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	<title>VIP &#187; Sexo</title>
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		<title>Você na boca do povo</title>
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		<pubDate>Mon, 20 May 2013 19:27:35 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexo fácil]]></category>
		<category><![CDATA[fofoca]]></category>

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		<description><![CDATA[Vai dizer que não sabia que falar de você é o tema preferido das rodas femininas?]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Boca-do-povo.jpg" alt="Você na boca do povo" title="Você na boca do povo" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-29694" /></p>
<p>Todas as mulheres falam sobre seus namorados, noivos, maridos, amantes, ficantes. Da briguinha cotidiana às mais fogosas transas, passando pelos seus fracassos, vergonhas e sacanagens. Sim, a gente conta, mais dia ou menos dia, para uma amiga, para o terapeuta – e, às vezes, para TODAS as pessoas que estão no salão do cabeleireiro (não é exagero, juro). Quanto mais espontânea, faladeira e sem noção for a sua gata, mais você estará na boca do povo. Conheça os assuntos preferidos, saiba como identificar se você é o personagem principal e veja o que fazer:</p>
<p><strong>Seus feitos na cama</strong><br />
Tudo o que você faz de novo e surpreendente vira papo nosso. Como os homens andam um tanto sem criatividade nos últimos tempos, protagonizar uma cena tórrida, digna dos filmes românticos com cenas de sexo caliente, certamente vai provocar o delírio da mulherada.</p>
<p><strong><em>Você está sendo falado?</em></strong> Se de repente perceber que as amigas da sua garota começam a olhar para você com mais simpatia que o normal, pode ser que você tenha batido um “bolão” e a torcida toda esteja sabendo.</p>
<p><strong><em>O que fazer?</em></strong> Continue inovando, meu caro. Leia os livros eróticos da moda e se inspire em seus protagonistas. Sucesso na certa!</p>
<p><strong>Sua falência</strong><br />
Falamos sobre isso também. No início de uma maneira tímida, depois meio em tom de desabafo – de vez em quando, até com ódio da sua falta de motivação, sedução, ereção. Se os episódios repetirem-se, ameaçamos sair com outros caras.</p>
<p><strong><em>Você está sendo falado?</em></strong> Esse tema será pauta de muitas reuniões femininas nos botecos da cidade ou na casa das amigas de sua mulher. É quase como uma sociedade secreta tentando “mapear” você. Por isso, se ela voltar do encontro com as amigas olhando para você de uma forma estranha, evitando-o, desconfie.</p>
<p><strong><em>O que fazer?</em></strong> Tenho duas dicas: a primeira é conversar muito seriamente com sua parceira sobre a necessidade de manter os problemas íntimos SÓ entre vocês. Seja firme, claro e demonstre profunda decepção caso ela resolva sair por aí contando a vida dos dois. A segunda: se eu fosse você, colaborava para a melhora da situação. Afinal as amigas vão querer saber os próximos capítulos, e pega bem pacas se você for um sujeito preocupado com a qualidade da vida sexual de vocês e das necessidades de sua parceira.</p>
<p><strong>Suas pisadas de bola</strong><br />
Não há mulher neste mundo que não desabafe diante de uma sacanagem do querido. Por mais que depois de desfilar o rosário das muitas que você aprontou, como sumir no meio da madrugada, dar desculpas esfarrapadas, ser visto com alguém, a gente até passe a mão na sua cabeça, enaltecendo aquilo que você tem de melhor, o estrago já foi feito. Você já é um canalha, um babaca, uma pessoa imatura.</p>
<p><strong><em>Você está sendo falado?</em></strong> Sua sogra mudou com você? O melhor amigo da sua mulher está evitando ficar sozinho ao seu lado? As amigas estão disfarçando pouco o sentimento de decepção? Pois você já caiu na boca do povo – e se encaminha para a boca do sapo.</p>
<p><strong><em>O que fazer?</em></strong> Se você gosta da sua garota e está arrependido por vê-la sofrer, então acho bom jogar limpo e ser homem de verdade. Descubra o que pode fazer para reconquistar a confiança dela. Se o problema parecer insolúvel, sugira uma terapia de casal, que poderá ajuda-los a refazer o contrato de relacionamento. Mais dia, menos dia todas as pessoas saberão que você, no fundo, é alguém que se preocupa com os sentimentos alheios.</p>
<p><em>*Ana Canosa é psicóloga clínica, terapeuta e educadora sexual e acredita que faz parte da relação entre mulheres contar seus sentimentos.</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Fsexo-facil%2Fvoce-na-boca-do-povo%2F&amp;title=Voc%C3%AA%20na%20boca%20do%20povo" id="wpa2a_2"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<contentType>noticias</contentType>
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		<title>Deixe o sexo melhor para você</title>
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		<pubDate>Mon, 06 May 2013 19:37:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[exercícios]]></category>
		<category><![CDATA[Prazer]]></category>

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		<description><![CDATA[Apresentamos um minimanual do prazer para o homem. Porque nos permitimos ser egoístas desta vez]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Sexo-melhor-1.jpg" alt="Deixe o sexo melhor para você" title="Deixe o sexo melhor para você" width="620" height="726" class="aligncenter size-full wp-image-29401" /></p>
<p>Aqui na VIP sempre damos dicas de como você pode dar mais prazer à gata. Mostramos o tipo de massagem que pode levá-la ao orgasmo. E não cansamos de dizer como as preliminares são importantes para as mulheres. Só que neste mês pedimos licença para ser egoístas. Consultamos especialistas em sexo, em nutrição e em exercícios físicos, além de pesquisas recentes, para mostrar como a transa pode ser muito mais gostosa para você. Aproveite.</p>
<p><strong>SEGURE A ONDA</strong><br />
Nada de ficar pensando na tia-avó doente para atrasar a hora de gozar. Há técnicas para sua transa ser mais longa sem que você tenha que apelar para esses artifícios broxantes. Segundo a terapeuta sexual e nossa colunista de sexo Ana Canosa, não penetre logo no início. “Quanto mais controle você tiver, mais consegue segurar a transa”, diz ela. Então, vá aproveitando o caminho. “Mude de posição, peça sexo oral, pare um pouco em seguida, penetre de novo, mude a posição, e assim vai.” A expert diz que também ajuda se você variar o ritmo da movimentação.</p>
<p><strong>COLOQUE UM ANEL</strong><br />
Já ouviu falar de anel peniano? É um apetrecho vendido em sex shops que também ajuda a segurar a ejaculação – nossa colunista de sexo diz, no entanto, que ele não faz milagres e não consegue prolongá-la por mais de 20 minutos. Alguns têm dupla função: ao mesmo tempo que pressionam a base do pênis e retardam a ejaculação, eles têm um vibrador que estimula o clitóris da parceira.</p>
<p><strong>USE O MÚSCULO SEXUAL</strong><br />
Já ouviu falar do músculo pubococcígeo (ou PC para os íntimos)? Ele vai do osso púbico ao cóccix e fica bem perto do pênis, controlando tanto a urina quanto os espasmos quando goza. Médicos e especialistas recomendam o fortalecimento para melhorar seu orgasmo e reduzir as chances de ejacular antes da hora. O chamado exercício de Kegel ajuda. Aprenda a fazê-lo:</p>
<p><strong>1 -</strong> Imagine que vai urinar e contraia o músculo que o faz segurar o xixi. Este é o PC<br />
<strong>2 -</strong> Segure esse movimento por dois segundos e solte-o<br />
<strong>3 -</strong> Repita 20 vezes o exercício, três vezes ao dia<br />
<strong>4 -</strong> Gradualmente, vá aumentando o tempo que você contrai o PC</p>
<p><strong>FIQUE CRAQUE NO STOP-START</strong><br />
É outro treino que vai fazer você perceber as sensações que antecedem o orgasmo – e, assim, retardá-lo. Masturbe-se e, ao sentir que vai gozar, pare e pressione por alguns segundos com os dedos a parte de baixo da glande (ou a parte de baixo da cabeça de seu pênis). Volte a masturbar-se e faça todo o procedimento novamente. Só depois da terceira vez você pode gozar. Treine diariamente.</p>
<p><strong>FAÇA-A COLABORAR</strong><br />
Mulheres são mais egoístas na hora do sexo. Não acredita? Uma pesquisa publicada na edição de fevereiro da VIP mostra que, enquanto 42% dos homens preferem dar do que receber prazer, apenas 14% das mulheres pensam assim. Portanto, faça-a dar prazer a você sem que ela note, fazendo parecer um jogo: o “mapa erótico”. Peça para ela explorar seu corpo de formas variadas, mordiscando, lambendo e assoprando. “Você vai falando onde tem tesão e onde não tem. Certamente vai ficar muito excitado”, diz Ana Canosa.</p>
<p><strong>TENHA CONTROLE RESPIRATÓRIO</strong><br />
Esta é a chave do sexo tântrico, aquele que promete relações sexuais de horas e prazer sem ejaculação. Se você não tiver paciência nem tempo para fazer um curso, saiba que apenas aprender a controlar a respiração já ajuda – e muito. Mantenha-a profunda e regular durante o ato sexual, inspirando lentamente pelo nariz e expirando pela boca, para que os orgasmos sejam mais intensos. A respiração ofegante, por outro lado, aumenta a excitação – e faz o sexo durar menos tempo.</p>
<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Sexo-melhor-2.jpg" alt="Deixe o sexo melhor para você" title="Deixe o sexo melhor para você" width="399" height="412" class="aligncenter size-full wp-image-29402" /></p>
<p><strong>FAÇA COISAS DE MACHO</strong><br />
Como ir ao estádio ver um jogo de seu time. Ou treinar boxe. Ou assistir a um filme do tipo O Poderoso Chefão Pesquisas realizadas por universidades como Northumbria, no Reino Unido, Saskatchewan, no Canadá, e Michigan, nos EUA, mostram que atividades como essas aumentam os níveis de testosterona. E, quanto mais desse hormônio no organismo, maiores as chances de você ter um orgasmo mais poderoso – isso quem afirma são os pesquisadores do Hospital Militar de Atenas, na Grécia.</p>
<p><strong>SEJA BOM DE CAMA</strong><br />
Dormir corretamente – ou seja, entre seis e oito horas por dia – permite que o organismo produza mais testosterona, o que aumenta a vontade de transar. A descoberta foi publicada no científico Journal of Apllied Psycology.</p>
<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/05/Sexo-melhor-3.jpg" alt="Deixe o sexo melhor para você" title="Deixe o sexo melhor para você" width="620" height="1251" class="aligncenter size-full wp-image-29403" /></p>
<p><strong>EXERCITE-SE</strong><br />
Há várias formas de exercícios físicos para ajudá-lo a transar mais e melhor.</p>
<p><strong>Algumas delas:</strong></p>
<p>➜ <strong>Atividades vigorosas,</strong> como corrida ou spinning, liberam endorfina, hormônios que melhoram o humor e o deixam relaxado. Segundo o American Council on Exercise, nas horas que se seguem a meia hora ou 40 minutos de algum treino cardiorrespiratório como esses eleva-se a temperatura do corpo e aumenta-se a sensibilidade ao toque – ótimo momento para uma transa. E o Instituto Kinsey, dos EUA, afirma: correr 3,5 horas por semana aumenta em 75% o desejo sexual.</p>
<p>➜ <strong>Se você</strong> tiver que fazer apenas um exercício para melhorar sua performance sexual, faça flexões – braços e ombros fortes são essenciais para você manter-se (ou para mantê-la) em diversas posições. Comece com três séries diárias de 10 repetições (se estiver muito difícil, apoie o joelho no chão) e aumente-as gradativamente até chegar a 15.</p>
<p>➜ <strong>Os abdominais</strong> também são músculos importantes: o chamado “core” promove movimentos fortes por mais tempo. De acordo com pesquisadores da Universidade da Califórnia, homens com músculos fortes têm, em média, quatro parceiras sexuais a mais do que os demais. Faça três séries diárias de 20 a 30 abdominais (variando o tipo).</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Fcomportamento%2Fdeixe-o-sexo-melhor-para-voce%2F&amp;title=Deixe%20o%20sexo%20melhor%20para%20voc%C3%AA" id="wpa2a_4"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Muito além dos 50 tons</title>
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		<pubDate>Fri, 19 Apr 2013 19:07:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>

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		<description><![CDATA[A colunista Carol Teixeira indica obras para você e sua gata aproveitarem bem mais do que a aguinha com açúcar que aquele livro cinza espalhou por aí]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Muito-além-dos-50-tons.jpg" alt="Muito além dos 50 tons" title="Muito além dos 50 tons" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-29171" /></p>
<p>A primeira reação das pessoas ao sadomasoquismo é imaginar logo a versão mais caricata do assunto e vê-lo como algo muito distante delas. Mas não é. Que atire a primeira pedra a mulher que não sentiu algum dia prazer numa puxadinha de cabelo ou um tapa na bunda em momentos mais empolgados do sexo. E quem já não se pegou inesperadamente excitado num filme com uma cena sexual mais violenta do que o usual? O próprio sexo anal traz em si claramente traços de sadismo e masoquismo. Claro, o SM de verdade envolve práticas e sensações bem mais extremas, mas o princípio é o mesmo: poder. Submissão e dominação. A questão do SM é muito mais psicológica do que física e não tem nada de errado percebermos em nós mesmos pontinhas de sadismo ou masoquismo durante o sexo ou nos excitarmos com os ótimos filmes e livros sobre o assunto. Aí vão minhas dicas. Mas sem falar de Cinquenta Tons de Cinza, porque vocês podem mais, queridos.</p>
<p><strong>Secretária, de Steven Shainberg</strong><br />
Adoro esse filme estranho e interessante. A protagonista, personagem de Maggie Gyllenhaal, recém saiu de um sanatório. Tentando viver uma suposta vida normal, começa a trabalhar num escritório como secretária. Porém, ela e seu chefe acabam dando início a uma relação sadomasoquista que, para os outros, pareceria bizarra mas que, para eles, faz todo sentido. Em um certo momento do filme ela fala: “Encontrei alguém para amar de uma maneira que parece certa”. Era certo para ela e para ele, e isso bastava. O que lembra o princípio do dano do filósofo inglês John Stuart Mill: se um acordo é desejado pelas partes e não prejudica a terceiros, não cabe a ninguém julgar.</p>
<p><strong>A História de “O”, de Guido Crepax (L&#038;PM)</strong><br />
Boa notícia para os amantes de HQ erótica. Este mês será lançada pela L&#038;PM A História de “O”, do mestre Guido Crepax, baseada no polêmico e clássico livro homônimo de Pauline Réage. Correntes, chicotes, coleiras, consolos, plugs anais, vendas e mordaças são os ingredientes do coquetel desenhado por Crepax. Um coquetel temperado com bondage e servido no calabouço da mansão para onde “O” é levada. Lá a personagem título é submetida a uma série de práticas de dominação, incluindo as mais criativas e bizarras fantasias de seu senhor. “A partir daí, ela descobre que prazer e submissão são dois lados da mesma moeda e que carrasco e vítima não passam de cúmplices em um pacto sinistro que pode trazer prazer a todos”, conta Ivan Pinheiro Machado, editor da L&#038;PM. “No traço de Crepax, o leitor encontra obscenidade mesclada a elegância e perversão temperada com artes plásticas.”</p>
<p><strong>A Entrega, de Toni Bentley (Objetiva)</strong><br />
Este livro me surpreendeu desde as primeiras páginas. Bentley, jornalista que colabora com publicações importantes como The New York Times, escreve aqui sobre como ela encontrou a transcendência através da entrega no sexo anal. Suas memórias íntimas são intelectualizadas e justificadas ao longo as páginas por meio de argumentos que fazem todo sentido e surpreendem do início ao fim. “Alguém precisa estar por cima e alguém, por baixo. Lado a lado é um tédio”, escreve ela. “A igualdade nega o progresso e evita a ação.”</p>
<p><strong>Maidenhead, de Tamara Faith Berger</strong><br />
Dica ótima do escritor Daniel Galera. O livro não foi lançado ainda no Brasil, mas, se você se garante no inglês, encomende logo porque vale a pena. A história é narrada por Myra, uma garota de 16 anos, que durante um período de férias com a família conhece um músico africano mais velho. Ele a atrai para um sórdido quarto de pensão e ali vivem experiências que a transformam completamente, a ponto de ela desejar ser uma escrava sexual. “Em especial, o livro dialoga de forma muito interessante com a onipresença da pornografia na internet”, diz Galera. “Para Myra, é natural tratar logo de investigar suas novas fantasias em sites pornográficos, e um dos grandes momentos do livro ocorre quando ela está assistindo a vídeos de teens entregues a submissões sexuais de todos os tipos. O olhar de uma atriz capta sua atenção, e Myra se pergunta como e por que ela foi parar ali. Quem são essas garotas? Acima de tudo: como elas se sentem? Myra deduz que aquelas atrizes são como ela.”</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Fcomportamento%2Fmuito-alem-dos-50-tons%2F&amp;title=Muito%20al%C3%A9m%20dos%2050%20tons" id="wpa2a_6"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>O passatempo preferido delas é sexo!</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Apr 2013 23:02:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Pesquisa realizada por universidades alemã e americana revela que a atividade preferida das mulheres é fazer sexo]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/04/Mulheres.jpg" alt="O passatempo preferido delas é sexo!" title="O passatempo preferido delas é sexo!" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-28973" /></p>
<p><strong>106 minutos diários de sexo</strong>. É disso que elas precisam para o dia ser <strong>perfeito</strong>. É o que concluiu uma <strong>pesquisa</strong> feita pelas universidades Jacobs e Bremen, da Alemanha, e Georgia Tech, dos Estados Unidos. O estudo entrevistou 900 <strong>mulheres</strong> e perguntou a elas como seria um dia ideal. A atividade primordial apontada pelas participantes foi <strong>sexo</strong>!</p>
<p>O estudo também concluiu que o dia perfeito das mulheres teria:</p>
<p>•	98 minutos de tarefas tecnológicas (computador, email ou telefone)<br />
•	82 minutos de conversa com os amigos<br />
•	78 minutos de descanso<br />
•	75 minutos para a alimentação<br />
•	56 minutos de compras<br />
•	68 minutos de exercícios<br />
•	36 minutos de trabalho<br />
•	50 minutos para cozinhar<br />
•	33 para transitar de um lugar a outro</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Fcomportamento%2Fo-passatempo-preferido-delas-e-sexo%2F&amp;title=O%20passatempo%20preferido%20delas%20%C3%A9%20sexo%21" id="wpa2a_8"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<contentType>noticias</contentType>
		</item>
		<item>
		<title>Clique e bang!</title>
		<link>http://vip.abril.com.br/sexo/internet/clique-e-bang/</link>
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		<pubDate>Mon, 18 Mar 2013 16:14:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[App]]></category>
		<category><![CDATA[Bang With Friends]]></category>
		<category><![CDATA[facebook]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://vip.abril.com.br/?p=28455</guid>
		<description><![CDATA[Com uma maneira simples e discreta, o aplicativo “Bang With Friends” promete ajudar você a transar com as amigas que você mais deseja. Ajudar – porque o resto ainda é com você e ela]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/03/bang-with-friends.jpg" alt="Clique e bang!" title="Clique e bang!" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-28456" /></p>
<p>Mais de 500 mil usuários cadastrados no mundo – cerca de 100 mil só no Brasil (52% de homens, 48% de mulheres) – e estimados 70 mil pares formados para chegar ao objetivo básico: transar com alguém que você conhece com o caminho encurtado por um aplicativo da internet. E esses números robustos se referem apenas às duas primeiras semanas de funcionamento do Bang With Friends (ou “Transe com Amigos/as”), o app disponível gratuitamente no Facebook e num site próprio que pode revolucionar o modo como as pessoas se relacionam na era das redes sociais.</p>
<p>O “big bang” do Bang With Friends (chamemos de BWF para encurtar) foi em fevereiro. É criação de três jovens californianos – nenhum deles quer que sua identidade se torne pública, como reforçaram ao atender a VIP por e-mail – em cima de um conceito absolutamente simples: ser um atalho bem rápido para que duas pessoas que sentem uma atração sexual mútua cheguem às vias de fato, sem enrolações nem problemas com timidez.</p>
<p><strong>Como funciona o BWF</strong><br />
<strong>1</strong> Acesse o link do aplicativo no Facebook ou conecte-se diretamente pelo site <em><a href="http://bangwithfriends.com" target="_blank">bangwithfriends.com</a></em>.<br />
<strong>2</strong> Aceite os termos de uso e permita que o app acesse seus dados pessoais no Facebook, como sua lista de amigos.<br />
<strong>3</strong> Escolha o sexo dos amigos que você quer listar, homens ou mulheres.<br />
<strong>4</strong> Para informar seu interesse por alguma amiga, clique no botão correspondente a ela (logo abaixo da foto). Você pode fazer isso para várias.<br />
<strong>5</strong> Se uma das amigas em que você clicou também estiver no BWF e, na lista dela, ela clicar no botão que corresponde a você, o app enviará um e-mail automático para os dois.<br />
<strong>6</strong> Se o e-mail veio, a partir daí é só marcar, relaxar e&#8230; BANG!</p>
<p><strong>E a privacidade?</strong><br />
O aplicativo promete atender ao público – que só quer sexo sem maior compromisso – de forma discreta, com a privacidade dos usuários mantida. Mas essa questão é relativa. Um usuário diz: “Antes mesmo de se inscrever no aplicativo, logo na página inicial, você pode ver quais amigos seus usam o app. Ou seja, qualquer um pode ver que você está usando o Bang. Querendo ou não, é uma forma de ter seu filme queimado. Vão pensar que você não tem coragem suficiente de chegar numa pessoa e conquistá-la sem isso”.</p>
<p>E outra: quando o Facebook Graph Search [ferramenta de busca recém-lançada] chegar ao Brasil, qualquer um vai poder saber quem está usando o BWF. Basta digitar na barra algo como “usuários do Bang With Friends que moram em São Paulo” ou “que trabalham na empresa tal”, e todos irão aparecer. Tivemos acesso a esse serviço e descobrimos: na Editora Abril, por exemplo, que publica a VIP, encontramos 25 pessoas. Pesquisamos também por mulheres casadas em São Paulo. Vieram muitas.</p>
<p><strong>Veio para ficar?</strong><br />
A blogueira Mari Graciolli, que tem um videolog sobre sexo no site da VIP, acessou o aplicativo assim que soube da novidade. E garante: “Vai pegar!” Para fazer um teste, Mari “bangueou” um amigo e pediu que ele a “bangueasse” de volta. Automaticamente, ambos receberam um e-mail informando sobre o interesse mútuo. O publicitário Gustavo Athayde, de 26 anos, que ainda espera uma recíproca das meninas que “bangueou”, concorda: “O Bang está para o Facebook assim como a vodca está para a balada: você pode se dar bem sem álcool e sem BWF. Mas, se juntar os dois, flui melhor”. Já a estudante de enfermagem M.S. (ela pediu para não ser identificada) usou e aprovou. “Eu estava a fim do ex-namorado de uma colega de faculdade, mas não tinha coragem de abordá-lo. Entrei no BWF e cliquei nele, mas sem expectativa. Três dias depois, recebi um e-mail dizendo que ele queria ‘sair’ comigo também. Fiquei doida de felicidade na hora. Nem imaginava que ele me desejava. Saímos no fim de semana e ninguém soube”, comemora a moça.</p>
<p><strong>Outros apps para quem quer só pegar</strong><br />
<strong><em>Blendr</em></strong><br />
Disponível para Android, iPhone e Facebook. Ajuda a encontrar uma gata perto de onde você estiver. Você especifica seus interesses mais relevantes e eles servirão de filtro para encontrar quem gosta das mesmas coisas.</p>
<p><strong><em>Pegava fácil</em></strong><br />
Gratuito e somente para Facebook. Criado também na época do Carnaval, reuniu cerca de 20 mil usuários em duas semanas – 66% homens e 34% mulheres.</p>
<p><strong><em>Speeddate</em></strong><br />
Permite que se fale com pessoas desconhecidas que estejam por perto. Ele funciona como uma rede social: você monta um perfil, coloca fotos e pode comunicar-se com as gatas. Tem 50 mil usuários no Brasil (50% homens, 50% mulheres). Para iPhone e Android.</p>
<p><strong><em>Yoke</em></strong><br />
Este utiliza as informações do seu Facebook (com sua permissão) e mostra quais das suas amigas da rede social (e também as amigas dos seus amigos) estão solteiras. Ainda indica os contatos que têm mais gostos em comum com você. Grátis, para Facebook.</p>
<p><strong>BUG NO BANG?</strong><br />
“Um clique no botão azul e o Bang With Friends trouxe, dentre os amigos de Facebook, todas as mulheres lado a lado, um cardápio destinado à safadeza.</p>
<p>Desconsiderei parentes (por motivos óbvios), gente da empresa e as meninas do Facebook com quem fiz sexo – todas as três. Restaram-me 802 mulheres. Selecionei todas – loiras, morenas, gordas, magras e até mesmo fãs de Caio F. Abreu. A vida é curta para se ter critérios&#8230;</p>
<p>No dia seguinte, recebi um e-mail em inglês. A tradução: ‘Olá, gostosão! Você encontrou uma parceira de sexo! Sua amiga C.D. quer transar loucamente contigo! Mande uma mensagem pelo Facebook e vá fazer sexo com sua nova amizade colorida. Essa transa é um oferecimento de Bang With Friends’.</p>
<p>Fiquei feliz. Não me chamam de ‘gostosão’ todos os dias. Na verdade, nunca me chamaram. Internet, eu te amo.</p>
<p>Eu mal conheço C.D. Não tenho intimidade com ela. Tampouco posso dizer que somos amigos. Mas chamei na lata:<br />
– Vamos sair?</p>
<p>Ela também foi direta:<br />
– Não.</p>
<p>É, a vida é dura, amigos. Fiquei sem graça e citei o Bang With Friends. Ela disse que nunca havia entrado nele. Pedi desculpas pela confusão. Ela riu. Conversamos um tempo. Ela disse que gostava da banda The Smiths. E de acordar meia hora mais cedo para ficar enrolando na cama.</p>
<p>Achei que tinha, enfim, criado um clima. Fiz o que qualquer homem faria: errei de novo.<br />
– E agora? Vamos sair?<br />
– Não. E não insista.</p>
<p>Não nos falamos mais.</p>
<p>Meu caso não foi único. Dois amigos meus combinaram com garotas conhecidas de se selecionarem. Nenhum ainda recebeu e-mail. Se forem esperar o aval do Bang para que algo role, acabarão na mão.</p>
<p>Lição: não espere que uma máquina te diga com quem fazer sexo.”</p>
<p><strong>(Rodolfo Viana)</p>
<p>A resposta do BWF</strong><br />
Reproduzimos aos administradores do Bang With Friends o relato acima para saber o que poderia ter acontecido. A resposta para o caso do Rodolfo: “É provável que um dos amigos dela tenha usado nosso site enquanto ela estava logada”. Sobre os casais que não receberam notificação: “É possível que um dos endereços de e-mail estivesse incorreto no Facebook”.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Finternet%2Fclique-e-bang%2F&amp;title=Clique%20e%20bang%21" id="wpa2a_10"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<contentType>noticias</contentType>
		</item>
		<item>
		<title>Sobre tamanhos e documentos</title>
		<link>http://vip.abril.com.br/sexo/sexo-facil/sobre-tamanhos-e-documentos/</link>
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		<pubDate>Mon, 11 Mar 2013 18:56:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexo fácil]]></category>
		<category><![CDATA[pênis]]></category>

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		<description><![CDATA[Um pequeno tratado sobre a eterna obsessão do homem com o seu pênis]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/03/Tamanho-e-documento1.jpg" alt="Sobre tamanhos e documentos" title="Sobre tamanhos e documentos" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-28357" /></p>
<p>Você já ouviu que tamanho não é documento, mas vamos combinar que esta é uma daquelas dúvidas eternas. Desde que os gregos expuseram todos os tipos de falos, do enorme do Deus Príapo (o Deus da fertilidade) aos mais tímidos, somos obcecados com o tema. O fantasma do pinto pequeno aflige não só os homens: há mães desesperadas com o tamanho do “pipi” dos seus filhos, mesmo que saibam que ele vai crescer até os 17 anos e que a penetração está longe de ser tudo durante a relação sexual. É quase uma fixação. Conheça um pouco mais sobre os mecanismos de seu instrumento.</p>
<p><strong>SEU NÚMERO</strong> Um pênis médio em estado flácido mede 9 cm com diâmetro de 3,2 cm. Muitas vezes o pênis pode ser maior quando está descansando e aumentar pouco em estado de alerta. O contrário também acontece: ele pode ser menor e, uau!, surpreender quando em riste, chegando a dobrar de tamanho. Tudo bem que os mais bem-dotados partem na vantagem, mas o que importa é o produto final. O comprimento médio de um pênis ereto é de 14 cm, e o diâmetro, 4,1 cm. Se você tem esses números aproximados na sua fita métrica, relaxe. O canal vaginal tem cerca de 8 cm, sendo a entrada e o primeiro terço as partes com mais terminações nervosas – ou seja, mais excitáveis. Então, para que serve um pênis de 20 cm ou mais? Antes de qualquer coisa, para machucar em uma penetração profunda. Portanto, desvantagem. Só que tem gente que tem “micropênis”, de 4 cm em ereção. Como as cirurgias para aumento peniano ainda são repletas de complicações, o melhor nessas situações é ser criativo. Caso sua parceira queira sentir-se preenchida”, coloque uma daquelas cintas penianas e mande ver.</p>
<p><strong>SEU FORMATO</strong> Tem gente que encana com o jeitão de seu instrumento. Conheci certa vez um sujeito que achava seu genital com “cara de pinto de criança”, mesmo que o urologista atestasse que estava perfeitamente dentro das variações normais. Os circuncidados, que tiraram o prepúcio, exibem a cabeça do pênis em forma de “cogumelo”, e isso, além de ter vantagens (como facilitar a higiene) e desvantagens (deixar a glande menos sensível), pode ser um charme visual a mais. Há os homens que têm pênis ereto levemente inclinado para a esquerda, outros para a direita. Isso pode favorecer procurar pontos internos no canal vaginal. Se você é um deles, sugiro que não comece com uma penetração profunda – e sim que “cutuque” o primeiro terço da vagina. Pode ser que seja necessário adaptar a posição sexual para maior conforto. Já os colegas com membro torto mesmo têm a chamada Doença de Peyronie: filamentos do tecido fibroso transformam-se em tecido esponjoso, como resultado de um dano sofrido em geral por trauma na relação sexual (na maturidade) ou na infância (como uma bolada ou joelhada). Conforme o tecido forma fibroses, criando um nódulo, ele diminui e torna-se mais rígido de um lado, entortando o pênis para a direção contrária ao nódulo. É importante procurar ajuda médica precoce, assim que sentir que está com dor ou uma certa curvatura, para tentar corrigir o problema.</p>
<p><strong>SUA ASSINATURA</strong> Embora seu sonho de consumo seja ter um pênis digno dos atores de filme pornô, vá por mim: as mulheres podem até se encantar visualmente com um pênis avantajado, mas na hora H o que vai importar é o todo da relação sexual. Por isso, concentre-se em fazer bonito nas preliminares e na estimulação clitoriana. Já disse e repito: um pequeno notável pode ser inesquecível!</p>
<p><em>*Ana Canosa é psicóloga clínica, terapeuta e educadora sexual e acredita que é comum os homens se preocuparem com o tamanho de seu membro.</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Fsexo-facil%2Fsobre-tamanhos-e-documentos%2F&amp;title=Sobre%20tamanhos%20e%20documentos" id="wpa2a_12"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<contentType>noticias</contentType>
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		<title>Papo gozado</title>
		<link>http://vip.abril.com.br/sexo/sexo-facil/papo-gozado/</link>
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		<pubDate>Wed, 27 Feb 2013 22:37:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Sexo fácil]]></category>
		<category><![CDATA[Ejaculação]]></category>

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		<description><![CDATA[Conheça os principais mitos sobre a sua ejaculação]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/02/ejaculação.jpg" alt="Papo gozado" title="Papo gozado" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-28141" /></p>
<p>A ejaculação tem um significado muito grande para os homens e para a relação sexual. Virilidade, fertilidade, gozo, sacanagem, o fato é que, muito embora as mulheres possam variar (porque sempre variamos) entre a admiração e o nojo, se um homem não ejacula ativa-se um alerta, como se algo estivesse errado. É o costume. Por isso, aqui vão alguns mitos da ejaculação masculina.</p>
<p><strong>Mito 1: orgasmo e ejaculação andam juntos</strong><br />
Para a maioria dos homens é assim, pois o organismo associa os dois fenômenos para fins reprodutivos. No entanto, para os adeptos do sexo tântrico, é possível ter um ou mais orgasmos (a sensação deliciosa deles) sem ejacular, o que garante mais tempo de pênis  ereto – assim, mais penetração, envolvimento, carícias e afins. São homens “injaculadores”, que têm “orgasmos secos”. Mas não pense que é fácil dissociar: envolve muita atenção aos sentidos, controle dos músculos pubococcígeos, concentração, respiração e treino. É uma outra forma de fazer sexo. Interessou-se? Procure manuais sobre sexo tântrico ou mestres no assunto. Vale lembrar que há homens que removeram a próstata e que, portanto, têm o que chamamos de ejaculação seca: ele tem orgasmo e ejacula, mas, como o líquido seminal não é mais produzido (pela próstata), nada sai.</p>
<p><strong>Mito 2: ejaculação precoce não tem cura</strong><br />
O problema tem cura para a maioria dos homens que sofrem com essa disfunção – desde que haja treino, que envolve técnicas de compressão e masturbação. Com ele, o homem identifica os sinais de seu corpo e faz um trabalho para melhorar a ansiedade. Só que há um grupo de homens que tem ejaculação precoce primária de nível grave, que acontece a vida toda, com menos de 1 minuto de penetração. Ela pode ser desencadeada por uma perturbação do sistema nervoso. Por isso, é sempre importante a avaliação de um urologista (para descartar possíveis causas físicas) e a consulta a um terapeuta sexual (para a melhora dos sintomas).</p>
<p><strong>Mito 3: é bom ser atleta sexual</strong><br />
Embora seja uma condição que acometa cerca de 4% dos homens, temos percebido ligeiro aumento dos que apresentam incapacidade de ter orgasmo (e, portanto, ejacular) por sentirem-se pressionados em manter a ereção para uma penetração prolongada. Chega uma hora que o corpo cansa e perdese a ereção. Portanto, ser um “atleta sexual” pode ser um feitiço que vira contra o feiticeiro. Medo de engravidar a parceira ou problemas emocionais podem também causar a disfunção. À medida que os homens envelhecem, é comum que demorem mais tempo para atingir o orgasmo e nem sempre ejaculem em todas as relações sexuais.</p>
<p><strong>Mito 4: o sêmem é máscara de beleza</strong><br />
Por ser rico em minerais, zinco, aminoácidos, proteínas, hormônios e vitaminas, a mulherada adora contar vantagem dizendo que fez  uma máscara facial que deixou a pele incrível. Sem comprovação científica, é papo de boteco e você não deve cair nessa: nem todas as mulheres curtem essa ejaculação no rosto, que empasta o cabelo e arde o olho – e as que gostam não gostam sempre. Na dúvida, evite!</p>
<p><em>Ana Canosa é psicóloga clínica, terapeuta e educadora sexual, e acredita que a ejaculação tem forte apelo erótico no jogo sexual.</em></p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Fsexo-facil%2Fpapo-gozado%2F&amp;title=Papo%20gozado" id="wpa2a_14"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<contentType>noticias</contentType>
		</item>
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		<title>O Mr. M dos classificados de sexo</title>
		<link>http://vip.abril.com.br/sexo/internet/o-mr-m-dos-classificados-de-sexo/</link>
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		<pubDate>Thu, 21 Feb 2013 20:13:05 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Internet]]></category>
		<category><![CDATA[M.Class]]></category>

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		<description><![CDATA[Deputado afirma que 60% dos congressistas contratam prostitutas. Conheça o responsável pelo site de acompanhantes que movimenta milhões de reais anualmente]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/02/Sexo-pago.jpg" alt="O Mr. M dos classificados de sexo" title="O Mr. M dos classificados de sexo" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-28014" /></p>
<p>“Eu não dou entrevistas pessoalmente nem por telefone.” Esta foi uma das condições impostas por Rodrigo H.S.S., 39 anos, para concordar em falar sobre o M.Class, o “site de classificados que oferece anúncios de acompanhantes”, segundo a descrição da própria página na web.</p>
<p>No ar há 16 anos, o site virou notícia em todo o país no ano passado, com a impressionante brutalidade daquele que ficou conhecido como caso Yoki: o assassinato e o esquartejamento do empresário Marcos Kitano Matsunaga por sua mulher, ao descobrir que ele tinha outra. Matsunaga conheceu as duas, a esposa e a amante, no <strong>M.Class</strong>.</p>
<p>O escândalo, no entanto, não alterou a rotina do site, que continua com cerca de <strong>300 mil acessos únicos por dia</strong> e se mantém como símbolo da prostituição de alto padrão na internet brasileira, com acompanhantes cuidadosamente selecionadas ocupando a página inicial e cobrando até o valor de um salário mínimo por um programa de uma hora de duração.</p>
<p>Rodrigo também condicionou a entrevista à não publicação do seu nome completo (“sou uma pessoa muito low-profile e não gostaria de me expor desnecessariamente”). Disse que só concordaria em responder a perguntas simples e que não informaria números de faturamento. Se o empresário pareceu seco num primeiro contato, nos e-mails seguintes respondeu a muitas perguntas e deu números suficientes para, com alguns cálculos, especularmos sobre o faturamento atual do M.Class: cerca de R$ 6 milhões ao ano.</p>
<p>Em todos os e-mails enviados por Rodrigo à VIP, ele copiou seu advogado, Maurício Amato Filho. O empresário faz questão de frisar: “Somos apenas uma empresa de classificados e nunca nos envolvemos ou intermediamos as negociações entre os clientes e as acompanhantes”.</p>
<p>Atualmente, a lei no Brasil não considera a prostituição um crime, mas sim a exploração dela. E já está em debate no Congresso o projeto de lei que regulamenta a profissão. “Eu diria que 60% da população masculina do Congresso Nacional faz uso dos serviços das prostitutas”, disse em entrevista aos jornais o deputado Jean Wyllys (PSOL-RJ), autor do projeto.</p>
<p>“O fato de eu ser tão cuidadoso com a lei, muito profissional e cheio de restrições é o motivo de a minha empresa conseguir permanecer no topo há mais de 15 anos nesse ramo de classificados”, afirma Rodrigo. Seu advogado confirma: “Cuidamos da rotina empresarial e não há questões de maior complexidade jurídica”.</p>
<p>Formado em Comunicação Visual pela Faap, de São Paulo, ele teve a ideia de iniciar o M.Class ao constatar uma demanda de mercado. Em 1997, lendo a seção de classificados de um jornal paulistano, ele imaginou como se ria a mesma seção na internet, com fotos, vídeos e mais informações que não caberiam no formato preto no branco e cheio de siglas perigosamente vagas dos anúncios de acompanhantes de um veículo impresso.</p>
<p>O M.Class foi assim, segundo ele, o primeiro site do gênero no Brasil. No ano seguinte ao da estreia, já registrava cerca de 20 mil acessos únicos diários. Em 2000, foi gerado o sistema de assinaturas que, um ano depois, contava com 5 mil membros. Hoje, esse número triplicou. O preço atual da assinatura é de R$ 34,90 por mês.</p>
<p>Um assinante tem acesso aos extensos ensaios fotográficos e a vídeos das acompanhantes. Pode consultar também informações aparentemente triviais, mas que de vem fazer uma bela diferença para quem procura esse tipo de serviço. Por exemplo: um cliente mais exigente pode buscar uma jovem capricorniana, de estatura mediana e cabelos castanhos, fumante, sem silicone, porém com seios avantajados, magra, tatua da, sem piercing, de olhos verdes e que fale francês e inglês.</p>
<p>Para as acompanhantes, divulgar esse excesso de detalhes e ter a foto exposta na página inicial do M.Class é um investimento alto. Trata-se, aliás, da maior fonte de renda do site. Para aparecer na página inicial, as garotas pagam semanalmente de R$ 500 a R$ 1 300, dependendo do posicionamento e tamanho da foto na página.<br />
As que não pagam, mas mesmo assim desejam anunciar no site, vão para a seção de “Acompanhantes”, que fica a pelo menos dois cliques de distância da página inicial. Lá, o anúncio é gratuito, porém elas precisam pagar o ensaio fotográfico. Ao contrário de outros sites semelhantes, o M.Class não permite que as anunciantes publiquem suas próprias fotos. Os ensaios são feitos num estúdio em Alphaville, bairro nobre da região metropolitana de São Paulo. O fotógrafo? É o próprio Rodrigo.</p>
<p><strong>Chefe e funcionário-padrão</strong><br />
De posse de um negócio milionário, Rodrigo leva, obviamente, uma vida condizente com isso. É casado com uma advogada, mora numa “grande e confortável” casa, também localizada em Alphaville, onde gosta de receber os amigos para partidas de pôquer. Frequenta bons restaurantes e viaja bastante. Passa quatro meses por ano em Miami. Não dá bola para futebol. Gosta mesmo é de correr de carro em track days (eventos onde pistas são isoladas para que motoristas acelerem seus veículos até onde aguentarem) e é membro do Porsche Club Brasil.</p>
<p>Não que leve a vida na flauta, pelo contrário. Mesmo sendo dono do negócio, Rodrigo cuida diretamente de todas as muitas etapas necessárias para que uma jovem que queira se tornar acompanhante de alto padrão consiga se expor no M.Class. Em primeiro lugar, ele é responsável pela triagem das moças que querem anunciar. Afirma receber dez novas inscrições de mulheres por dia, das quais apenas uma é aprovada. E a requerente ainda precisa esperar um prazo de um a dois meses para finalmente ver suas imagens e contatos expostos no site.</p>
<p>O rigor na seleção se deve ao objetivo de manter o status do site. “A maioria das acompanhantes que anunciam no M.Class é de mulheres de bem com a vida, cursando faculdade, com excelente nível e objetivos bem claros”, afirma Rodrigo. E o perfil dos clientes? Rodrigo diz não ter contato com eles. Pelo que ouve da boca das próprias anunciantes, são homens, em geral, casados, de alto poder aquisitivo, que buscam não só a experiência sexual, mas muitas vezes também uma companhia para eventos sociais, como jantares, casamentos, viagens de negócios e até mesmo confraternizações de empresas.</p>
<p>Após analisar as fotos que as pretendentes enviam, Rodrigo seleciona as aprovadas, que precisarão comprovar ser maior de idade e assinar os contratos de direitos de uso de imagem e de autorização para divulgação do anúncio. A obrigatoriedade dos contratos é o motivo pelo qual o M.Class só divulga acompanhantes de São Paulo. Mas, não raro, clientes de outros estados pagam as passagens para receber atendimento longe e em domicílio.</p>
<p>Acertada a papelada, Rodrigo marca o ensaio fotográfico das jovens em seu estúdio ou em estúdios parceiros. Na sua equipe trabalham uma maquiadora, uma cabeleireira, uma produtora de moda, uma assistente de luz e um câmera para fazer os vídeos. Além do M.Class, Rodrigo investe em outros negócios ligados ao mercado de luxo (como um site dedicado a produtos de marcas caras) e a classificados de carros. Mas a maior parte dos seus negócios paralelos é do segmento adulto, fazendo concorrência direta ao M.Class, porém quase sempre com algumas características diferentes.</p>
<p>Como o site Sex Dreams, que também só aceita acompanhantes de São Paulo, porém cobra dos clientes uma assinatura mais barata. Há ainda o fórum Arquivo GP, para acompanhantes e clientes trocarem informações sobre “boates, clubes privês, clubes de swing e muito mais”; e o Web Models, que possui abrangência nacional e no qual quem anuncia é responsável pela sua publicidade.</p>
<p>Quanto a investimentos feitos no próprio M.Class, é fácil notar que não se gasta muito para melhorar a estética do site. Há mais de uma década e meia no ar, ele ainda tem um layout firme na internet 1.0. Rodrigo afirma que as principais mudanças ao longo desses anos foram mais de cunho tecnológico: atualização constante do sistema, ampliação da qualidade de fotos e vídeos e versões compatíveis com os dispositivos móveis.</p>
<p><strong>Home office</strong><br />
Esse detalhe de design não parece incomodar nem os visitantes nem as anunciantes. Depois que a “propaganda” vai para o ar, o alto investimento feito pelas garotas mostra retorno imediato. Conversamos com uma delas, Manuela (27 anos na vida real, 25 no M.Class), anunciante há cinco anos. Do interior de São Paulo, veio à capital com o proverbial “tentar uma vida melhor”. Logo quando chegou, conseguiu emprego em uma casa de massagens.</p>
<p>Como não gostava de cumprir horário, Manuela ou viu os conselhos de uma amiga, que mostrou a ela alguns sites de acompanhantes, dizendo que ela poderia optar por uma profissão “home office”, sem horários pré-estabelecidos e com uma remuneração que ela mesma poderia estipular. “Olhei os sites e escolhi o M.Class porque tinha mais o perfil que eu procurava, as fotos eram de muito bom gosto.”</p>
<p>Entrou em contato e recebeu as instruções de sempre. Foi aprovada. No início, Manuela costumava atender a até cinco clientes por dia. Com a experiência, aprendeu a ser mais seletiva e aumentou o seu passe: hoje cobra R$ 600.</p>
<p>Manuela, que cursa o quarto ano de psicologia, diz que entrou no negócio de acompanhantes para fazer um bom pé-de-meia. Pretende parar com a profissão em dois anos e virar psicóloga. Afirma que as conversas com os clientes servem mais como treinamento do que qualquer estágio na área (“que não paga bem”).</p>
<p>Além de ficar mais seletiva, ela também não faz mais “festinhas”. Aprendeu que, quando dez caras chamam dez acompanhantes, ninguém pré-estabelece tempo ou o que exatamente cada uma tem de fazer. Afirma que o melhor da profissão são as viagens. “Nunca pensei que eu, uma menina do interior, iria ver a Copa do Mundo da África do Sul, levada por um cliente”, orgulha-se ela, que também já foi a Nova York, Miami e Veneza – esta última, para um casamento que lhe rendeu R$ 15 mil numa semana.</p>
<p>Do pouco que escuta das acompanhantes, Rodrigo confirma que é comum que elas sejam chamadas para eventos como Copa do Mundo ou Fórmula 1 por clientes que não querem ir só. E o que muda se o projeto de Jean Wyllys for aprovado? Diz Rodrigo: “Não mudaria nada, pois somos apenas um classificados de acompanhantes para eventos, feiras, jantares etc., não somos uma empresa de profissionais do sexo”.</p>
<p><a class="a2a_dd a2a_target addtoany_share_save" href="http://www.addtoany.com/share_save#url=http%3A%2F%2Fvip.abril.com.br%2Fsexo%2Finternet%2Fo-mr-m-dos-classificados-de-sexo%2F&amp;title=O%20Mr.%20M%20dos%20classificados%20de%20sexo" id="wpa2a_16"><img src="http://veja.abril.com.br/_estrutura/img/btn/wp-compartilhar.gif" alt="Share"/></a></p>]]></content:encoded>
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		<title>Quem tem medo de mulher?</title>
		<link>http://vip.abril.com.br/sexo/comportamento/quem-tem-medo-de-mulher/</link>
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		<pubDate>Thu, 14 Feb 2013 21:59:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[carol teixeira]]></category>
		<category><![CDATA[mulheres]]></category>

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		<description><![CDATA[Cada vez mais elas reclamam que os homens ficam acanhados se a moça tem poder ou demonstra atitude. Nossa colunista-filósofa dá o caminho para você superar isso]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/02/carol-teixeira.jpg" alt="Quem tem medo de mulher?" title="Quem tem medo de mulher?" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-27853" /></p>
<p>Eu estava no salão lendo uma entrevista da Rihanna numa revista americana. Entre considerações sobre a sua bem-sucedida vida profissional, veio a única reclamação da diva: “Estou esperando pelo homem que seja ‘ballsy’ [corajoso] o suficiente para lidar comigo. Mas eu vou esperar. A pessoa sempre encontra merdas erradas quando sai procurando”.</p>
<p>Comentei com as mulheres ao redor que essa era uma reclamação frequente entre minhas amigas e que eu mesma já tinha me visto nessa situação. Não é preciso ser uma popstar como Rihanna para já ter se deparado com um homem intimidado diante da gente. Bas ta ter alguma espécie de símbolo de poder (que supere em magnitude o poder do homem em questão), uma total independência ou segurança excessiva para que alguns vários homens demonstrem um certo medinho que pode ser expresso de várias formas, muitas vezes nada óbvias. Relações que poderiam vir a ser muito legais nem chegam a começar de fato devido a tais inseguranças.</p>
<p>Me parece um processo que rola inconscientemente. Os homens entenderam racionalmente que a mulher conquistou sua independência, que muitas vezes pode ganhar mais do que ele ou ter um apartamento mais incrível, uma vida mais estruturada ou uma atitude muito segura na abordagem e no sexo. Acho que é fato consumado que a mulher não precisa mais do homem como o provedor &#038; protetor (com exceção de algumas menos modernas que ainda querem um maridinho bancando elas). O problema é que os homens que se sentem intimidados pelas tais mulheres poderosas não assimilaram isso. Uma coisa é compreender, outra coisa é internalizar e aceitar. E isso mexe com os arquétipos ancestrais da masculinidade: o homem se sentindo menos necessário acha que perdeu parte do seu poder. Mas a coisa é muito mais simples do que parece, acredite. Aqui algumas boas dicas para você ter em mente antes de ficar sem ação na próxima vez que se deparar com uma mulher foda. Vai que você podia estar com uma Rihanna, mas está aí pegando a girl-next-door da  esquina por medo de ousar&#8230;</p>
<p><strong>1 Não tenha medo.</strong> Eu poderia acabar esta coluna aqui porque essa é a grande questão: não se intimidar. Se você está saindo com uma mulher poderosa (seja lá qual qualidade a faça ser considerada assim), é porque algum poder você tem; do contrário, ela não estaria com você. Tome como elogio o fato de que, entre tantas opções, você foi o escolhido. Você pode achar que ela é muita areia para o seu caminhãozinho, mas, se ela está com você, no mínimo você deve ser muito bom de cama (o que – acredite, amigo – já é MUITO).</p>
<p><strong>2 Entenda que ela precisa, sim, de você.</strong> Ela pode não precisar que você pague as contas ou que a faça ter algum status. Ela já tem isso. Mas aí vai um segredo sobre as mulheres incríveis: elas às vezes ficam exaustas de ser incríveis. Entende? Ser foda exige energia e força – e cansa. Então tudo que ela quer é um homem com quem ela possa relaxar e que entenda que ela precisa, sim, dele nas coisas mais simples. Portanto, quando Rihanna falou que precisa de um homem que tivesse colhões para lidar com ela, certamente ela não falou no cara-mais-poderoso-e-foda-do-mundo, mas em alguém que desse o que ela, com todo seu poder, não pode se autoproporcionar: carinho, parceria, boas risadas, bom sexo. É simples.</p>
<p><strong>3 Não se incomode de parecer coadjuvante.</strong> Fato: a mulher poderosa muitas vezes vai aparecer mais do que você. E isso não o diminui como homem. É justamente o contrário: você, ao lado dela, desperta interesse. Faz as outras mulheres e homens pensarem “alguma coisa esse cara tem”. Estar com uma mulher poderosa valoriza seu passe, sempre.</p>
<p><strong>4 Tome atitude.</strong> Mulheres incríveis adoram homens com atitude. Justamente porque todos têm medo, saia na frente e se mostre destemido. Tome atitude, não se reprima ao elogiar, ao dizer como a deseja ou a ama, não deixe o momento passar. Tais atos sempre são valorizados por esse tipo de mulher. Esse é o tipo de masculinidade que ela precisa.</p>
<p>Um segredo sobre as mulheres incríveis: às vezes elas ficam exaustas de ser incríveis.</p>
<p><em>Carol Teixeira veste Walério Araújo</em></p>
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		<title>Lições de um professor de sexo</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Jan 2013 15:17:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>guilherme</dc:creator>
				<category><![CDATA[Comportamento]]></category>
		<category><![CDATA[Lições]]></category>

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		<description><![CDATA[Segundo a Organização Mundial de Saúde, mais de 100 milhões de transas acontecem todos os dias. Aprenda com um mestre no assunto como a sua pode ser a melhor de todas. E descubra o que 18 mulheres solteiras querem na cama – e não estão encontrando]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://vip.abril.com.br/wp-content/uploads/2013/01/lições-1.jpg" alt="Lições de um professor de sexo" title="Lições de um professor de sexo" width="620" height="352" class="aligncenter size-full wp-image-27364" /></p>
<p>O terapeuta sexual Ian Kerner é fundador do site <em><a href="http://www.goodinbed.com/" target="_blank">Good in Bed</a></em> e autor de vários best-sellers sobre sexo nos Estados Unidos (nenhum lançado no Brasil até agora). Após várias entrevistas e pesquisas em sua obra, compilamos aqui as melhores lições que ele poderia lhe dar.</p>
<p><strong>1 &#8211; Capriche no sexo oral</strong><br />
Regra número 1 dos bons de cama. Ian Kerner cita sua teoria sobre prazer feminino batizada de “viva la vulva”: segundo ele, preliminares na forma de estimulação manual, com uso de vibrador, e sexo oral são os truques que as mulheres mais querem – e que mais se queixam em não receber (ou não receber direito). Mesclando esses artifícios, passe por todos os pontos do seguinte itinerário: a partir do topo do clitóris até os limites leste e oeste dos pequenos lábios, as regiões abaixo do períneo (a extensão suave da pele logo abaixo da entrada da vagina) e, por fim, o ânus. Ian também revela quais as três áreas visíveis do clitóris que, quando estimuladas em conjunto, são responsáveis pelo prazer supremo. São elas:</p>
<p><strong>O monte pubiano, ou monte de Vênus:</strong> é a parte superior da vulva, aquela coberta por pelos. Quando você a estimula com a palma da mão está, na verdade, atingindo a região do “aglomerado clitoriano” por cima.</p>
<p><strong>A “comissão frontal”:</strong> localizada entre a cabeça do clitóris e seu capuz (uma dobra horizontal de pele, onde os pequenos lábios se juntam). Responde bem a passadas delicadas de língua. Quando despertada, pede uma pressão mais firme ou uma massagem com os dedos.</p>
<p><strong>O “frenulum”:</strong> parte logo acima da cabeça do clitóris e que se encontra com os pequenos lábios. Nessa região também funciona o truque do contraste entre as passadas de língua suaves com pressões mais intensas.</p>
<p><strong>2 &#8211; Penetração não é tão importante</strong><br />
O maior erro dos homens na cama, afirma Ian Kerner, é dar atenção demais à penetração – quando deveriam estimular outras partes do corpo da mulher, especialmente o clitóris, que precisa ser tratado com carinho e paciência. Ajuda se você pensar que os clitóris têm personalidades distintas: o que funciona com um não necessariamente agrada a outro (e o que dá certo em um dia pode não dar em outro com a mesma mulher). Veja por exemplo o sexo oral: algumas mulheres gostam da técnica da “língua pontuda”, outras preferem a “língua macia”. E tem mais: “As mulheres perdem facilmente o orgasmo, mesmo estando prestes a ter um. É quando você deve continuar o que está fazendo – nunca mudar de posição”.</p>
<p><strong>3 – Sexo é como comida</strong><br />
Em seu livro 52 Weeks of Amazing Sex (“52 Semanas de Sexo Incrível”), Ian Kerner escreve uma metáfora ótima. “Sexo é comida: se você comer algo repetidas vezes, não só fica entediado como também se priva de outros nutrientes vitais.” A lição? Varie as formas de estimular, os cenários, não se acomode. Além disso, exatamente como na pirâmide alimentar, há diferentes categorias sexuais que você deve consumir regularmente: o sexo amoroso (que aumenta a intimidade emocional), a pegada um pouco mais forte (que alivia o stress), a fantasia (de fingir um personagem ou transar em lugares diferentes e não usuais)&#8230; Converse com sua parceira para inovar.</p>
<p><strong>4 – Crie o clima</strong><br />
Quanto mais à vontade ela estiver, mais vai se soltar e aproveitar o momento. “Crie um ambiente que promova uma sensação de relaxamento e desconexão mental”, ensina Ian. O professor de sexo afirma que é fácil preparar o local e dá como exemplo um quarto. Primeiro, tire a bagunça e use lençóis novos. Depois, pense em coisas que possam agradar a todos os sentidos de sua parceira. Para os ouvidos, selecione um playlist sexy, mesclando músicas românticas e agitadas. Em relação ao tato, escolha brinquedos sexuais com texturas diferentes. E complete com taças de vinho. Vale colocar uma venda nos olhos dela para realçar os demais sentidos. </p>
<p><strong>5 – Descubra as principais fantasias dela</strong><br />
Pensamentos criam mudanças no nosso corpo – use isso a seu favor. Para sair da rotina, compartilhe fantasias nas preliminares. “Fantasias dão algo para a mulher se focar, ajudando a espantar a ansiedade e a ir a lugares eróticos mais profundos”, aponta Ian. Pesquisas na Holanda confirmam o poder da mente, ao afirmar que esse “desligamento” é a chave para o prazer feminino. O terapeuta aponta as cinco fantasias mais comuns femininas: fazer sexo com um estranho (ela pensar em outro cara estando com você), ser dominante na cama (o homem implorando por sua atenção), o exibicionismo (a ideia de que mais alguém está excitado em assisti-la), ser surpreendida sexualmente (quando a mulher é agarrada por alguém cheio de desejo) e o ménage à trois (ela com dois homens ou um homem e uma mulher).</p>
<p><strong>6 – Conheça o corpo dela</strong><br />
“A maioria dos homens conhece mais o que tem embaixo da capota de um carro do que o que há por baixo do clitóris”, afirma Ian. Essa região da anatomia feminina tem 18 partes diferentes e duas vezes mais terminações nervosas do que o pênis, além da invejável (porém rara) capacidade de produzir orgasmos múltiplos. Se o orgasmo feminino depende de dois princípios, acerte mirando em ambos: “Maximize tanto o fluxo sanguíneo quanto a tensão muscular em todo o corpo para um orgasmo mais intenso”, explica o expert. Como? “Traga a mulher bem perto do orgasmo e mantenha-a nesse estado de alta excitação do pré-gozo. Isso pode ser facilmente alcançado por meio de estimulação manual ou oral, já que são mais simples de controlar. Então, quando perceber que ela não aguenta mais, coloque-a sobre você e, com a penetração, faça-a ter um orgasmo incrível.”</p>
<p><strong>7 – Use brinquedos de sex shops</strong><br />
“Ao ouvir a palavra ‘vibrador’ pela primeira vez, o que provavelmente vem a sua mente é um objeto fálico nada discreto. Mas agora há uma série deles que não são nem assustadores nem estão escondidos em sex shops sombrios”, avisa Ian. “Alguns homens sentem-se ameaçados, outros não sabem como usá-los ou ainda ficam preocupados se elas vão se viciar”, completa. Acontece que esse objeto tem seus benefícios físicos e mentais comprovados pelo Kinsey Sexual Health Institute. Portanto, esqueça suas antigas crenças e anote a receita: quando ela estiver brincando com o vibrador, entre e participe. “Mulheres geralmente levam mais tempo para chegar ao orgasmo do que os homens, e os homens acham difícil durar o tempo suficiente durante o sexo. Um vibrador ajuda você e sua parceira a chegarem mais longe”, explica Ian.</p>
<p><strong>8 – Aumente o seu capital erótico</strong><br />
Esta dica não vale ouro apenas para a hora da conquista: ela melhora sua vida social e sexual como um todo. Enquanto economistas sempre discutiram três tipos de capital (social, econômico e cultural), a socióloga inglesa Catherine Hakim definiu o quarto e mais interessante deles: o “capital erótico”. O termo engloba a atração sexual, mas não se limita a isso. Estilo, simpatia, beleza e competência sexual são os outros aspectos, que devem trabalhar como um grupo. Ela garante que não tem a ver com as qualidades que você nasce – e sim com sua autoestima. Ian Kerner usa os estudos da britânica para observar que os homens estão se cuidando mais e, assim como as mulheres, podem investir nesse certo charme. “Assim, abrem portas e aumentam sua atração sexual.”</p>
<p><strong>9 – Pratique sexo verbal</strong><br />
Conversar sobre as preferências e os desgostos um do outro pode cortar os pequenos problemas pela raiz, evitando que se tornem maiores no futuro. O segredo é sentir-se confortável para falar sobre a vida sexual, partilhar fantasias e desejos de forma colaborativa para vocês avançarem e trazerem novas experiências. “Os casais precisam adquirir o hábito de falar o que funciona e o que não funciona”, sugere Ian. Logo no início, aumente a autoestima da gata dizendo em que aspectos ela é boa de cama. Se não souber como começar o papo, diga que leu um artigo sobre o tópico que você quer discutir e pergunte a opinião dela.</p>
<p><strong>18 SOLTEIRAS CONTAM O QUE QUEREM NA CAMA E NÃO ESTÃO CONSEGUINDO</strong></p>
<p>“Tem homem que acha que toda hora é hora de ser bruto. O cara tem que saber tratar uma mulher, ser delicado, gentil, mesmo que não queira nada além de uma noite.”<br />
Tatiana Garcia, 30 anos, publicitária</p>
<p><strong>&#8220;Está faltando variedade na hora do sexo. Ter um lugar mais aconchegante, com velas, flores, e fazer algo que saia da rotina, ser mais criativo para nos conquistar. O cara quando se acha bom de cama faz o ‘serviço’ dele como se tivesse fazendo um favor.”<br />
Adriana Bittencourt, 26 anos, analista financeira</strong></p>
<p>“Quando procuro um sexo casual, não estou atrás de alguém que me faça juras de amor, me dê café da manhã na cama. De preferência, quero ir embora antes de amanhecer – mas um carinho, um beijinho na orelha é muito bom.”<br />
Ana Lima, 21 anos, estudante de direito</p>
<p><strong>“Quero homens que pegam em várias partes do corpo ao mesmo tempo. Os que têm essa preocupação são os melhores. Ficar com as mãos na cintura da gente a transa toda não dá, melhor nem tirar a roupa, né?” Natália, 24 anos, webdesigner</strong></p>
<p>“O maior erro deles é não entender nossa linguagem corporal. Às vezes, fazemos gestos que eles não entendem e simplesmente respondem como querem. Falamos com o corpo o tempo todo, no modo de conversar, olhar e agir na cama. O tesão perde a intensidade quando eles não nos entendem.”<br />
Cléia, 34 anos, relações públicas</p>
<p><strong>“Sou do tipo que adora ouvir sacanagem e também muito romantismo, mas é difícil encontrar um que saiba misturar isso. Pecam na hora que estão superexcitados e prometem coisas que não são reais.” Giselle Leite, 21 anos, atriz</strong></p>
<p>“Está faltando mais dedicação nas preliminares. Tem que cumprir todas as etapas: bastante beijos, carícias e sexo oral, que eles têm que melhorar! ”<br />
Alana Victorino, 21 anos, estudante de medicina</p>
<p><strong>“Estímulos antes da transa podem ser mais excitantes do que o ato propriamente dito. Mas ainda falta um pouco de inovação e criatividade: impulsos sexuais e tesão repentino em lugares públicos são sempre muito excitantes. Se me levassem para um cantinho reservado no meio de uma festa para um pequeno momento de safadeza, seria o ouro!”<br />
Victoria, 18 anos, estudante de engenharia química</strong></p>
<p>“Dou valor a uma rapidinha. Dependendo do lugar e momento, é gostoso demais.”<br />
Tanise Amon, 26 anos, nutricionista e modelo</p>
<p><strong>“Falta entrega total dos homens na cama. Isso acarreta todas as outras questões que nós tanto reclamamos: egoísmo, insensibilidade, imaturidade, talvez mais outras coisas. Quando digo entrega, é desprendimento, cuca fresca, estar 100% ali.”<br />
Cristiane Salomão, 36 anos, publicitária</strong></p>
<p>“As mulheres estão muito mais animadas que os homens ultimamente. A procura hoje em dia é muito mais delas do que deles. A dificuldade está na qualidade: falta disposição aos homens! O desejo começa com palavras, olhares e carícias.”<br />
Isabella Rossin, 23 anos, atriz</p>
<p><strong>“Eu percebo claramente quando eles tentam fingir na cama algo que não são – é como fingir orgasmo, nunca é natural. Tipo tímido tentando ser agressivo. Quando fazem isso, acabam ficando todos iguais, não surpreendem. Eu admiro os corajosos, que mantêm personalidade na cama.”<br />
Hannah, 23 anos, figurinista de cinema da Faap</strong></p>
<p>“Os homens poderiam sugerir novas técnicas, toques, como uma massagem corporal, e não esperar que a mulher tenha iniciativa para isso.”<br />
Keren Silveira, 22 anos, cantora e modelo</p>
<p><strong>“Elogios sussurrados num clima bem sexual sempre são bem-vindos. Às vezes me excito mais com o que o cara fala do que com o que ele faz.”<br />
Carol Teixeira, 32 anos, compositora, filósofa e colunista da VIP</strong></p>
<p>“Um grande erro é quando o homem fica mudo durante toda a transa. Tem tantas coisas que ele poderia falar: elogiar, fazer provocações, falar do que gosta. Ficar mudo nos deixa perdidas, sem sabermos se estamos agradando ou não.”<br />
Juliana Roccato, 22 anos, nutricionista</p>
<p><strong>“Tem cara que acha que, por estar superexcitado, a mulher também está.”<br />
Regiane, 25 anos, assistente de controladoria</strong></p>
<p>“O homem precisa saber satisfazer uma mulher na cama e fora dela. Tem que saber se preparar, se cuidar, se arrumar e se perfumar para ela. Precisa ser alegre, divertido, descontraído.”<br />
Cris Marrone, 35 anos, dentista</p>
<p><strong>“Uma vez um cara, bem na hora H, quando eu estava curtindo para caramba, me chamou de cachorra. Fiquei quieta, mas já dei uma broxada. Aí ele falou: ‘Não para, vai, cadela’. Nossa, broxei total. Tem que saber o que falar.” J., 22 anos, assistente de RH</strong></p>
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