Sábado, 10 de Janeiro de 2009 - 1 Comentários
O filme mais visto do momento, tanto nos EUA quanto no Brasil, é Marley & Eu, a adaptação do best-seller escrito pelo jornalista americano John Grogan, sobre sua vida em família - ao lado do tal Marley, um cão labrador infernal, "o pior cão do mundo".
Pois bem: o filme é cinemão 100% honesto, feito para ser lançado no Natal, agradar à família toda, fazer rir por duas horas e chorar no final. E é bem sucedido.
Acima de tudo, o autor é muito sutil em retratar aqueles momentos em que nosso bicho de estimação nos surpreende, com uma compreensão incompreensível das coisas, com arroubos de carinho - ou com trapalhadas absurdas. Quem tem ou já teve um cachorro vai se deixar levar pelo filme.
Veja o trailer do filme (e aprecia a forma de Jennifer Aniston, aos 40 anos!)
Ajuda bastante a atuação do casal principal - Owen Wilson, em seu melhor momento, e Jennifer Aniston, carismática, competente e linda, como sempre -, que vive um aperto dos infernos ao tentar equilibrar carreiras, vida em casal, criação de três filhos e, de quebra, MARLEY.
O final é meio previsível, lembra Sessão da Tarde, você sabe por onde estão te levando - e você cai, mesmo assim. O grande perigo em assistir a Marley & Eu é ir acompanhado de uma namorada (ou um encontro do qual você espera que renda alguma coisa), e acabar dando papelão na frente da moça, chorando feito uma criança no fim de O Campeão...
... Como sou casado há quase três anos, não estou nem aí. Marley & Eu me fez lembrar do meu cachorro de infância, e não consegui segurar a onda. Mas ninguém no cinema conseguiu.
A vida segue. Acho que essa é a moral da história.
Vamos a posts mais machos.
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Ricardo Garrido mostra que filme bom não precisa ter função social nem agradar crítico besta. O blogueiro preenche as horas vagas com muitos filmes, exceto quando não está nas arquibancadas da Fiel. O Coringão voltou!





1 Comentários:
Tive oportunidade e honra de partilhar a vida com um Husk Siberiano em um apartamento de 90 m². Foi sem dúvida a convivência mais intensa e nada tediosa entre cão e dona do cão. O problema é que Talin (o Husk) tinha certeza que ele era o cão alfa! Isto fez dos 95 minutos de aventuras de Marley na telona um "revival" de emoções e lágrimas de saudade!Chorar de saudade é bom! Nutre a alma.
12 de Janeiro de 2009 18:56
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