Negroni e jazz? Tem no Méz, em São Paulo

4 tipos de negroni e muita música boa

Quem é apreciador de uma boa música vai gostar da novidade. Quem gosta de bebericar um negroni enquanto escuta boa música vai curtir ainda mais. No dia 13 de março (segunda) o restaurante Méz, em São Paulo, deu início ao seu projeto “Jazz & Negroni”, com quarteto fixo sob curadoria de Daniel Nogueira. O restaurante inspirado no lifestyle nova-iorquino, dos sócios Juliano Libman e Luiz Restiffe, unem o músico e coordenador do projeto Coisa Fina e do grupo Bixiga 70 a Igor Pimenta, Marcelo Lemos e Mauricio Caetano na Rua Mario Ferraz, no Itaim, todas as segundas-feiras, a partir das 20h30. 

Para compor as noites, o melhor do jazz ainda ganha carta especial de negroni que conta com 10 versões do drink, com opções que apresentam diferentes intensidades a fim de acompanhar os diversos ritmos da música.

 Abaixo, 4 deles:

O Original é feito com 3 partes iguais de Gin Tanqueray, Bitter Campari e o mais nobre dos Vermoths, Antica formula, servido em copo baixo com uma única pedra de gelo sem lapidação e Zest de laranja Bahia;

Mezgroni conta com um teor alcoólico mais baixo em uma versão menos amarga para quem está começando a apreciar a bebida;

Jambugroni é para aqueles que gostam de tomar algo diferente, e chega com Jambu – uma marca dos drinks do Méz – que adormece a boca a cada gole;

Boulevardier é um clássico criado em Paris por volta dos anos 30, rico em sabores com toda a complexidade do Boubon aliado ao doce e amargo de Vermouth e Campari.