VIP Vintage

VIP Vintage

por Marcelo Orozco

O lugar dos tesouros retrô: carros, produtos, propagandas, fotos, vídeos… tudo das antigas



“Bang Bang” com Nancy Sinatra [vídeo]

Nancy Sinatra (sim, filha do Frank) não foi a primeira a gravar a música “Bang Bang” — isso coube a Cher, já que a composição é de seu então marido e parceiro musical Sonny Bono. Mas, com o tempo, a versão que Nancy lançou em 1966 no álbum How Does That Grab You? ficou mais histórica e conhecida. Principalmente depois que virou o tema principal de Kill Bill, filme de 2003 de Quentin Tarantino. Abaixo, um vídeo em que Nancy Sinatra canta “Bang Bang” ao vivo, acompanhada ao violão por Billy Strange, guitarrista e arranjador com quem ela trabalhava na… leia mais »


A música pop em outdoors

O livro Rock’n’Roll Billboards of the Sunset Strip reúne fotos de painéis publicitários de rua (conhecidos por aqui como outdoors) de discos de rock e pop lançados entre o final dos anos 1960 até os 1980. Todos eles ficavam na Sunset Strip, uma das mais famosas vias de Los Angeles. O autor de todas as imagens é o fotógrafo americano Robert Landau. Landau começou a registrar esses outdoors de rock quando ainda era um principiante em fotografia. Ficou com uma bela coleção de como se promovia o lançamento de um LP naquela era clássica do pop. O livro tem 208 páginas… leia mais »


Assassino de Psicose e… cantor romântico!

Antes de entrar para a história como o assassino do filme Psicose (1960), de Alfred Hitchcock, o ator Anthony Perkins (1932-1992) tentou ser cantor-galã, com o nome artístico Tony Perkins. Acima, a capa de um dos discos que lançou entre 1957 e 1958, “First Romance”. Não é uma música para cantar no chuveiro. Eis o áudio dessa baba romântica, via YouTube: Digamos que Perkins, como cantor, não era grande coisa. Tampouco muito convincente como galã. Tanto que a imagem que fica dele para a posteridade é mesmo essa abaixo: a face maníaca do personagem Norman Bates, de Psicose. *** (Capa do… leia mais »


Os garotos Bee Gees cantando Beatles e Stones

Os Bee Gees começaram a carreira ainda meninos quando moravam na Austrália, para onde a família se mudou em 1958. Ingleses de nascimento, os três irmãos Gibb (na foto acima, a partir da esquerda: Maurice, Robin e Barry em 1965) que formaram o grupo estrearam na TV australiana em 1960. Esse vídeo histórico está no YouTube.   Os rapazes ainda demoraram até 1963 para começar a lançar discos no mercado australiano. Nessa fase, eles já sofriam influências da então nova geração do rock surgida na Inglaterra. Ou seja: os Bee Gees eram garotos que amavam os Beatles e os Rolling… leia mais »


Efeito polaroid em fotos de celebridades

Tumblroids é um blog do tumblr mantido por duas amigas argentinas cuja diversão é colocar em fotos de celebridades o efeito das antigas máquinas instantâneas. Além da qualidade retrô das cores e contrastes e da tradicional moldura da Polaroid, elas chegam ao requinte de colocar falsas impressões digitais. Assim, tornam-se estrelas dos anos 70 estrelas de hoje como Katy Perry (acima), Mila Kunis, Lana Del Rey e Scarlett Johansson (sequência abaixo). Artistas do passado também recebem a “polaroidização”. Como esse quarteto de mitos do rock flagrados com um cigarrinho: Jimi Hendrix, Bob Dylan, John Lennon e Paul McCartney. O mesmo… leia mais »


Baú dos anos 80: a “luta” Michael Jackson x Prince

Em 1984, o pop tinha dois astros principais e pode-se dizer que ambos viviam então o ponto mais alto de suas carreiras bem sucedidas: Michael Jackson ainda saboreava os recordes, os elogios e a “dominação mundial” proporcionados por seu álbum Thriller (lançado no final de 1982) — que lhe garantiu o autoconferido título de Rei do Pop. Já Prince corria no encalço e curtia o sucesso e os aplausos recebidos pelo filme (estrelado por ele) e pelo álbum Purple Rain, lançados naquele ano. Hoje a ideia pode parecer um disparate, mas na época muita gente apostava que Prince tinha condições… leia mais »


5 gatas da “Jovem Guarda francesa” [vídeos]

Para deixar o fim de semana mais belo, uma coleção de clipes das cinco principais estrelas do Yé-Yé francês dos anos 1960. Na essência, o Yé-Yé foi similar à Jovem Guarda brasileira: pop com alta influência do sucesso mundial do rock britânico liderado por Beatles e Rolling Stones. Só que, enquanto aqui os nomes mais fortes eram masculinos como Roberto e Erasmo Carlos, lá para os lados de Paris eram as cantoras que mandavam no gênero. Bonitas e tendo como vantagem adicional o fashion francês para vesti-las, elas se destacavam mesmo quando as músicas que os compositores e produtores lhes… leia mais »


Nat King Cole cantando samba em “português”

O cantor e pianista americano Nat King Cole (1919-1965) fez uma impecável transição do jazz para o pop, sendo um dos crooners de maior sucesso dos anos 1950. Com sua elegância e voz aveludada, conferia requinte até às baladas românticas mais xaroposas. Versátil, ampliou seu público viajando pela América Latina e regravando músicas populares de vários países. Pelo Brasil, passou em 1959, onde fez shows e gravou o LP A Mis Amigos. Entre as 12 músicas latino-americanas do disco, estava o samba “Não Tenho Lágrimas”, que você ouve no vídeo de You Tube abaixo (é só o áudio com a… leia mais »


A “despedida” de Frank Sinatra [vídeos]

Frank Sinatra, seríssimo candidato ao título de maior cantor da música popular mundial, teve uma carreira praticamente irretocável desde a década de 1930 até poucos anos antes de sua morte em 1998. Mas essa carreira não foi contínua. Em 1971, mais que consagrado, Sinatra surpreendeu todo mundo ao anunciar sua aposentadoria. Na época, ele tinha 55 anos (indo para 56 em dezembro). O adeus dele rendeu até mesmo uma reportagem de capa de uma das principais revistas americanas da época, a semanal LIFE. A reportagem da LIFE celebrava a carreira de Sinatra como um obituário. Em sua última página, terminava… leia mais »


Capa de Norah Jones homenageia “filme B”

A cantora americana Norah Jones lançou na terça-feira, 1º de maio, seu quinto álbum individual, Little Broken Hearts. A capa tem uma conexão cult-retrô: foi inspirada no pôster do “filme B” Mudhoney, feito em 1965. A inspiração veio durante as gravações feitas no estúdio do produtor Danger Mouse em Los Angeles. Ele tem nas paredes o pôster de Mudhoney e de outros “trash movies” do cineasta Russ Meyer (1922-2004). No material de divulgação, Norah Jones contou: “Esse pôster ficava diante do sofá em que eu me sentava todo dia. Eu sempre olhava e pensava: ‘Isso é tão cool que eu… leia mais »