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Os desodorantes usados atualmente estão perto do fim; entenda por quê

(Indian Express/Reprodução)

Evitar o mau cheiro é uma questão quase que de sobrevivência.

Mas e se o problema com o odor não for necessariamente dos sovacos relapsos, mas sim dos produtos usados?

E se os desodorantes mais comuns não forem eficazes como dizem nas propagandas?

(Faktual News/Reprodução)

Para não nos passarmos por conspiradores, vamos a uma breve consideração científica.

Pesquisadores das Universidade de York e Oxford, ambas no Reino Unido, trabalham incessantemente neste exato momento para aprimorar a fórmula dos desodorantes.

Segundo eles, o que realmente causa o cheio ruim é a presença de uma espécie de bactéria (estafilococos) que aparece quando suamos. 

A ideia deles é isolar o tipo bacteriano responsável pelo fedor.

Pode parecer besteira, mas, mesmo depois de gerações de cosméticos aprimorados, talvez ainda não saibamos qual é a verdadeira chave para uma rotina cheirosa.

(YouTube/Reprodução)

Para talvez chegar a esse progresso, os cientistas desenvolvem uma espécie de super desodorante.

Em vez de “mirar para todos os lados”, caçando todo tipo de bactéria indiscriminadamente, querem ser mais objetivos e específicos.

Isso pode ser uma boa notícia para os que sofrem demais com o suor e o aspecto de gambá.

Além disso, o plano é substituir o hábito de mascarar o cheiro ruim, deixando de sobrepor a essência boa e na ruim.

Podemos esperar novidades em breve (mas não vamos abrir mão do que já temos até lá, claro).

 

Tudo natural

(PIxabay/Reprodução)

Já discutimos aqui mesmo sobre as reais necessidades de se tomar banho todos os dias.

Ainda que sejamos seres limpinhos, água quente e químicas demais podem ser prejudiciais à pele e ao organismo.

Os desodorantes também se enquadram nisso e, com o futuro, esperamos coisas menos nocivas.

Uma das discussões que cerca o uso, seja aerosol ou roll-on, é o excesso de alumínio nos produtos aos quais estamos acostumados.

(Pixabay/Reprodução)

Uma das solução para isso seria a confecção do próprio desodorante, com receitas naturais e essências.

Apesar da trabalheira, o resultado garante uma pele menos agredida e um meio ambiente bastante grato.

Como a tecnologia e a ciência, a higiene parece caminhar sempre em frente.

 

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