Crua e bela

A bela Pola: literatura crua e filosofia cozida. {Foto de Axel Chaulet}
Depois de ter anunciado sua vinda à Feira Literária Internacional de Paraty, em julho de 2011, a argentina Pola Oloixaraca está cotada para o título de musa da Flip. Mas ela não é só um rostinho bonito, não: em 2010, quanto contava 33 anos, Pola foi um dos 22 nomes eleitos pela revistra Granta como “os melhores jovens escritores de língua espanhola”. Sua obra de estreia, Las Teorías Salvajes, é considerado por alguns críticos como um clássico em espanhol do século 21.
Talvez seja, de fato. A obra é um tratado filosófico do microuniverso das vidas de Kamtchowski, Pabst e todos nós. O pano de fundo é o mundo atual e sua grosseria, misto de eventos bestas — como a paixão por MMORPG — e crueis — por exemplo, Kamtchowski vai parar na internet, em sex tape com garotos com Síndrome de Down. Pola é assim: crua. Crua e bela.
Em tempo: Pola já deu as caras na revista ALFA, nossa irmã. Leia aqui seu texto sobre tecnologia e o momento em que inteligências artificiais poderão substituir os humanos em tomadas de decisão.










