Olha essa feira: principais lançamentos da Mobile World Congress

Conferimos em primeira mão os lançamentos do Mobile World Congress, o maior evento de tecnologia mobile do mundo

Este ano, 2 300 empresas de tecnologia mobile se reuniram na Fira Gran Via, na cidade espanhola de Barcelona, para expor seus produtos e anunciar novidades para os 108 mil frequentadores e o resto do mundo. Todas as fabricantes de celulares marcaram presença e apresentaram seus novos modelos de telefones, tablets e gadgets em geral (ou melhor, todas menos a Apple, que prefere fazer isso em eventos próprios, nos quais seus produtos são as únicas estrelas).

Entre os anúncios mais aguar- dados pelo público estava o da Samsung que, para desapontamento dos fãs, acabou não apresentando seu antecipadíssimo smartphone Galaxy S8. Com isso, os lançamentos das outras grandes marcas acabaram brilhando muito mais. A seguir, uma seleção dos produtos mais interessantes que vimos por lá.


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(Divulgação/Reprodução)

Sony Xperia XZ Premium

Eleito por sites especializados como o melhor produto apresentado no Mobile World Congress 2017, o Xperia XZ Premium é o top de linha da Sony. Um dos seus pontos fortes é a câmera principal: ela tem resolução de 19 megapixels e vem equipada com a função Motion Eye para fotografar cenas em movimento, que capta quatro cliques diferentes antes mesmo de o usuário apertar o botão e permite que ele salve apenas a melhor cena. Além disso, ainda é possível fazer vídeos em câmera superlenta com até 960 frames por segundo, ou seja, 32 vezes mais lento que um vídeo normal (é possível fazer um vídeo de 5 segundos apenas de um balão com água estourando).

Tudo isso visualizado em um display de 4K HDR de 5,5 polegadas que mostra cores e contrastes com muito mais nitidez e nuances. O lançamento mundial é no primeiro semestre de 2017, mas ainda sem data prevista para o Brasil.


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(Divulgação/Reprodução)

Mãos na parede

A Sony também apresentou sua nova linha de smart products. Um dos lançamentos mais interessantes é o Xperia Touch, que transforma qualquer superfície lisa em uma tela de tablet de 23 polegadas através de um projetor. Por meio de uma câmera com sensor infravermelho e detecção de movimentos, faz os dedos interagirem livremente com a imagem projetada. As aplicações práticas são muitas, mas só conseguimos pensar nas divertidas: a mesa da cozinha vira um tabuleiro interativo para jogar, o chão da sala vira um piano e dá para desenhar com o dedo na parede sem precisar limpar depois.


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(Divulgação/Reprodução)

LG G6

O novo lançamento da gigante coreana abandona o design modular de seu predecessor G5 por um mais sólido. Sem botões na face frontal, quase inteiramente tomada pela tela de 5.7 polegadas, na incomum proporção de 18:9, o aparelho, segundo o fabricante, proporciona “mais espaço de tela e uma experiência mais imersiva ao assistir a vídeos e jogar videogames”. Vem com Android Nougat e Google Assistant incluído.


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(Divulgação/Reprodução)

Samsung Galaxy Book

Os novos Galaxy Books da Samsung são leves e vêm equipados com Windows 10, teclado destacável e caneta com sensibilidade aumentada, o que permite usá-lo como uma prancheta ou um caderno de desenhos. Disponível em dois tamanhos: 12 e 10.6 polegadas.
Um processador Intel i5 Dual Core de 3.1 GHz de 7ª geração na
versão maior garante o poder de
um notebook e a portabilidade
de um tablet.


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(Divulgação/Reprodução)

Alô, nostalgia

Um dos produtos que causaram mais comoção na feira não foi um smartphone. A Nokia apresentou a reedição do clássico modelo 3310 (o famoso tijolo azul indestrutível), quase 17 anos depois do lançamento do original. As pessoas se amontoavam no estande da Nokia só para fazer uma selfie jogando a nova versão do antigo jogo da cobrinha e quase deixavam escorrer uma lágrima ao ouvir o ringtone mais característico da década passada. Ele é consideravelmente mais leve e mais fino e tem algumas vantagens em relação à sua versão ancestral (câmera de
2 megapixels, display colorido, rádio FM, Bluetooth e 32 GB de memória), mas qual é a utilidade de um gadget que não é muito mais que um telefone nos dias de hoje? Segundo a Nokia, a ideia é que ele seja usado como aparelho sobressalente ou como “detox digital” por usuários cansados de estarem
o tempo todo conectados.