Pistola, algema, distintivo e batom

Conversamos com a delegada Flávia Faccini, uma das mais belas do Brasil

Que o Rio Grande do Sul é terra de mulher linda ninguém duvida. A VIP bateu um papo com uma das delegadas mais belas do Brasil. Conheça a dra. Flávia Faccini, que é delegada titular na Delegacia de Proteção à Mulher de Porto Alegre e falou um pouco sobre seu trabalho em uma das DPs mais movimentadas do Estado.

Do que mais você gosta na sua rotina?
É justamente não ter uma rotina. Cada dia é diferente do outro. Pra quem pretende ser delegado, é bom saber que nós sabemos a hora de começar a trabalhar, mas não sabemos a que horas vamos terminar.

E o que te motiva a levantar da cama cedo todos os dias, sem saber que horas voltará para casa?
O que mais me motiva é conseguir resolver crimes graves, saber que meu papel faz toda a diferença para garantir aquela sensação de justiça e segurança nas pessoas. Isso me traz uma sensação muito boa.

Os homens sentem medo de você por causa da sua profissão?
Acho que não. Os homens, as pessoas em geral, na verdade, ainda estranham quando uma mulher se apresenta como delegada. Mas no geral, sinto que me admiram.

Quais os seus hobbies? Pratica algum esporte, faz academia…?
Eu tento fazer academia duas vezes por semana, mas não sou muito aplicada nos exercícios. Até tento fazer algumas atividades, mas geralmente me canso de uma atividade só. Já fiz muita musculação e agora tenho feito TRX (tipo de treinamento suspenso).

Algum homem já ousou lhe dar uma cantada, mesmo que discreta, durante o trabalho?
Não, não. Eu levo meu trabalho muito a sério, e eles percebem isso. E respeitam!

É vaidosa?
Claro que sim. Muito vaidosa. Sempre fui. Sinto nas pessoas a ideia de que uma mulher para ser policial deve ser “masculinizada”. É só uma questão de costume, é uma carreira jurídica como qualquer outra. Mas o tempo se encarregará de mudar essa visão sobre a mulher policial.

Já passou por alguma situação perigosa?
O perigo faz parte da nossa profissão, mas na Academia de Polícia nós aprendemos algumas técnicas para reduzir os riscos. Na verdade, todo dia acontece algo novo. O cumprimento de um mandato de busca e apreensão, por exemplo, pode levar a um conflito, mas, durante minha vida funcional, as situações de perigo nunca fugiram do controle.