A Copa da Rússia foi mesmo comprada? 4 motivos para você rir com a gente

Criamos uma teoria que pode de fato confirmar: o título russo foi encomendado. Veja por que o caneco dourado de 2018 pode ficar no país sede

Putin

 (Vivaronews/Reprodução)

Na abertura da Copa do Mundo de 2018, o presidente russo Vladmir Putin foi ovacionado pelo público momentos antes de discursar, como manda a cartilha de inauguração do torneio.

Sem correr o risco de ficar de fora do evento, já que é país sede, a seleção russa chegou com um caminhão de desconfiança por causa de uma sequência de resultados negativos.

Aí, como um milagre, o time que não vencia ninguém, goleou na estreia do torneio, se classificou para a fase de mata-mata e já está nas quartas depois de eliminar a Espanha, favorita ao título e dona talvez do melhor elenco do mundial.

O fato, um tanto quanto curioso, fez a redação se reunir e começar a garimpar fatos que podem provar que a taça de ouro chegou em solo russo para não sair.

Aquele “e se?”, que tanto foi motivo de piada, agora faz todo o sentido.

Confira nossa linha de raciocínio (e acredite se quiser…)!

 

1. Amizade petrolífera

putin diplomacia

 (Rob Griffith/Reprodução)

No jogo de estreia, a anfitriã enfiou nada mais nada menos do que CINCO A ZERO na Arábia Saudita.

Ainda que os esverdeados do Oriente Médio não sejam uma referência de bom futebol, não são horríveis a ponto de tomar uma goleada de outro time fraco.

O que explica, obviamente, que o jogo foi “vendido”.

A relação entre os dois existe desde a antiga União Soviética, que foi o primeiro país fora do eixo árabe a reconhecer os sauditas enquanto Estado.

Apesar de desentendimentos ao longo do século, a atualidade serve para tirar as dúvidas de que as duas nações são muito próximas.

Nas reuniões da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) organizadas em 2018, Rússia e Arábia Saudita tomaram decisões conjuntas em relação à oferta do material. 

Além de promoverem uma estabilização dos preços, os acordos entre as duas nações veio cercada de uma troca de elogios.

Os respectivos, Ministros de Energia Khalid al-Falih e Alexander Novak, afirmaram, no começo de julho, que concordam com a continuidade da coordenação no mercado petrolífero. 

No futebol e na diplomacia, tudo bem alinhado.

Coincidência?

 

2. A Rússia nunca foi tão longe

Rússia e Espanha Copa do Mundo

 (FIFA/Instagram/Reprodução)

Desde que virou Rússia, após o esfacelamento da URSS, a seleção nacional nunca havia avançado tanto na competição mundial.

O jogo das oitavas foi um tanto quanto curioso. O que estava programado para ser uma sonora encaixotada espanhola virou uma partida sonolenta e decidida mais uma vez pelo tal do VAR, árbitro de vídeo.

Só queremos que de uma vez por toda o juíz de vídeo seja usado com o Papai Putin na tribuna. Ele não aparece para dar um tchauzinho desde a abertura e a teoria mais aceita para esse sumiço se resume nessa foto.

Putin VAR

 (Twitter/Reprodução)

Em 1966, os então soviéticos foram 4º lugar.

Em 2018, pelas nossas contas, vão conquistar o mundo.

 

3. Brasileiro infiltrado

Mário Fernandes

 (FIFA/Instagram/Reprodução)

Você já notou que em meio aos nomes com final “ov” existe um tal de Mário Fernandes, certo?

Nascido brasileiro, o lateral que hoje defende a Mãe Rússia chegou a negar a Seleção Brasileira em 2011, enquanto ainda era atleta do Grêmio.

Na oportunidade, com 21 anos, o jogador alegou sofrer com problemas pessoais e não se apresentou para o Superclássico contra Argentina.

Anos depois voltou a dizer que não se arrependia da decisão.

Quis o destino (ou um plano muito bem arquitetado) que, sete anos depois, Mário fosse titular “em casa” vestido vermelho.

A conclusão é uma só: ele é um informante.

Como o Brasil tem grandes chances de chegar à final, nada melhor do que alguém que possa ouvir as conversas de Tite nos treinos, inclusive com técnicas de leitura labial.

Nada é por acaso.

Ao menos que alguém prefira tabelar com um paredão russo do que com Neymar, Gabriel Jesus e Marcelo…

 

4. O Fusca de Mujica

fusca mujica

 (Montagem/VIP/Reprodução)

Você deve se perguntar, então: “se está comprada, como a Rússia tomou aquele vareio na última rodada da primeira fase?”.

Bom, primeiro que ninguém quer deixar tão na cara.

Segundo, os latinos tem certa birra de Putin e isso começou desde o governo do incornetável Pepe Mujica, presidente do Uruguai entre 2010 e 2015.

Famoso por ser um exemplo honesto e simples em meio à tumultuada política da América, Mujica ficou conhecido por andar em seu tradicional fusquinha azul.

Como o carro virou ícone, diversas pessoas já tentara arrendá-lo, sem sucesso.

Acontece que Putin, com quem o ex-presidente uruguaio mantinha boas relações, deve ter forçado a barra na tentativa de comprar o Fusca (para depois banhá-lo a ouro ou sei lá).

Entristecidos com a insistência russa, os uruguaios, sob o comando de Óscar Tabárez, grande admirador do político, não perdoaram.

Pelo menos serviu para tirar o foco de que tudo estava manipulado.

Não se enganem. O títulovsky tá garantido!

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