PROCURE AJUDA
Masque o chicletinho, cole o adesivo – medidas que dispensam prescrição. Ou procure um médico especialista e apele para medicações. “Há soluções muito eficazes, que triplicam as chances de sucesso”, afirma Ciro Kirchenchtejn.

ILUSTRAÇÕES: FIDO NESTI


3 motivos para deixar de ser fumante (passivo) # por Patricia Julianelli

3x mais nicotina
3x mais monóxido de carbono
50x mais substâncias cancerígenas

Essa é a qualidade da fumaça inalada pelo fumante passivo – quando comparada à do ativo, já que a deste passa por um filtro. “A fumaça é mais tóxica, mas menos concentrada, pois se dispersa no ambiente”, diz Ciro Kirchenchten, pneumologista da Unifesp. Mesmo assim, pode causar irritação nos olhos, congestão nasal, tosse e até mesmo bronquite, infarto, câncer e problemas de ereção.