VIP: um pouco mais sobre nosso novo modelo editorial

“Apesar de retornar à capa masculina — que não vai ser sempre —, continuaremos com os ensaios sensuais femininos", diz Ivan Padilla ao Meio & Mensagem

Depois de 20 anos estampando modelos e atrizes sensuais em suas capas, a VIP também passa a destacar homens. O conteúdo já era voltado ao público masculino, mas a novidade faz parte do novo posicionamento do título, que vem se intensificando desde janeiro e chegará ao ápice na edição de março. Vem com uma série de mudanças que inclui identidade visual, organização do conteúdo e novas seções: Boa Vida, Motor e Você que chegam para acompanhar Conexões, Estilo e Ideia, que já existiam, além das reportagens usuais.

Esse é um trecho da matéria divulgada na quarta-feira (01) pelo Meio & Mensagem. Ao longo do texto, o veículo conta a história da VIP, lançada em junho de 1981 como um especial de Exame e, mais tarde, em julho de 1985, como um suplemento da revista de negócio, e fala mais sobre as novidades que estamos preparando para nossos leitores. 

Segundo Ivan Padilla, diretor de redação da VIP, a ideia da reformulação atual é, justamente, reaproximar a revista do que a Exame VIP fazia. “O homem de hoje continua ligado ao trabalho e à carreira, mas de um jeito diferente da década de 1980 e 1990. Agora, ele leva em consideração o equilíbrio com a vida social”, explica.

O título da Abril promete dialogar com um homem mais maduro, na faixa dos 30 a 40 anos, AB — antes, se dirigia a um público jovem. Essa mudança foi pautada por pesquisa junto ao leitor realizada com a Neogama no ano passado. Com Abílio Diniz, presidente do Conselho de Administração da BRF, na capa da próxima edição, a VIP busca abordar mais o lado pessoal do que profissional do executivo. Antes, o último ciclo de rostos masculinos na capa havia se encerrado com o economista Gustavo Franco, em abril de 1997 e, depois dele, as mulheres dominaram a cena. “Apesar de retornar à capa masculina — que não vai ser sempre —, continuaremos com os ensaios sensuais femininos que, claro, complementem o requisito de beleza, mas que tragam o que pensam sobre o mundo e sobre os homens”, relata o diretor de redação.

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