10 noções básicas para beber vinho e gastar pouco

Lições para sempre fazer a escolha certa independentemente da hora e do lugar

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1- Nem todo vinho caro demais é bom, mas todo vinho barato demais é ruim. Ainda assim, dá para comprar bem e gastar até R$ 50.

2- Nunca peça um vinho “suave”. Essa palavra é usada para chamar vinhos doces de qualidade inferior (vinhos bons são “secos”). Chame um vinho não muito encorpado, como um pinot noir, de “leve”.

3- Prosecco e champanhe não são genéricos de espumante. O primeiro é típico do Vêneto, na Itália, e o outro só é produzido na França.

4- Harmonizar pela cor quase sempre funciona. Carnes brancas com vinho branco, carnes vermelhas e molho de tomate com vinho tinto, camarão com vinho rosé. Na dúvida, beba o que ela quiser beber.

5- Num restaurante bom e caro, todos os vinhos da lista são bacanas. Se estiver sem grana, como pedir o mais barato pode ser constrangedor, peça o segundo mais barato.

6- Só recuse um vinho em caso de evidente podridão. Ao ser servido, não cheire a rolha.

7- Um vinho aberto dura um ou dois dias na geladeira. Passou disso, use para cozinhar.

8- Nem todo vinho melhora ao envelhecer. Para garrafas de até R$ 50, evite safras anteriores a 2008 (tintos) e 2010 (brancos).

9- Boas compras abaixo de R$ 50: malbec de Mendoza e torrontés de Salta (Argentina), cabernet sauvignon e syrah chilenos, tintos do Alentejo e do Dão (Portugal), tintos de La Mancha, Toro e Bierzo (Espanha), nero d¿avola da Sicília (Itália).

10- Baratos, ruins e cafonas: lambrusco, vinho francês de garrafa torta e alemão de garrafa azul, vinho nacional que imita alemão de garrafa azul, vinho italiano embalado na palha, prosecco barato.