quarta-feira, 18 de novembro de 2009 - 2 Comentários
Uma das maiores estrelas, e também uma das mulheres mais bonitas da história do cinema: Natalie Wood.
Sua história é das coisas mais loucas: filha de imigrantes russos que não falavam uma palavra em inglês, foi parar em Hollywood cedo e virou estrela mirim já aos quatro anos de idade. Fez o clássico natalino absoluto, Milagre na Rua 34. Aos 17, tornou-se uma grande estrela - e recebeu sua primeira de três indicações para o Oscar - como Judy, a namorada de James Dean no imortal Juventude Transviada.
Com James Dean em Juventude Transviada, de 1955.
Seis anos depois, aos 22, foi a Maria de Amor, Sublime Amor, uma versão musical de Romeu e Julieta passada em Nova York, com os Capuletos e Montéquios substituídos por gangues de imigrantes do Brooklyn. O filme ganhou tudo no Oscar de 1961. Mas ela foi indicada ao Oscar de melhor atriz daquele ano por outro filme: Clamor do Sexo, do grande Elia Kazan, no qual dividia a tela com um jovem Warren Beaty.
Com Warren Beaty, em Clamor do Sexo, de 1961.
A partir daí, estrelou comédias de grande sucesso, como A Corrida do Século, ao lado de Tony Curtis. Em 1966, aos 30 anos, e cada vez mais bonita, lá estava ela com outro jovem galã que surgia: Robert Redford. O filme é Esta Mulher é Proibida.
Com Robert Redford, em Esta Mulher é Proibida, de 1966.
Depois disso, Natalie se afastou do cinema por alguns anos, e já na década de 70, fez esporádicas participações em alguns filmes.Em 1981, com apenas 43 anos, morreu afogada em um acidente até hoje inexplicado: ela estava em um iate com seu marido, o ator Robert Wagner, e Christopher Walken, com quem, dizem, rolava um casinho. Segundo a lenda, aconteceu uma discussão e Natalie, que não sabia nadar e fora atormentada durante toda a vida por pesadelos que envolviam afogamento, pegou um bote e se mandou. Suicídio? Homicídio? Ninguém sabe. Mas a história é muito estranha, e quem ficou sem Natalie Wood fomos todos nós.
Mais um caso não resolvido da série "Não ganhou um Oscar - azar do Oscar"...
Marcadores: cinema, clássico, mulheres, Natalie Wood
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Ricardo Garrido mostra que filme bom não precisa ter função social nem agradar crítico besta. O blogueiro preenche as horas vagas com muitos filmes, exceto quando não está nas arquibancadas da Fiel. O Coringão voltou!





2 Comentários:
PARABENIZO AO PESSOAL DA "VIP" PELA LEMBRANÇA DE GRANDES MUSAS DO CINEMA MUNDIAL COMO NATALIE WOOD; SUGIRO QUE OUTRAS SEJAM HOMENAGEADAS; AVA GARDNER,JANE RUSSEL,AUDREY HEPBURN, ESTHER WILLIAMS; SÃO ALGUMAS DE UMA VASTA RELAÇÃO DE MUSAS ETERNAS QUE ESPERO QUE A VIP TAMBÉM HOMENAGEIE.PARABÉNS!
29 de Novembro de 2009 15:35
Obrigado pelo comentário!
Acompanhe o blog, pois sempre relembro os clássicos - e as mulheres sempre têm especial importância... a Audrey Hepburn e a Jane Fonda são temas recorrentes por aqui...
Obrigado pelas sugestões - a Ava Gardner será objeto de um post muito em breve!
Abraços,
Ricardo Garrido
30 de Novembro de 2009 01:06
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