23 Abril 2009 - 0 Comentários

Jhenny aprendeu a acender impecavelmente a churrasqueira. Veja o que mais ela aprendeu aqui

1 | Usarás álcool. Simples assim
2 | O álcool diluído, de 46ºGL, não serve. Comprarás um de 92ºGL ou mais
3 | Pão velho para quê? Por acaso és surdo? Usarás álcool e nada mais
4 | Serás generoso com o álcool: é meio litro para um saco de carvão
5 | Esperarás dois minutos para que o álcool encharque todo o carvão
6 | Muito cuidado ao acender: jogarás um fósforo de longe
7 | Não abanarás o fogo
8 | Não remexerás o carvão
9 | Antes de pôr a primeira carne para assar, esperarás de 45 minutos a uma hora para o carvão virar brasa e as chamas acalmarem
10 | Se usares álcool em gel, espalharás em vários pontos da churrasqueira

*Wessel é empresário de carnes, dono da marca que leva seu sobrenome

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09 Abril 2009 - 0 Comentários

1 | Estilo pessoal: sua casa - e os objetos que estão nela - tem que refletir quem você é.

2 | Não tenha medo das cores. Branco nem sempre é melhor. Para não errar, opte pelos tons acizentados de azul e verde. As cores devem harmonizar ou contrastar com os objetos.

3 | Iluminação: crie climas com luz indireta e dimmers (que controlam a intensidade da luz).

4 | Procure ampliar o ambiente removendo portas desnecessárias.

5 | Espelhos parecem aumentar o ambiente.

6 | Tenha sempre anotada a dimensão dos cômodos da sua casa para comprar coisas do tamanho certo. Objetos grandes ou pequenos demais dão um ar desleixado.

7 | Escolha peças que combinem entre si ou que provoquem um estranhamento intencional.

8 | Tapetes e cortinas: quanto mais discretos, melhor; evite frufrus e babados.

9 | Coleções: opte por agrupar os pequenos objetos num só lugar.

10 | Deixe paredes vazias e espaços entre as peças, para serem preenchidos com objetos encontrados em viagens ou presenteados pelos amigos.

* consultoria: Heloisa Neves, do escritório Tanta

Veja mais dicas para decorar seu cafofo

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18 Novembro 2008 - 1 Comentários


Após o jantar no Rainbow Room, com direito a vista para o Empire State e a uma pista giratória que ficava mais giratória à medida que eu experimentava mais um coquetel, o Smirnoff Experience celebrou um dos estilos musicais mais emblemáticos de Nova York: o hip-hop.

Veja aqui o vídeo da festa

Entre um show e outro, os quatro bares (mal) distribuídos pelo local da festa, o antigo banco Capitale, hoje um badalado centro de eventos na Bowery street, serviam experimentações criadas pelos barmen, além de alguns tiros certeiros, clássicos do bar (alguns deles eu mencionei em outro post).


Chega de lenga-lenga e vamos às receitas, com a indexação no índice de macheza da coluna Garrafologia, criada pelo editor Marcos Nogueira:

1 | Bloody Mary
Um dos drinques mais famosos do mundo teria sido criado na Nova York dos tempos da Lei Seca. Na época, os destilados que existiam (porque, na prática, ninguém parou de beber, só bebia coisas piores) eram de qualidade terrível e as batidas policiais nos bares eram freqüentes. Portanto, um coquetel que mascarasse o gosto medonho da vodca e ainda desse uma corzinha para disfarçar era uma mão na roda para os bebedores dos loucos anos 20.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 1,5 dose de vodca
- 3 doses de suco de tomate

- 0,5 dose de suco de limão

- 1 colher (de chá) de molho inglês
- 2 gotas de pimenta tipo Tabasco, sal, pimenta-do-reino e 1 fatia de limão (opcionais)
Reserve a fatia de limão e agite todo o resto na coqueteleira, com umas três pedras de gelo. Coe para um copo old fashioned (aquele compridinho, saca?) e decore com a fatia de limão.

2 | Metropolitan
Talvez você já tenha visto esse drinque feito com cachaça, com uísque, com vodca com outros ingredientes. Mas no final é um drinque de mulherzinha que você pode fazer para agradar uma amiga ou um potencial sexo sem compromisso. Pra variar um pouco, vamos ver uma receita com a nossa aguardente.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- 1 dose de cachaça
- 0,5 dose de xarope de cramberry
- 0,5 dose de licor de laranja
- 0,25 dose de suco de limão
Bata os ingredientes na coqueteleira junto com três pedras de gelo. Sirva num copo de martini previamente gelado e decore com uma casca torcida de laranja.

3 | The Fourth Element
Essa novidade foi criada para a festa. Trata-se de uma homenagem à cultura hip-hop, mesmo que, ao beber, você não fique com vontade de virar o boné ou dançar break. Segundo o mixologista (mistura de barman com cientista) Kenji Jesse, criador do coquetel, a inspiração veio da importância da limonada caseira e da cereja - uma das frutas mais populares dos EUA - na cultura americana. O drinque é fácil, bom, direto e reto - essa, talvez, é outra referência ao hip-hop tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: discutível

Receita:

- 1 dose de vodca frutada
- Licor de framboesa
- 1 dose de suco de limão
- 0,25 dose de xarope de açúcar (duas partes de açúcar para uma de água)
- Água tônica
Misture os quatro primeiros elementos do drinque num copo alto com gelo. Complete com a água tônica até a boca.

* * *
Sobre o índice Garrafologia de coquetéis
A brincadeira surgiu na coluna Garrafologia, assinada pelo editor da seção Boa Vida da revista, Marcos Nogueira. Ele dividiu os coquetéis em seis categorias, exemplificadas a seguir:

- Trogloditas: rabo-de-galo, maria-mole, caracu com ovo
- Viris: bloody mary, dry martini
- OK: caipirinha, margarita
- Discutíveis: caipirosca de maracujá, mojito, frozen sei-lá-o-quê
- Inadequados: caipirosca de frutas vermelhas, drinques com leite condensado ou chocolate
- Escandalosos: cosmopolitan, saquerinha de lichia, sex on the beach, qualquer coisa azul

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31 Outubro 2008 - 0 Comentários

Bellini: o drinque é de mulher, mas é style pacas.
Foto: divulgação

Alguns de nós brasileiros podem torcer o nariz para coquetéis, mas nos Estados Unidos eles são uma instituição há muito tempo, com drinques para todos os gostos, estômagos e níveis de macheza. A VIP foi convidada para um evento realizado pela vodca Smirnoff em Nova York, que celebrou duas marcas da vida noturna da cidade: os cocktails (rabo-de-galo) e o hip-hop.

A noite preliminar da festa foi uma recepção no Rainbow Room, no alto do Rockefeller Center. A 65 andares do chão, com vista para o Empire State e o Chrysler Building, o célebre restaurante Cipriani ofereceu coquetéis, entre eles o Bellini, criado em Veneza, em 1931, por Giuseppe Cipriani.

O Rainbow Room era ponto de encontro da elite nova-iorquina nos anos 30, época da Grande Depressão. Esse mês, auge da "maior crise econômica mundial" desde 1929, a VIP conheceu essa balada da cidade 70 anos atrás. Com pista giratória e um mix esperto e hypezinho de jazz e hip-hop, o local pode vir a ser, mais uma vez, uma válvula de escape sofisticada em NY, no caso de uma nova Depressão chegar por aí...

Eu tive a árdua missão de provar receitas célebres da Grande Maçã e de outras cidades americanas, além de experimentações dos barmen. Anote, experimente e divirta-se. Ah, tá bom, beba com responsabilidade, tá?

1 | Moscow mule (Mula moscovita)
Criado em Hollywood durante a Guerra Fria, o drinque é forte e refrescante. Ótimo no nosso verão.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: OK

Receita:
- 2 a 3 doses de vodca
- Suco de meio limão galego
- Ginger beer (pode ser substituído por ginger ale ou soda limonada)
Sirva em copo longo e misture os ingredientes. Acrescente gelo e, se quiser, uma casquinha de pepino para enfeitar.

2 | Cosmopolitan
Por ser o tal drinque da série Sex & The City, cujas personagens peruonas do Upper East Side bebem sem parar, é um hit da cidade.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: Escandaloso

Receita:
- 1 dose de vodca
- 1 suco de limão
- Casca do limão
- 50 ml de suco de cranberry
- 1 dose de licor de laranja (Cointreau, de preferência)
Misture tudo numa coqueteleira com gelo e coe num copo bem gelado, sem deixar as pedras caírem. Decore com uma casquinha do limão e sirva, de preferência para uma amiga.


3| Dry Martini
Se a Ferrari fosse um drinque, seria este. Uma das histórias da origem do coquetel diz que ele foi criado aqui em Nova York por um barman chamado Martini, para o bilionário John D. Rockefeller, em 1910. Portanto, nada tem a ver com o nome do vermute usado comumente na receita, o italiano Martini. O tal "batido, não mexido" de James Bond serve só para o vodca martini. Com gim, mexe-se, sim.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Basicamente, o preparo é:
- 1,5 dose de gim seco
- 0,25 dose de vermute branco seco
- 1 twist de casca de limão
- Azeitona verde
Bata na coqueteleira com muito gelo o gim e o vermute. Coe numa taça de coquetel - de martini, claro - previamente gelada. Acrescente, se preferir, a casca ou a azeitona.

4 | Manhattan
Como todo clássico de bar, este drinque gera polêmica quanto a proporções corretas e ingredientes usados. A receita original pede rye, o uísque original dos Estados Unidos, de centeio, mas, na falta dele, vá de bourbon mesmo, o uísque de milho típico do país. Além disso, vermute tinto doce ou branco seco, no caso do Manhattan seco. Aqui, damos o Manhattan tradicional.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: viril

Receita:
- 2,5 a 3 doses de rye (ou bourbon)
- 1 dose de vermute tinto doce
- Gotas de angostura
Misture os ingredientes num copo para mexer, com gelo, e coe para o copo estilo martini. Para decorar, cereja ao marasquino.

5| Bellini
Criado por Giuseppe Cipriani em Veneza, em 1931, o drinque fez sucesso por aqui quando a família aportou em Nova York, onde se transformou numa grife de restaurante. A receita tradicional leva champanhe de pêssegos, ou seja, um drinque escandaloso. No Rainbow Room experimentei uma nova versão, um pouco mais forte.
Classificação no índice Garrafologia de coquetéis: inadequado

Receita:
- meia dose de vodca
- 0,25 dose de suco de limão
- 0,25 dose de licor de pêssego
- 0,25 dose de frozen (ou purê gelado) de pêssego
- Prosecco
Na coqueteira, bata a vodca, o licor, o purê e o suco, coe em copo de martini e complete com prosecco.

Semana que vem, a noite hip-hop em Nova York, turbinada com mais três drinques: Bloody Mary, Metropolitan e The Fourth Element

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02 Setembro 2008 - 0 Comentários


Se você desconfiava que aquele bife quase cru que você mandou de volta à cozinha recebia um ?tempero especial?, continue desconfiado. Garçons e cozinheiros realmente são vingativos contra clientes malas. O garçom-blogueiro americano Steve Dublanica acaba de lançar um livro com os bastidores sombrios do negócio das refeições. Confira abaixo 10 revelações de Waiter Rant (algo como "Bombas de um Garçom", inédito no Brasil).

Visite o blog de Dublanica

1 | Evite jantar em restaurantes aos sábados. As cozinhas ficam sobrecarregadas nessas noites, o que afeta a qualidade dos pratos.

2 | Trabalhadores de restaurantes ganham pouco e não podem se dar ao luxo de folgar quando estão gripados, espirrando e com o nariz escorrendo. São eles que vão mexer na sua comida.

3 | Quando um cliente perde a cabeça e destrata o garçom, a vingança é inevitável. Garçons cospem mesmo na comida que servem.

4 | Nunca diga "sou amigo do dono". Você só vai ser considerado um babaca.

5 | Não peça pratos que não estão no cardápio. Você vai forçar o cozinheiro a fazer algo que talvez ele não saiba fazer bem.

6 | Se você foi muito bem atendido por um garçom, peça para sentar à mesa que ele atende. Ele fica bem na fita com o dono do restaurante ? e a gratidão resulta num serviço melhor ainda.

7 | Dividir um prato é OK, mas nunca peça água, limões e açúcar para fazer a própria limonada.

8 | Se você não tem grana para pagar o serviço, não tem grana para ir a um restaurante.

9 | Sempre confira a conta.

10 | Nunca chegue 15 minutos antes de a cozinha fechar. Os cozinheiros vão se livrar do serviço o mais rápido que puderem. Enquanto você come a entrada, o prato principal requenta na estufa.

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27 Agosto 2008 - 4 Comentários

1 | "Ei, você de amarelo, quer morar no meu castelo?"

2 | "Imagina um coco. Agora imagina esse coco no alto de um morro bem íngreme. E aí, rola ou não rola?"

3 | "Mas que belo jardim para plantar mandioca" (alerta tapa na cara)

4 | "Está esperando ônibus?" "Porque você tá no ponto"

5 | "Onde você mora?" "Nã-nã-não. Você mora aqui, ó!" (apontando para o próprio coração)


Toscas? Mas dá pra arrancar uma ou outra risada com elas. E, no fundo, mulher quer é se divertir. Vai, comenta aí e manda as cantadas que você usa na balada, as que está mandando em Barretos ou aquelas na manga para o próximo verão. Um almanaque de xavecos ruins pode sair daqui!

* com a colaboração do assinante Marcelo Cassini, que comprovou empiricamente a eficácia dos xavecos

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13 Agosto 2008 - 0 Comentários

Rótulos que existem pra valer, avaliados sem muita noção...


1 | MONTE DOS CABAÇOS
Vinho jovem, indicado para principiantes. Alguns compradores relataram certa dificuldade na remoção do lacre da garrafa.







2 | TERRAS DO PÓ BRANCO
O rótulo diz que o vinho é português, mas suspeita-se que a produção clandestina se dê na Colômbia. O buquê se mostra muito potente no nariz.

3 | CASA DOS ZAGALOS
Quatro vezes premiado em concursos internacionais, é um vinho envelhecido em calças de abrigo esportivo. Mesmo que esteja estragado, você vai ter que engolir.

4 | MONTE DA RAVASQUEIRA
Veja Quinta da Bacalhoa

5 | QUINTA DA BACALHOA
Feito com uvas da variedade periquita na região de Bucelas. O problema dos pêlos na boca da garrafa foi corrigido em safras mais recentes.


6 | TRÊS BAGOS
Resultado da parceria da portuguesa Grão Vasco com a italiana Bolla, é engarrafado nas Terras do Saco, quer dizer, do Sado. Precisa ser longamente decantado, uma vez que produz muita borra.





7 | VINHA DA TAPADA
Célebre vinho feito na quinta de dona Maria Anta Borregos, que até hoje não pôde degustar os próprios vinhos, pois nenhuma de sua aldeia vende saca-rolhas.

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03 Julho 2008 - 4 Comentários


Pose é tudo no mundinho cult!

Entre 2 e 6 julho, a Festa Literária de Parati vai encher a cidade fluminense de mulheres lindas, inteligentes, charmosas a fim de encontrar alguém tão culto, letrado e inteligente quanto elas - ou que pareça ser assim. Na comunidade do Orkut dedicada à feira, há um tópico só de mulheres que viajarão sozinhas e querem se enturmar. Então a VIP preparou um guia para você se dar bem nos becos de Parati mesmo sem saber se o Machado de Assis era escritor ou uma ferramenta do interior de São Paulo.

1 | Acessórios
Dá para impressionar de boca fechada, apenas usando alguns acessórios: cachecol, revista Piauí meio amassada, bloco de anotação Moleskine (a mesma marca usada por Picasso e Hemingway - fale sobre isso se a gata não souber). Também ajuda usar uma camiseta com alguma frase em alemão, francês ou alguma língua esquisita (se ela perguntar o que é, invente alguma coisa sensível).

2 | A palestra certa
Se quiser mesmo dar as caras em alguma palestra, vá na deste sujeito: o francês Pierre Bayard, que escreveu o livro Como Falar de Livros Que Não Lemos. O título é autoexplicativo. Palavras do mestre: "Eu nunca li Ulisses de (James) Joyce e provavelmente não lerei jamais, mas não me sinto nem um pouco inabilitado, numa conversa, para falar de Ulisses".

3 | Leia quadrinhos
Se você ficou com vontade de comprar um livro mas sabe que não vai conseguir ler até o final, vá de Sandman, o quadrinho mais famoso de Neil Gaiman. O cara é um dos melhores quadrinistas do mundo e é a celebridade nerd mais aguardada em Parati.

4 | Tenha opiniões fortes
Opiniões fraquinhas não pegam ninguém. Por isso, quando estiver na mesa do bar falando sobre literatura, faça comentários fortes. Você vai impressionar mais se falar frases de impacto, do tipo: "Machado de Assis era um tremendo de um picareta" ou pelo menos "Estou cansado das críticas sociais do Machado".

5 | Deixa falar
Intelectual, homem ou mulher, gosta de mostrar que entende das idéias. Então deixe a garota falar e elogie o que ela disser, mesmo se você não entender nada. Dá para usar frases como "o legal de conhecer gente nova é que acabamos conhecendo novos livros também". Para a conversa ter um rumo, faça pequenas perguntas para ela continuar falando.

6 | Enrole
Se ela pedir para você explicar por que odeia o Machadão, devolva: "Você sabe o que eu estou falando". Ou encarne o Rolando Lero da USP, dizendo coisas como: descortinar as razões, desconstruir, personagem multifacetado, zeitgeist ("zaitgaist", "o espírito da época"), roteiro inconsistente...

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02 Junho 2008 - 1 Comentários


Você pode não agüentar mais o assunto, mas aquecimento global é importante e, sim, pequenas atitudes podem fazer a diferença. Mas, para não correr o risco de virar um ecochato, siga estas dicas. É assunto pra mesa de bar e um bom gancho pra puxar aquela conversa a dois.

1 - Entenda o básico
O ideal é mudar os hábitos entendendo o que se passa no planeta e com nossa pobre civilização. Mas, se você o fizer porque está na moda, já é alguma coisa. Cansado de blablablá? Comece por aqui e veja o que está rolando no planeta, em números, minuto a minuto.

2 - Reciclar é enfiar no lugar certo
Aqueles cestos coloridos confundem você? Faça o mínimo, separando o lixo seco (vidros, papéis, plásticos e metais), que vai para reciclagem, do resto, que segue na coleta normal.

3 - Lavar calçada é coisa de mané
Quer um bom motivo para não lavar a calçada com mangueira ou ficar meia hora no banho? A cada 15 segundos, a escassez de água potável mata uma pessoa.

4 - Coma direito
Leite com soda cáustica, galinha com hormônios, alface e tomate com agrotóxicos... O que você está esperando para comer direito? Quando nós escolhemos o que vai para o prato, decidimos também o destino do planeta.

5 - Tente dar um tempo no carro
Nossas pernas podem nos levar de lá pra cá, livrando o planeta e nós mesmos de mais algumas dosinhas poluidoras. Use mais a bike, tire o skate do sótão, siga a pé para o trabalho, para o cinema ou o apê da amante.

6 - Reutilize, economize
Quase tudo que você encontra nas lojas pode ser comprado velhinho em folha ? e mais barato. Os recursos naturais estão se esgotando e a produção contínua agrava o efeito estufa, entre outros fatores. Reusando as coisas, interrompemos o processo. Lavou, tá novo!

7 - Saiba o que está comprando
Se não for fácil viver de coisas usadas, prefira produtos certificados, que resultem de processos sustentáveis. O fabricante de tênis usa mão-de-obra infantil? Mude de marca. Aquele carro polui menos? Fique com ele.

8 - Grama é mais legal que cimento
Sua prima mandou cimentar o jardim? Para onde ela acha que vai a água da chuva? Parte do problema das enchentes nas cidades vem da mania de acabar com as porções de terra ao nosso redor.

9 - Bituca também é lixo
Você fuma? Evite ambientes fechados, seja lei ou não. E use o cinzeiro! Bitucas podem levar até
cinco anos pra se decompor. Na água, estão matando peixes e tartarugas, entre outros animais.

10 - Faça mais e fale menos
Nada pior do que um caga-regras, o sujeito que dá palpite mas não segue uma vírgula. Porém, se você mata a cobra, praticando o que professa, sua experiência será observada pelos amigos, familiares e vizinhos. Não precisa dizer nada: eles virão perguntar.

Quer mais do que 10 passos? Aqui tem 50. Só não garantimos que você não vai virar um mala verde se seguir todos à risca...

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