Lollapalooza 2018: fuja dos 5 vacilos mais comuns deste festival

Todo mundo já errou — de uma forma ou de outra — em um grande festival de música. Aproveite nossa lista para fugir de frias

Lollapalooza Lama

 (Quartz/Divulgação)

Uma única observação: “Depois nãodizer que ninguém te avisou!”

1. Chove, chuva, chove sem parar…

Festival tem cara de sol, breja gelada e muita curtição, certo?

A farra e a cerveja estão confirmadas, já o sol é um convidado que pode ficar no “talvez apareça”. A razão?

Segundo dados do Climatempo, o mês de março é um dos quatro mais chuvosos do ano. E se você é daqueles que gosta de comparações, no ano passado a capital paulista registrou chuva 79% acima da média neste mês, isso de acordo com o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

Faça: Leve uma capa de chuva. E lembre-se: não é permitido entrar com guarda-chuva.

 

2. Get on your dancing shoes

É! Se a mãe natureza for generosa, você irá voltar para casa seco, feliz e cansadão depois de cada um dos dois dias de festival.

Mas como a própria música diz, é preciso contar com as famosas ”águas de março”. Daí, sacar aquele seu tênis branco recém saído da caixa para encarar possíveis lamas não é uma boa estratégia.

Caso você seja principiante no Lolla, vale o aviso: apesar do festival ser em um autódromo, não existem carros circulando por lá. Ou seja, não adianta pedir um Uber, táxi, ou uma carona para o Barrichello.

Neste caso tem mesmo é que tirar o pé do chão.

Faça: Vá com um tênis confortável e com um bom tempo de serviços prestados.

Preocupado com seu visual? Talvez essa não deva ser sua principal preocupação por lá, como você pode conferir no tópico 5.

 

3. Tome cuidado com o “tempo perdido”

Três dia de festival. Quatro palcos. Setenta bandas.Você só conseguiria aproveitar tudo isso ao mesmo tempo se tivesse algum tipo de poder mutante.

Como não tem é preciso escolher bem quais serão os shows que você simplesmente não pode perder.

Estar preparado significa saber a hora de ir de um palco para outro, realizar paradas estratégicas para beber, comer, ir ao banheiro e até mesmo quando dispensar um show mais irrelevante para conseguir um lugar melhor — tudo para assistir a banda do seu coração mais de perto.

Basta um vacilo e você pode, por exemplo, perder os shows mais legais do dia — ou acabar assistindo eles de um lugar tão, mas tão distante, que acabará se arrependendo ainda mais do vacilo cometido.

Faça: Aproveite que nós gostamos muito de você e criamos a Escolha VIP  para decidir os melhores lugares para estar durante o Lollapalooza – e, claro, não deixe de abrir seus ouvidos para sons novos e inesperados: eles são, muitas vezes, mais divertidos do que os próprios headliners.

 

4. A macacada reunida

O oba-oba pré-festival pode dar uma falsa impressão.

Qual? A de que ir em turma tornará o festival em uma experiência ainda mais memorável.

Errou feio, errou rude. Imagina a cena: você lá na catraca, engatilhado para entrar e comprar a primeira cerveja do dia, quando o celular começa a pipocar com mensagens da galera avisando que irá atrasar. Pronto!

Este é o estresse número um do dia. Outro: pegar fila para comprar não uma ou duas brejas, mas cinco ou seis (neste caso, não esqueça de levar alguns dos seus braços biônicos). Deu para pegar o espírito deste chabu?

Faça: Marque com a galera um futebas no final de semana seguinte, com direito a um big churras, claro.

Certeza que com essa proposta ninguém do grupo irá chiar. Aí vale e muito trocar as experiências vividas no festival.

 

5. Lonely boy

Você pode conhecer gente nova em um bar.

Você pode conhecer gente nova na balada.

Você pode conhecer gente nova através dos seus amigos.

Você pode conhecer gente nova no Tinder (e no Happn, e no Kickoff, e no OkCupid, e no Instagram, e no Facebook).

Você pode conhecer gente nova em muitos, muitos lugares.

Por isso nós sabemos que você não vai ser aquele tipo de pessoa que, mesmo com todas as opções acima à disposição, escolhe dar em cima de alguém justamente no meio de um festival de música, certo?

Da mesma maneira que fazer fiu fiu para uma mulher no meio da rua nunca fez nenhuma donzela se apaixonar (pelo contrário: assédio é crime), sabe qual a possível consequência de azarar aquela gatinha no meio do show da Florence + The Machine?

Isso mesmo: se tornar o chato do rolê.

E nós, como seus amigos, imploramos: não seja o chato do rolê.

Faça: APROVEITE. O. FESTIVAL. Se você perceber que está rolando uma troca de olhares, uns sorrisos com segundas intenções, uma mínima possiblidade de trocar umas palavras com alguém que parece interessante, vá em frente.

Caso contrário, curta o show: você está lá, primeiramente, para isso — ou pelo menos é o que imaginamos.

 

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