Segunda-feira, 20 de Julho de 2009 - 2 Comentários
Uma das atrizes mais interessantes, bonitas e malucas do momento é Evan Rachel Wood.

Reconhece? É aquela menina revelada em Aos Treze, como a pré-adolescente que, sob as piores influências e uma certa falta de noção da mãe, acaba virando uma depravada barra-pesada. Um filmaço.
Mais tarde, ela foi se tornando moça, aparecendo em uns filmes independentes, e aí estrelou aquele vídeo-clipe maneiro do Green Day, When September Ends, no qual ela é a namorada do soldado Jamie Bell (outro astro pré-adolescente crescido: é o menino de Billy Elliot), que foi pra guerra e todos ficam tristes com o amor juvenil interrompido. Na época, os dois atores engataram um namoro.
E aí veio Across the Universe, aquele filme cheio de músicas dos Beatles, e ela é a Lucy, e ela canta lindamente, e é linda, e dorme pelada no sofá, enquanto o ator Jim Sturgess, tão deleitado quanto nós, canta Something, do George Harrison. Com coro deste lado da tela. Muito apropriado: Harrison, que escreveu a canção para outra loira maravilhosa (Pattie Boyd, musa também de Eric Clapton em Layla e Wonderful Tonight), certamente aprovaria.
Veja Evan cantando If I Fell, dos Beatles, em Across the Universe!
A partir daí, as atenções do mundo se viraram para a moça, que tem alto potencial de se tornar "a próxima grande estrela".
Contra isso, apenas o fato de que ela é uma notória maluca, dessas atrizes que sentem a necessidade de engatar um papo-cabeça sobre "a integridade da arte" ou algo que o valha, e que acha que namorar um cara bem escroto, tipo o Marylin Manson, é algo que "acrescenta", assim, como se fosse verbo intransitivo.

Um estranho casal: Rachel Wood e Manson
É verdade: ela manteve um romance (?) de dois anos com o bizarro roqueiro, cujo maior feito foi ter supostamente retirado duas costelas para conseguir praticar sexo oral consigo mesmo. No mais, estrelou um vídeo-clipe de Manson, Heart-Shaped Glasses, no qual há uma cena de sexo que, diz a lenda, foi de verdade.
Essa tendência não é de todo ruim: de um certo modo, faz a loirinha ficar seletiva, e ela acaba entrando em bons filmes, como Correndo com Tesouras, um estranhíssimo filme sobre uma escritora frustrada (Annete Benning) que se submete ao mundo do seu analista, um cara muito mais louco do que ela. Wood é uma das filhas do tal analista e, como todo o resto da família, é doida de pedra.

Correndo com Tesouras: os Excêntricos Tenembaun parece a Família Dó-Ré-Mi perto destes...
Ainda na linha "filmes independentes", ela mandou uma bola dentro como a filha lésbica (e morena, pra dar uma variada) de Mickey Rourke em O Lutador (que, na minha opinião, foi o melhor filme do ano passado). A propósito: a partir daí, a mocinha engatou uma relação com o seu pai na tela, o ex-galã e notório encrenqueiro Rourke. Prevejo uma vida dura para a garota.
Aos 22 anos, o próximo grande passo na carreira de Wood está dado: ela está entrando em cartaz nos EUA no novo filme do Woody Allen, Whatever Works, com o criador de Seinfeld, Larry David. Este faz o comediante entediado que se envolve com uma moça mais nova (adivinhe quem). É uma situação parecida com a de outro filme de Allen, Manhattan, onde o próprio diretor era o comediante entediado, vivendo um romance com Mariel Hemingway (neta do escritor). Para mim, é o filme mais esperado do ano (todo ano falo isso do filme que, infalivelmente, Woody Allen acaba lançando - e é sempre sincero).
Veja o trailer da nova comédia de Woody Allen, com Larry David e Evan Rachel Wood (estreia prevista só para o final do ano...)
Tudo isso porque a HBO exibe hoje dois filmes com Evan Rachel Wood, na sequência: Across the Universe, às 15:20, e Correndo com Tesouras, às 17:45. Sim, em horário de vagabundo, fazer o quê? Se você estiver de férias ou "between jobs", assista por mim.
Se estiver na labuta, lembre-se que a HBO 2 exibe a mesma programação com três horas de defasagem: assim, terem os Across the Universe às 18:20 e Correndo com Tesouras às 20:45. Bem melhor, não?
Vale assistir. Os dois filmes são bons, e em ambos Evan Rachel Wood está no ápice da sua beleza. Não dá pra ficar melhor.

Reconhece? É aquela menina revelada em Aos Treze, como a pré-adolescente que, sob as piores influências e uma certa falta de noção da mãe, acaba virando uma depravada barra-pesada. Um filmaço.
Mais tarde, ela foi se tornando moça, aparecendo em uns filmes independentes, e aí estrelou aquele vídeo-clipe maneiro do Green Day, When September Ends, no qual ela é a namorada do soldado Jamie Bell (outro astro pré-adolescente crescido: é o menino de Billy Elliot), que foi pra guerra e todos ficam tristes com o amor juvenil interrompido. Na época, os dois atores engataram um namoro.
E aí veio Across the Universe, aquele filme cheio de músicas dos Beatles, e ela é a Lucy, e ela canta lindamente, e é linda, e dorme pelada no sofá, enquanto o ator Jim Sturgess, tão deleitado quanto nós, canta Something, do George Harrison. Com coro deste lado da tela. Muito apropriado: Harrison, que escreveu a canção para outra loira maravilhosa (Pattie Boyd, musa também de Eric Clapton em Layla e Wonderful Tonight), certamente aprovaria.
Veja Evan cantando If I Fell, dos Beatles, em Across the Universe!
A partir daí, as atenções do mundo se viraram para a moça, que tem alto potencial de se tornar "a próxima grande estrela".
Contra isso, apenas o fato de que ela é uma notória maluca, dessas atrizes que sentem a necessidade de engatar um papo-cabeça sobre "a integridade da arte" ou algo que o valha, e que acha que namorar um cara bem escroto, tipo o Marylin Manson, é algo que "acrescenta", assim, como se fosse verbo intransitivo.

Um estranho casal: Rachel Wood e Manson
É verdade: ela manteve um romance (?) de dois anos com o bizarro roqueiro, cujo maior feito foi ter supostamente retirado duas costelas para conseguir praticar sexo oral consigo mesmo. No mais, estrelou um vídeo-clipe de Manson, Heart-Shaped Glasses, no qual há uma cena de sexo que, diz a lenda, foi de verdade.
Essa tendência não é de todo ruim: de um certo modo, faz a loirinha ficar seletiva, e ela acaba entrando em bons filmes, como Correndo com Tesouras, um estranhíssimo filme sobre uma escritora frustrada (Annete Benning) que se submete ao mundo do seu analista, um cara muito mais louco do que ela. Wood é uma das filhas do tal analista e, como todo o resto da família, é doida de pedra.

Correndo com Tesouras: os Excêntricos Tenembaun parece a Família Dó-Ré-Mi perto destes...
Ainda na linha "filmes independentes", ela mandou uma bola dentro como a filha lésbica (e morena, pra dar uma variada) de Mickey Rourke em O Lutador (que, na minha opinião, foi o melhor filme do ano passado). A propósito: a partir daí, a mocinha engatou uma relação com o seu pai na tela, o ex-galã e notório encrenqueiro Rourke. Prevejo uma vida dura para a garota.
Aos 22 anos, o próximo grande passo na carreira de Wood está dado: ela está entrando em cartaz nos EUA no novo filme do Woody Allen, Whatever Works, com o criador de Seinfeld, Larry David. Este faz o comediante entediado que se envolve com uma moça mais nova (adivinhe quem). É uma situação parecida com a de outro filme de Allen, Manhattan, onde o próprio diretor era o comediante entediado, vivendo um romance com Mariel Hemingway (neta do escritor). Para mim, é o filme mais esperado do ano (todo ano falo isso do filme que, infalivelmente, Woody Allen acaba lançando - e é sempre sincero).
Veja o trailer da nova comédia de Woody Allen, com Larry David e Evan Rachel Wood (estreia prevista só para o final do ano...)
Tudo isso porque a HBO exibe hoje dois filmes com Evan Rachel Wood, na sequência: Across the Universe, às 15:20, e Correndo com Tesouras, às 17:45. Sim, em horário de vagabundo, fazer o quê? Se você estiver de férias ou "between jobs", assista por mim.
Se estiver na labuta, lembre-se que a HBO 2 exibe a mesma programação com três horas de defasagem: assim, terem os Across the Universe às 18:20 e Correndo com Tesouras às 20:45. Bem melhor, não?
Vale assistir. Os dois filmes são bons, e em ambos Evan Rachel Wood está no ápice da sua beleza. Não dá pra ficar melhor.
OK, vai: vamos dividir o pão. A foto abaixo é da tal cena de Something, em Across the Universe, e já está guardada para o Arquivo Confidencial de Evan, que está sendo pacientemente preparado.
Ainda nesta semana, aqui no BLOGIE: Robert DeNiro faz teste (e é reprovado) para O Poderoso Chefão; DVDs imperdíveis do rock; e a estreia da semana, Inimigos Públicos, com Johnny Depp.
Marcadores: cinema, Evan Rachel Wood, mulheres, música
Assinar
Postagens [Atom]


Ricardo Garrido mostra que filme bom não precisa ter função social nem agradar crítico besta. O blogueiro preenche as horas vagas com muitos filmes, exceto quando não está nas arquibancadas da Fiel. O Coringão voltou!





2 Comentários:
Uma Deusa.
23 de Julho de 2009 11:52
Daniel,
Obrigado pelo comentário!
Aproveita e manda aí quem você gostaria de ver num dossiê desses...
Um abraço,
Ricardo Garrido
23 de Julho de 2009 11:54
Postar um comentário
<< Início