Strip-pôquer
Ao contrário do pôquer normal, aqui não há fichas e ninguém pode aumentar a aposta. Ninguém também pode fugir, porque a cada rodada o dono do pior jogo deverá tirar uma peça de roupa. É bom que todos os jogadores comecem com o mesmo número de peças. Mesmo quando todos estiverem nus, a partida pode continuar: o dono das piores cartas leva uns tapas dos adversários. “Quem curte uns tapinhas já vai tinindo”, diz a estudante de farmácia Juliana H., 27 anos.

Drinques antes de começar: dois. Dão uma forcinha para as mais tímidas.
Qual é a graça? Quer mais além de ver suas amigas peladinhas?

Amigo indiscreto
Começa igual à brincadeira que rola todo final de ano na firma: escreve-se o nome de cada participante em pedacinhos de papel que serão sorteados. Porém, antes do sorteio, cada pessoa diz o que vai fazer com quem tirar: “morder a orelha”, “dar um beijo na nuca”, “fazer um cafuné”, e por aí vai. Depois rola o sorteio e todo mundo paga o que prometeu.

Drinques antes de começar: um só basta. A brincadeira no início é bem inocente, não assusta ninguém.
Qual é a graça? O negócio vai esquentando aos poucos e no fim você, no mínimo, beija todas as garotas na boca e as vê se beijando entre si. “Comecei fazendo um cafuné e terminei de calcinha beijando todo mundo de língua”, diz a jornalista L., 31 anos. Atenção: 1) só aceite brincar em rodas com maioria feminina; 2) lembre-se de colocar a mão na frente da boca caso tenha o azar de sortear outro marmanjo…

Tapa na pantera
É feito um sorteio, e a pessoa escolhida se inclina em um sofá, vendada, com a bunda à mostra, enquanto os outros participantes se alternam dando tapas no traseiro empinado. Quem apanha deve adivinhar quem bateu. Do contrário, segue apanhando. A brincadeira ficou famosa nos anos 1990 por ser a favorita da atriz Liz Hurley e de seus amigos. Obviamente a atriz desmentiu tudo um tempo depois.

Drinques antes de começar: um só para quem vai bater, mas pelo menos três (ou quatro) para quem vai apanhar.
Qual é a graça? Para quem bate, a sensação de poder. Para quem apanha… bem, tem gente que gosta.

Passando a bala
Os participantes se sentam em uma roda, alternando homem e mulher, e vão passando uma bala de boca para boca, até ela acabar. Antes de recomeçar com uma nova bala, todo mundo troca de posição, mas mantém-se a alternância entre homem e mulher. Uma variação mais apimentada da brincadeira obriga a pessoa em cuja boca a bala acabar a tirar uma peça de roupa.

Drinques antes de começar: quatro ou cinco. Beijar uma garota de cada lado é bom, mas não dá para esquecer que a bala veio de locais mais sombrios.
O que pode rolar: a relações-públicas Renata A., 32 anos, fã do jogo, diz: “Já fiquei a fim ou desencanei de vários conhecidos nessa brincadeira. Se você está de olho em um cara, senta do lado dele e vê que ele beija mal, já era. Mas, às vezes, você não dá nada para um outro e acaba descobrindo que ele é um deus do beijo. Já evoluí para coisas mais quentes com quatro carinhas diferentes”.

Os participantes se sentam em círculo e giram uma garrafa. O fundo aponta para quem vai perguntar, e o gargalo, para quem vai responder. É proibido mentir e, nessa versão, é proibido também perguntar coisas que não versem sobre sexo.

Jogo da verdadeDrinques antes de começar: nenhum. Mas é bom tomar uns durante a brincadeira, afinal, como diz o ditado, “o vinho entra e a verdade sai”.
O que pode rolar: jogo ideal para locais públicos, como bares, onde as pessoas não podem tirar a roupa sem mais nem menos. É excelente para você saber quais gatas da sua turma curtem, por exemplo, sexo anal, além de descobrir as fantasias de cada uma, entre outras informações que podem ser muito úteis no futuro.