Uma pilha no pedal

As bicicletas elétricas são ecológicas e poupam um baita esforço

Elas viraram mania nas ciclovias do Brasil inteiro e, em algumas cidades, são usadas até por policiais e guardas civis. Embora você se exercite menos e a autonomia delas ainda não passe de 60 km por recarga, os benefícios de usar uma bike elétrica são muitos: elas não poluem e não fazem barulho. E, melhor ainda, não fazem você chegar suado ao seu destino. Ideais para ir ao trabalho, ao supermercado, à academia…

1 – BigBike
Capacidade de peso:
90 kg
Autonomia: de 40 a 60 km
Motor: 500 W de potência
Tempo de carga: de 6 a 8 horas
Velocidade máxima: 30 km/h
R$ 3 851, em bigbike1.com.br

2 – Easy Biking dobrável
Capacidade de peso: 100 kg
Autonomia: 40 km
Motor: 250 W
Tempo de carga: aproximadamente 3 horas
Velocidade máxima: 25 km/h
R$ 2 949, em easybiking.com.br

3 – Biobike Ipanema 250
Capacidade de peso: 100 kg
Autonomia: 40 km
Motor: 250 W
Tempo de carga: até 8 horas
Velocidade máxima: 40 km/h
R$ 2 499, em biobike.com.br

4 – Track & Bikes TKX-900
Capacidade de peso: 135 kg
Autonomia: 50 km
Motor: 350 W
Tempo de carga: de 6 a 8 horas
Velocidade máxima: 32 km/h
R$ 3 699, em trackbikes.com.br

5 – Felisa
Capacidade de peso: 100 kg
Autonomia: 40 km
Motor: 250 W
Tempo de carga: até 8 horas
Velocidade máxima: 40 km/h
R$ 2 999, em portoseguro.com.br/felisa

NOS CONFORMES
SAIBA O QUE DIZ A LEI
As bicicletas elétricas, apesar de não serem emplacadas, foram equiparadas aos ciclomotores pelo Contran (Conselho Nacional de Trânsito). Por isso, para guiá-las é necessário capacete e habilitação ACC (autorização para conduzir ciclomotor) ou A (de moto). Apesar da regulamentação, não há sanções aplicáveis e, na prática, nenhum órgão de trânsito sabe exatamente o que fazer. Pelas leis municipais, a maioria das cidades do país trata a bike elétrica como uma bicicleta comum. O Rio de Janeiro tem uma regra específica: lá as bicicletas elétricas, onde há ciclovias, devem circular obrigatoriamente por elas, e não no meio dos carros.