Ganhe pontos com as gringas durante os jogos olímpicos

Um guia para se dar bem com as garotas de várias nacionalidades que vêm ao Brasil para a Olimpíada do Rio

Quem sente saudade da Copa? Dias quentes (e olha que era inverno), animados, com o Brasil inteiro abrigando lindas e simpáticas gringas. Lembranças do calor humano e da interação até fazem o sofrido 7 x 1 não ter assim tanta importância.

Pois chegou a hora de curtirmos tudo isso de novo – desta vez, na Olímpiada. Entre os dias 5 e 21 de agosto, o Rio de Janeiro vai sediar a disputa de 42 esportes olímpicos e 306 provas que valerão medalhas. E há quem garanta que, para quem quer conhecer e acolher as moças de fora, os Jogos Olímpicos são ainda mais promissores.

“A Copa é uma guerra saudável entre nações, mas Olimpíada é um evento cultural, de superação, que estimula ainda mais a relação entre as pessoas. E os homens podem usar isso a seu favor”, afirma Maurício Magalhães, um dos autores do Dossiê Olímpico, levantamento que revela oportunidades socioeconômicas do evento.

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Você está se perguntando como chamar atenção das mulheres? Carlos Eduardo Carrion, psiquiatra de Porto Alegre, afirma: o segredo é usar e abusar das características naturais do brasileiro. “Seja você mesmo, não invente. Para a mulher que vem de fora, você é diferente, sedutor. Se você for muito internacional e pasteurizado, não vai apresentar nenhuma novidade, e é disso que o ser humano gosta”, aconselha o especialista.

Fomos atrás de rapazes que se deram bem na Copa e que sabem tudo sobre a cultura do “match entre nações”. Veja o que eles têm a ensinar.

 TIRE PROVEITO DO RIO

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O Rio é sexy: praias, bares e vida ao ar livre alimentam a fama da cidade quente e agitada. “Dizem que, sete minutos depois que a notícia de que a Olimpíada seria no Rio, a Holanda já tinha providenciado sua casa por aqui”, brinca Gustavo Teixeira, autor do Dossiê Olímpico e total entendedor do assunto – afinal, esteve na Olimpíada de Londres em 2012, na Copa do Mundo da África e, claro, na Copa do Mundo do Brasil para conhecer os hábitos de cada um desses povos durante os eventos mundiais, incluindo a paquera. Diferentemente da última Copa, em que os eventos eram espalhados por diversas cidades e, em cada uma delas, os brasileiros e estrangeiros se reuniam nos mesmos lugares, a Olimpíada será apenas no Rio. Então:

Veja e seja visto… nos jogos

Ainda dá tempo de comprar ingressos para os Jogos. Se você acha que as principais competições estão muito caras, a boa notícia: “Em esportes menos competitivos, você pode se dar melhor com as mulheres porque o clima é mais leve, as pessoas querem se conhecer”, explica Maurício. Por isso, lembre-se de nunca menosprezar a luta greco-romana, a esgrima e o tênis de mesa.

Frequente bairros descolados

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Samba, belezas naturais, bares populares. Pense nos lugares que atraem os estrangeiros, como Lapa, Gávea e Leblon. Pois é por lá mesmo que elas estarão. “Em 2014, a cidade ficou tomada de mulheres diferentes, maravilhosas. Eu, honestamente, continuei fazendo o que sempre fiz e frequentando os mesmos lugares. Adoro os bares da Lapa e Santa Tereza e as praias, claro. E elas estavam sempre por lá falando inglês, francês, italiano… Até no ônibus fiz amizades internacionais”, conta Pedro Terri, carioca de 30 anos que se deu bem durante a Copa e continua mantendo contato com Francesca, uma italiana que conheceu na época. Para ele, os diferenciais que ajudaram:

  •  Lidar com elas como se estivesse entre amigos. Contar piadas, dar risada, sentar e tomar um chope. “O que percebi é que pessoas de fora se interessam pelo nosso estilo despojado. Quanto mais eu me soltava e agia normalmente, mais me dava bem”, lembra Pedro.
  • Chegar junto. Viu uma loira na praia, com cara e jeito de que definitivamente não mora no Brasil, aproxime-se, apresente-se, pergunte de onde ela é.
  •  Saber tocar violão ou se destacar de alguma forma, digamos, artística. “O Eduardo, um amigo meu, deu aula de sedução. Era só pegar o violão e tocar umas músicas brasileiras que dava certo. Elas adoram”, lembra.
  • Organizar reuniões diferentes. “Depois de alguns dias, já conhecíamos um pessoal porque um dos caras tem um hostel no Leblon. Então cada dia organizávamos um encontro diferente. No hostel, na casa de um amigo, na praia.”
  • Realmente se interessar. “As gringas são inteligentes, espertas, curiosas e gostam de atenção, como qualquer outra mulher, na verdade. Quando parei para conversar mesmo, saber mais sobre os hábitos e o dia a dia da Francesca, tudo fluiu melhor”, lembra.

NÃO VAI PARA O RIO?

Nem tudo está perdido. “Se você vem para um país como o Brasil, provavelmente não vai conhecer apenas uma cidade”, avalia Guilherme Perez, dono do WE Hostel, em São Paulo. “Pelo que conversei com meus hóspedes e pesquisei sobre os Jogos, a maioria das pessoas compra um, dois, três dias de competição e aproveita o resto das férias para viajar.” Guilherme conta que foi assim durante a Copa. “Muitos gringos vieram para São Paulo sem expectativa nenhuma, depois de assistir a jogos, por exemplo, no Rio. E sabe o que acontecia? A maioria deles ficava mais dias do que tinha programado.”

Por isso, no Rio ou fora dele, fique de olho na movimentação das estrangeiras e saiba onde elas estarão. Guilherme, que convive com garotas do exterior 24 horas por dia, literalmente, dá as dicas:

Procure um hostel

Divulgação: Instagram We Hostel

Divulgação: Instagram We Hostel (/)

 

  • Hostels costumam organizar encontros, happy hours, bate-papos, jantares com comidas típicas. “Sempre percebo que o clima de paquera no hostel é intenso. Muitas vezes, o pessoal até desiste de ir para a balada e fica por aqui mesmo”, diz.

Banque o guia local

  • As mulheres que vêm de fora sempre perguntam aonde devem ir, como chegam, em que devem prestar atenção. “Os brasileiros que se oferecem de guia sempre se dão bem.”

Saia do lugar-comum

  • Festas famosas também são atrativas. “As mulheres de fora querem saber se está rolando alguma festa diferente, que não seja balada comum. Durante a Olimpíada, acredito que esses eventos estejam lotados de mulheres bonitas.”