VIP Vintage

VIP Vintage

por Marcelo Orozco

O lugar dos tesouros retrô: carros, produtos, propagandas, fotos, vídeos… tudo das antigas



Cadeiras-tributo aos mitos do automobilismo

A empresa americana Racing & Emotion tem uma coleção de cadeiras de design retrô para deixar malucos os amantes do automobilismo em geral e da Fórmula 1 em particular. As cadeiras em formato “bolinha” ou “ovo” têm pinturas iguais às de carros clássicos das pistas e até do cinema. Há espaço até para a cadeira-tributo ao capacete de Ayrton Senna (foto acima). Senna também é lembrado através da lendária Lotus preta e dourada que pilotou nas temporadas de 1985 e 1986 da F-1. Outras lendas da F-1 homenageadas: a Lotus 25 verde de Jim Clark, a Lotus 49 vermelha de… leia mais »


Correndo de carro com um leão ao lado

Os eventos se chamavam Wall of Death (Muro da Morte). Nome adequado: pilotos (homens e também mulheres) tinham de acelerar carros de corrida pelas muretas de madeira de uma espécie de grande poço, tendo como companhia um leão (ou uma leoa). Fácil, não? Pois esse tipo de diversão — mais circense que automobilística — teve relativa popularidade nos Estados Unidos nos anos 1920 e 1930. Abaixo, mais fotos de leões “co-pilotos”. Nenhum deles parente do ex-campeão mundial de F1 Nigel Mansell, o “Leão Inglês”. *** (Fotos: reproduções dos sites e blogs Retronaut, Thrill Arena, Sidecar Pete e Grit in the Gears)  


O primeiro GP de Mônaco em 1929 [vídeo]

  Este vídeo traz a reportagem do “jornal da tela” do British Pathé sobre o primeiro Grand Prix de Mônaco, disputado em 14 de abril de 1929 — 21 anos antes da criação do Mundial de Fórmula 1. A corrida no principado de Monte Carlo segue até hoje no calendário da principal competição do automobilismo mundial e é sua prova mais tradicional e charmosa, apesar do absurdo de colocar carros superpotentes para correr em ruas estreitas. A corrida pioneira de Mônaco foi vencida pelo britânico William Grover-Williams (acima) com uma Bugatti, que completou as 100 voltas em 3h56min11s. Na 2ª… leia mais »


Quando a Fórmula 1 voava baixo

A avançada tecnologia de hoje da Fórmula 1 mantém os carros colados ao chão praticamente o tempo todo, graças aos constantes e minuciosos ajustes eletrônicos. E as pistas às vezes se parecem tapetes padronizados à beira da chatice. Em tempos de mais mecânica e menos computador, não era assim. E algumas fotos reunidas em um post do blog Iso 50 nos lembram disso: nos anos 1960 e 1970, as máquinas de F-1 realmente decolavam do asfalto no antigo e complicado circuito de Nürburgring, na Alemanha. Nürburgring não era um autódromo. Era um circuito composto por trechos de estradas que cortam uma… leia mais »


Gilles Villeneuve, o gênio louco da F1 [vídeos]

Em 8 de maio de 1982, o piloto canadense Gilles Villeneuve (na foto acima, à esquerda, em seu histórico duelo contra René Arnoux no GP da França de 1979) morreu aos 32 anos durante o treino para o GP da Bélgica de F1 no autódromo de Zolder. Tentando buscar a pole position, ele estava acelerando tudo em sua Ferrari quando esbarrou no carro mais lento de Jochen Mass. A Ferrari nº 27 decolou e capotou, cuspindo Gilles longe, com banco e tudo, até parar na pista toda destruída. Esmigalhado, o canadense não resistiu. Maneirar no acelerador era algo quase impossível para… leia mais »


Nossos campeões de F-1 na capa da VIP

Houve um tempo em que o Brasil comandava a Fórmula 1. No período entre a estreia de Emerson Fittipaldi em 1970 e a morte de Ayrton Senna em 1994, os números foram de respeito: 8 títulos mundiais (Emerson em 1972 e 1974, Nelson Piquet em 1981, 1983 e 1987, e Senna em 1988, 1990 e 1991) 5 vice-campeonatos (Emerson em 1973 e 1975, Piquet em 1980 e Senna em 1989 e 1993) 79 vitórias em GPs (41 de Senna, 23 de Piquet, 14 de Emerson e uma de José Carlos Pace, que morreu precocemente num acidente de avião em 1977,… leia mais »


O promissor Rubinho na capa da VIP em 1994

Esta é a semana da estreia do piloto brasileiro Rubens Barrichello na Fórmula Indy, na abertura da temporada com o GP de St. Petersburg (EUA) neste domingo (25/3). A dois meses de completar 40 anos, Rubinho muda de categoria depois de disputar 19 temporadas consecutivas na Fórmula 1 e, finalmente, ficar desempregado. A Williams não quis mais seus serviços e impediu que ele se tornasse o primeiro piloto da história a completar 20 campeonatos disputados. Essa longa trajetória na F-1 começou em 1993 pela equipe Jordan. Em 1994, com a morte de Ayrton Senna, Rubinho imediatamente passou a ser visto… leia mais »