Topless


O jornal Politiken pirou com o protesto das gatas de topless numa piscina dinamarquesa
FRENTE UNIDA DO PEITO ABERTO

Oba! Um movimento a favor do topless em piscinas públicas começou na Suécia e se espalhou pelo mundo. Em setembro passado, numa piscina de Uppsala (a 70 quilômetros de Estocolmo), duas jovens foram expulsas do local porque se recusaram a cobrir os seios. Revoltadas, feministas suecas criaram a organização Bara Bröst (¿apenas peitos¿ ou ¿peitos nus¿). Em menos de seis meses, ganharam força internacional, para surpresa delas. ¿Revista de onde? Do Brasil?¿, surpreendeu-se Pia Johansson, uma das líderes do Bara Bröst, ao atender à VIP.

Ela levou alguns segundos para acreditar, mas depois disse: ¿Acho importante que exista apoio e interesse do mundo inteiro por nossa causa. É claro que também recebemos gracinhas do tipo: ¿É isso aí! Mostrem os peitos mesmo! A gente quer ver!!¿. Leva tempo para mudar a mentalidade das pessoas, mas alguém tem que começar¿, diz Pia. Elas começaram e ganharam reforços em outros países. Em dezembro, dez mulheres se uniram para entrar de topless numa piscina de Copenhagen, na Dinamarca.

E acabaram autorizadas a ficar no local. Na América, a bandeira é levantada pela Tera, associação que defende o topless em locais públicos do Canadá. ¿Se o homem pode andar de peito nu, o mesmo deve ocorrer com a mulher¿, defende o site http://www.tera.ca.

:: RAFAEL MARANHÃO, DE ESTOCOLMO (SUÉCIA)