Viver para Lutar: a série apresentada por Minotauro, do UFC

Programa estreia no dia 27 de março e vai atrás da história e da cultura dos esportes de combate mais populares do planeta 

 

O ex-campeão de MMA Rodrigo Minotauro Nogueira estava emocionado naquela tarde em uma academia de Okinawa, ilha ao sul do Japão. Havia acabado de treinar com uma grande lenda do caratê mundial, que detém a mais alta graduação do esporte – e que lhe prestou muita reverência. “Não recebi lições apenas de técnica, mas principalmente de como ser um grande mestre”, lembra. A cena, acompanhada de perto pelo diretor Nikolas Fonseca e uma equipe de outras seis pessoas da Mixer Filmes, faz parte de um dos seis episódios da segunda temporada de Viver para Lutar, série documental que deve estrear em 27 de março no Canal Combate e ser posteriormente transmitida em outros canais Globosat. “Pensei que se morresse lá, morreria feliz.”

Minotauro e a trupe viajaram durante quatro meses para Rússia, Tailândia, Coreia do Sul, Japão e Estados Unidos para viver a vida de atletas profissionais e amadores de esportes de combate – sambô, muay thai, taekwondo, judô, caratê e wrestling. “Pensei: o que posso trazer para pessoas que não gostam apenas de luta? Roteirizamos então os episódios, de cerca de 40 minutos, a partir da cultura dos locais que visitamos”, conta Fonseca. Minotauro está empolgado com a experiência de ser apresentador. “Encontramos os melhores treinadores e atletas de suas modalidades e, ao mesmo tempo, contamos sobre a cultura dos países, como as pessoas vivem, o que comem. Foi tão incrível que eu, por exemplo, não quis vir embora da Tailândia: fiquei lá mais 20 dias depois que as gravações acabaram, indo à academia com aqueles meninos, treinando com eles.”

Top 3 do Minotauro

1 – “Na Tailândia, quando entramos no Ginásio Rajadamnern, todo mundo segurava velas na mão em uma homenagem ao aniversário da rainha. Cantamos o hino e vimos excelentes lutas de muay thai. Eu subi ao ringue para colocar o mongkol [adorno de cabeça] em um garoto que morreu três semanas depois. Isso me marcou.”

2 – “Ver a união do time de judô da Tokai no campeonato universitário do Japão.”

3 – “Além de viver o espírito e estilo de vida dos caratecas de Okinawa, foi inesquecível treinar com uma grande lenda do caratê mundial, o oitavo dan mestre Higa.”

 

Comentários
Deixe um comentário

Olá, ( log out )

* A Abril não detém qualquer responsabilidade sobre os comentários postados abaixo, sendo certo que tais comentários não representam a opinião da Abril. Referidos comentários são de integral e exclusiva responsabilidade dos usuários que escreveram os respectivos comentários.

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s