Ferrari 250 GTO de 1962 vai a leilão pela bagatela de R$ 170 milhões

Modelo da década de 60, feito em edição limitada, pode ser comprado por astronômico — mas talvez passa longe das maiores vendas da escuderia italiana

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 (Cool Material/Reprodução)

Quando se junta automobilismo, classe e preços estratosféricos, a Ferrari é campeã. Absoluta.

A escuderia italiana, apesar de ser referência atual em tecnologia, conta com os modelos vintage mais caros do mundo.

Datados dos anos 60, os modelos GTO (categoria Grand Touring) encabeçam a lista dos mais valiosos. 

O 250 GTO da Ferrari, por exemplo, entrou como peça em um leilão e pode ser vendido por assustadores U$45 milhões, cerca de R$170 milhões.

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 (Montagem/VIP/Reprodução)

Achou um absurdo?

Bom, temos uma notícia que talvez faça seu bolso gritar ainda mais de dor (ou não, vai que a Mega-Sena esteja à sua espera).

A versão que será leiloada não chega nem perto do valor astronômico pelo qual foi vendido outra máquina da escuderia.

 

O mais caro dos caros

FERRARI 1963

 (Flickr/Reprodução)

Apontado como o carro mais caro já vendido no mundo — pela CNBC —, o “colecionável” Ferrari 250 GTO foi vendido por sonoros U$ 70 milhões, quase R$ 280 milhões.

Restaurada pela DK Engineering nos anos anos 90, o carro recebeu a certificação Ferrari Classiche em 2012/2013.

O número 250 é usado por conta do tamanho de cada cilindro, em cm³.

O motor é um V12, com cerca de 300 cavalos de potência nas únicas 33 unidades da Series I feitas entre 1962 e 1963.

Nick Mason, baterista do Pink Floyd, Nick Mason, e o estilista Ralph Lauren são dois famosos que têm a raridade.

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