Sexta-feira, 2 de Outubro de 2009 - 2 Comentários
Entre as estrieas dessa sexta-feira, temos o brasileiro Salve Geral (que faz aquela embolada sócio-ideológica pró-ladrão em cima do dia em que o PCC parou São Paulo) e mais umas coisinhas... e tem Terror na Antártida, filme de suspense policial que só tem levado pau da crítica, e que não deve arrebatar lá muito público.
Sinceramente, não sei muito sobre o filme, mas garanto que vou assisti-lo. A razão é uma só, e suficiente: Kate Beckinsale.
Kate Beckinsale, uma inglesinha linda, já fez a esposinha pra lá de interessante de Adam Sandler na comédia familiar Click. Já foi a enfermeira sexy que causou briga entre os amigos Josh Hartnet e Ben Afleck na bomba Pearl Harbor. Já foi heroína de filme de ação. E já fez o papel de Ava Gardner, a mulher que Billy Wilder definiu como "o animal mais belo que já existiu", em O Aviador, do Martin Scorsese.
Resumindo: é uma gata. E tem talento, pois enfeita qualquer tipo de filme.
Ela traz aquela qualidade que é sempre bem-vinda em atrizes tão privilegiadas pela natureza: não tem medo de tirar a roupa.
Diz que, logo na primeira cena de Terror na Antártida, a moça já aparece pelada. Bom, muito bom. Ela também tira a roupa em Laurel Canyon (2003) e em dois filmes inéditos ou "secretos" por aqui: Uncovered e Haunted.
Sinceramente, não sei muito sobre o filme, mas garanto que vou assisti-lo. A razão é uma só, e suficiente: Kate Beckinsale.
Kate Beckinsale, uma inglesinha linda, já fez a esposinha pra lá de interessante de Adam Sandler na comédia familiar Click. Já foi a enfermeira sexy que causou briga entre os amigos Josh Hartnet e Ben Afleck na bomba Pearl Harbor. Já foi heroína de filme de ação. E já fez o papel de Ava Gardner, a mulher que Billy Wilder definiu como "o animal mais belo que já existiu", em O Aviador, do Martin Scorsese.
Resumindo: é uma gata. E tem talento, pois enfeita qualquer tipo de filme.
Ela traz aquela qualidade que é sempre bem-vinda em atrizes tão privilegiadas pela natureza: não tem medo de tirar a roupa.
Diz que, logo na primeira cena de Terror na Antártida, a moça já aparece pelada. Bom, muito bom. Ela também tira a roupa em Laurel Canyon (2003) e em dois filmes inéditos ou "secretos" por aqui: Uncovered e Haunted.
Eles se conhecem em Nova Iorque, em uma cena muito interessante. Eles patinam no Rockefeller Center, enquanto conversam rapidamente sobre preferências. O filme preferido dele: Rebeldia Indomável, com Paul Newman. Palavra preferida dela: "serendipity" (que é o nome original do filme). E por aí vai. Daí entra num lance de ela fugir do cara, acreditando que o destino vai fazer seu trabalho, enquanto ele corre contra o relógio (tem casamento marcado com uma zinha sem graça) para reencontrar Kate.
Enfim, aquele filme de mulherzinha regular. Mas, juro, não faz mal nenhum passar duas horas assistindo Kate Beckinsale sorrindo, falando, chorando, se atrapalhando. É até reconfortante.
Veja se estou mentindo:
Algumas cenas de Escrito nas Estrelas, com Kate Beckinsale e John Cusack.
Agradável, não?
Por essas e outras, lá vamos nós encarar mais uma estreia no cinema.
Marcadores: cinema, estreias, Kate Beckinsale, mulheres
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Ricardo Garrido mostra que filme bom não precisa ter função social nem agradar crítico besta. O blogueiro preenche as horas vagas com muitos filmes, exceto quando não está nas arquibancadas da Fiel. O Coringão voltou!





2 Comentários:
Ricardo, você me surpreende!!! :-) Bom final de semana!
Ps: se tiver oportunidade, assista ao filme "O dia da saia", vi no Festival, muito bom!
2 de Outubro de 2009 10:30
Thays, não digo que é meu filme preferido... mas esse tipo de comédia romântica média (não falo de "Harry & Sally" ou "Bonequinha de Luxo", que são obras-primas) é sempre um programa legal.
(Menos as da Sandra Bulock - aí, é dureza...)
Verei "O Dia da Saia", assim que conseguir. Inveja dessa Mostra do Rio...
2 de Outubro de 2009 10:51
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