Twitter: a @rte da conquista

Internautas contam como conseguiram engatar um namoro com torpedos de 140 caracteres

Queríamos saber se paqueras, xavecos e conquistas dão certo na rede social Twitter e pedimos para leitores contarem em nosso site (vip.abril.com.br) suas histórias. Entre as que chegaram, a história do casal tuiteiro Henrique e Luine se destacou. Cada um contou sua versão:

Henrique Lacerda (@harrylacerda)
São Paulo

“Estava eu, no final do ano passado, cansado da vida de botecos e baladas e de não ter com quem realmente contar. Postei no Twitter que gostaria de arranjar uma namorada. Alguém para algo sério, e não apenas mais uma ficante. Após tuitar, uma amiga deu RT e todas as garotas que a seguiam, logicamente, viram. Algumas começaram a me seguir, mas nem sequer puxaram assunto. Outras me zoaram. Algumas vieram conversar. Após trocar tuítes, DMs e dar umas vasculhadas pela internet, me interessei por uma garota com o avatar do Baby da Família Dinossauro, a @babyluh. Amigos em comum me disseram que ela era legal na vida real e não apenas na internet. Depois de alguns desencontros, nos vimos em janeiro deste ano, num local público (por questões de segurança), fomos à festa de um amigo e ficamos. Estamos há seis meses juntos.”

Luine Roza da Silva (@babyluh)
Guarulhos

“Lembro-me de uma amiga ‘anunciando’ a solteirice de um amigo, o @harrylacerda, e falando de suas principais qualidades como cavalheiro. Dei RT na mensagem a fim de ajudar, mas não sabia que a maior interessada acabaria sendo eu. Trocamos algumas replies e DMs, mas como todo fim de ano é agitado, acabamos atrasando nosso primeiro encontro para a primeira semana de janeiro, após ele me chamar de chata por eu ainda não ter aceitado sair com ele. Eu achei tão engraçado o que ele tinha dito que aceitei marcar o encontro na mesma semana. Nos encontramos numa cafeteria próxima à Avenida Paulista e senti que tínhamos muito em comum. Na mesma noite, convidei-o para uma festa de amigos. Depois dessa festa, nos encontramos mais vezes e, duas semanas depois, começamos a namorar. Até hoje somos, para os amigos, o exemplo de que redes sociais podem unir pessoas”.