For Honor: lançamento do mês tem porradaria à moda antiga

Escolha sua facção, lute até a morte e faça tudo de novo neste viciante game da Ubisoft

O que vikings, samurais e cavaleiros possuem em comum? Bem, você pode jogar com estas três classes de facções (da forma que bem entender) com o grande lançamento do mês For Honor, jogo da Ubisoft. Nele, você entra em um campo de batalha em uma disputa até a morte, aperfeiçoando gradativamente seus golpes, armas e personalizando seu guerreiro. Curtiu a proposta? Então fica a dica: o jogo está disponível desde já para PlayStation 4, Xbox One e Steam (PC).

Se você, caro leitor gamer, ainda não se decidiu, destacamos a seguir os principais aspectos de For Honor — e todo o seu potencial para ser um dos melhores jogos do gênero hack and slash do ano.

Visual

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Os gráfico de For Honor, se não são geniais, também não fica abaixo de seus similares da atual geração. Por tratar de três classes — e consequentemente três culturas diferentes — o jogo tem o desafio de criar uma identidade específica para cada um, e consegue isso bem, mesmo que sem muitos rodeios. O visual japonês é aquilo que vemos em filmes sobre a era feudal da ilha: muitos kyudos nos cenários, prédios e os castelos com beirais imponentes.

Na classe de cavaleiros, é como se estivéssemos jogando em cenários de Game of Thrones (o que não é algo ruim de nenhuma maneira), com construções duras em pedra e tudo aquilo que vemos em filmes medievais. O destaque porém está para os Vikings, que finalmente recebe tratamento devido dentro do mundo dos games com visual sóbrio e verossímil com a cultura da classe.

Jogabilidade

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De imediato, todos que já jogaram algum jogo do gênero (hack and slash) terão a impressão de que os três tipos de heróis servem como equilíbrio para seu estilo de jogo — viking como o personagem bruto e lento; samurai como herói rápido com pouca vida; cavaleiro como a média dos outros dois. Acontece que essa noção está ligeiramente errada: o ágil samurai dá muito dano aos inimigos, fugindo um pouco do conceito de equilíbrio dos três modelos.

Claro, com a devida personalização (tópico discutido na sequência) de armas e armaduras, é possível reformular todos os estereótipos dos personagens, dando maior resistência ao samurai, rapidez ao viking e melhorando as técnicas de ataque e defesa do cavaleiro — mas isso é uma questão de prática, habilidade e várias horas de jogo.

Da movimentação dos personagens aos movimentos de finalização — no maior estilo fatality de Mortal Kombat —, difícil mesmo é não se sentir na pele dos guerreiros. Ataques únicos, “bloqueios salva-vidas” e quebras de defesa para intimidar o adversário são só algumas das técnicas que você deverá adquirir para tornar-se profissional no game. Por sorte, os controles são extremamente simples, exatamente o que faltava em um jogo do gênero, com potencial para viciar fácil sem que você precise “decorar” os comandos.

História

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Um jogo hack and slash não precisa muito de história, mas ela está la e merece ser ao menos citada. Após uma catástrofe geral assolar o mundo, três facções (cavaleiros, samurais e vikings) se tornam nômades em busca de recursos, e é ai que começa toda a treta. Os grupo guerreiam e se degladiam por eras até esqueceram o real significado de sua luta. A questão é quem fomentou essa guerra é seu próprio Deus, que ao final de tudo queria que os grupos lutassem pela… honra, como diz o próprio nome do jogo.

A premissa é simples? Sim. Falta originalidade? De fato… Funciona? Com certeza, e é isso que importa.

Trilha sonora

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Talvez a maior surpresa no jogo. Muitas vezes jogos de batalha e de guerra se utilizam de trilhas sonoras para elevar o jogador e fazê-lo se sentir um herói. Não é o caso de For Honor. No jogo, as música são todas guiadas por um violino triste e trágico. Tira a aura de heroísmo do jogo e coloca o jogador em posição desconfortável ao lidar com um game que nada mais é do que uma guerra interminável e sem motivo.

Personalização

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O poder de personalização está nas suas mãos, seja pela simples aparência ou por instinto de sobrevivência. Afinal, mudar o couro que compõe a sua armadura não é só estética: dependendo do material, pode diminuir o dano do adversário. Armas e emblemas também podem ser modificados a partir do crafting (ou compra) de itens. Assim como nos jogos de tiro em primeira pessoa, há caixas de recompensa contendo itens diversos — mas, nesse caso, tudo depende da sua sorte.

Modos de jogo

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Seja optando por jogar partidas privadas com amigos ou morrendo muitas vezes até pegar o ritmo de partidas online, existe um destaque especial para as partidas de For Honor: com a opção de busca online para falantes da mesma língua que você — ou seja, o ping (conexão de rede) tende a não ser muito alto, e sua experiência de jogo fica muito melhor. Porém, isso também pode contribuir para que você caia em uma partida já iniciada, mas as chances de conseguir jogar bem em sequência até compensam.

De modos um contra um a quatro contra quatro, a pergunta que fica é: você prefere vikings, samurais ou cavaleiros?

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