4 ocasiões para beber vinho no frio do outono

Aumente seu conhecimento sobre vinhos e potencialize o prazer na hora de degustá-los

Vinho

 (Pixabay/Reprodução)

Para muitas pessoas, dar adeus aos dias quentes e ensolarados é uma dura tarefa.

Outros, pelo contrário, levantam as mãos aos céus em agradecimento ao fim do suor fora de hora.

Independentemente do seu perfil, é fato que o Outono chega para todos. E nada melhor do que achar as melhores combinações para passar a estação da melhor forma.

Ao falar de frio (ou ao menos um friozinho) é impossível não falar de vinho.

Terminar uma noite com um belo jantar acompanhado de uma taça é quase terapia.

Que tal, então, conhecer outros passatempos que casam muito bem com alguns goles?

Livros

Vinho livro

 (Pixabay/Reprodução)

O outono esta aí e uma boa garrafa de vinho é ótima pedida para esquentar a noite com a parceira ou tornar mais agradável o almoço em família.

E não é preciso ser sommelier para servir o rótulo certo.

A coleção Pequena Biblioteca do Vinho (Ed. Lafonte) ajuda você a entender um pouco mais sobre o assunto, sem virar um “enochato-cheirador-de-rolha”.

Ela é composta por oito livros que mostram como escolher, degustar, harmonizar a bebida e muito mais.

Outra publicação para não errar na hora de selecionar um bom rótulo é o Descorchados 2013 (Patricio Tapia – Ed. Inner, 752 págs.), um dos mais influentes guias da América do Sul.

Nele, foram avaliados cerca de 2.500 vinhos da Argentina e do Chile. As bebidas receberam pontuação de 1 a 100.

Mas a obra apresenta só as que tiveram nota acima de 80 – não tem por que você perder tempo lendo algo sobre o que não vale a pena beber, certo?

Música 

Música violão

 (Pixabay/Reprodução)

Tirar a calça, esparramar o corpo no sofá, colocar um bom som, com uma taça na mão. Mentalizou a cena?

A dica é soltar tudo em meio aos goles:

Em 2001, quando lançou o primeiro disco, Is This It, a banda The Strokes apareceu como salvadora da cena indie no cenário musical mundial.

Mas o tempo provou que eles não queriam esse rótulo.

Com o lançamento de Comedown Machine, quinto disco da banda, Julian Casablanca e seus companheiros mostraram que o lance deles é a diversidade.

Com direito a falsetes e sintetizadores que lembram hits radiofônicos dos anos 70 e 80, o novo álbum possui 11 faixas e convida você para uma experiência diferente a cada canção.

As guitarras aparecem comedidas no CD e são os teclados e os grooves (bossa, soul, baladas) que fazem o cartaz do novo trabalho da banda nova-iorquina.

Indie? Não como você conhece.

Basta ir direto a Call It Fate, Call It Karma: se você chamá-la de bossa atravessada, é isso mesmo. O indie perdeu o ranço.

 

Show do sofá 

Elton John

 (Pinterest/Reprodução)

Sente-se, estique as pernas, enrole-se em uma coberta e coloque um show arrasador na tevê.

Não é preciso de muito para aproveitar sua banda preferida.

Dica: The Doors (ST2)

Jim Morrison, do The Doors, era um poser? Era um poeta travestido de roqueiro? Um outsider da própria contracultura, que cantava Kurt Weill enquanto a galera falava de paz, amor e baseado?

Era tudo isso, e esse lendário show de 1968, no Hollywood Bowl, não deixa dúvida.

O melhor: aparece restaurado, com takes antes perdidos de Hello, I Love You, The Wasp (Texas Radio and The Big Beat) e Spanish Caravan.

Os extras trazem novos documentários, além dos que já constavam na fita original.

Sim, faz quatro décadas que o The Doors desapareceu, com a morte de Morrison em 1971. Mas sua voz (poesia e lifestyle incluídos) ainda reverbera nos corações e mentes da galera de hoje.

 

Cinema em casa

filme vinho

 (Youtube/Reprodução)

Na onda das séries e do streaming, você com certeza já trocou uma noite de farra pelo aconchego da sua casa.

Para apreciar vinho, a coisa não muda muito: vale muito ornar um bom rótulo com um filme bacana.

Para aquecer uma noite de outono, não deixe de ver Whiplash.

O filme conta a história de um músico, Andrew Neiman, que ainda jovem luta para ser o ás da bateria entre vários alunos de música. 

Para alcançar o objetivo, no entanto, é preciso ter a aprovação de Terence Fletcher, um verdadeiro sargento do jazz, que não tolera erros.

Em uma mistura de subordinação, obsessão e resiliência, o jovem baterista vai além do impossível para se firmar entre os melhores.

Trama, suor e um filmasso para o vinho descer ainda melhor.

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