segunda-feira, 9 de novembro de 2009 - 3 Comentários

Além de ser postulante ao título de maior estrela de todos os tempos, Audrey Hepburn concorre ao posto de rosto mais bonito do cinema - e é, incontestavelmente, o maior ícone fashion que Hollywood já gerou.

Isso tudo fez da moça magrinha com olhos enormes um ídolo entre as mulheres (e na comunidade gay-fashion), enquanto os machos sempre babaram por outra contemporânea - a loura, exagerada e mais recheada Marylin Monroe.

Mas BLOGIE continua achando Audrey a maior gata que já habitou uma tela. Que tal uns momentos diferentes da musa?

Primeiro, Audrey abrindo o forno, em uma das antológicas fotos preparadas no set de Sabrina (há um livro feito só com essas fotos, vale procurar!):
























E agora, algo bem diferente: Audrey com chapéu de caubói, cabelos inusitadamente longos e soltos, pouca maquiagem, camisa de homem - alguém vê algo de Shania Twain em começo de carreira?

























Depois dessas imagens inspiradoras, não há como não ter uma ótima semana!

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segunda-feira, 18 de maio de 2009 - 2 Comentários

Depois de tantos textos falando de porrada, uma suavizada até que não vai mal.

Então, para começar a semana com inspiração, BLOGIE garimpou uma raridade: o teste de cena de Audrey Hepburn, o rostinho mais bonito da história do cinema, para seu primeiro filme, A Princesa e o Plebeu (pelo qual ela ganhou, de cara, o Oscar de melhor atriz).

Olha só:



Billy Wilder dizia que a câmera amava Audrey, e essa pequena entrevista prova isso.

Para entender o contexto: a coisa se passa em 1953. A jovem belga Audrey Hepburn, que estudara para virar bailarina na Europa, acabava de chegar aos EUA, e ganhou projeção imediata no teatro, onde fez Gigi. No vídeo, o diretor de elenco está ouvindo dela sua experiência durante a 2ª Guerra Mundial, quando ela e sua família deram abrigo para soldados aliados (e ela, veja só que surreal, dançava balé para eles).

E, aí, dá pra ver o momento exato em que ela nasceu no cinema: exatamente aos 56 segundos do vídeo, o diretor pergunta: "e os alemães, o que achavam disso?"

E ela sorri de um modo ingênuo, maroto e absolutamente irresistível: "eles não sabiam."

Daí pra frente, o que rolou: A Princesa e o Plebeu foi lançado, com ela e Gregory Peck zanzando por Roma (em locações reais, o que era novidade para a época!), e veio um Oscar, e o mundo ficou bem melhor com Audrey emprestando sua beleza e seu carisma a tantos filmes bacanas do Billy Wilder, do Stanley Donnen e do Blake Edwards.

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