É necessário mentir sobre quantas mulheres você já dormiu?

Os especialistas explicam como navegar nesse campo minado

Vicky Cristina Barcelona

 (Vicky Cristina Barcelona/Divulgação)

Vamos ser sinceiros. Como adultos sexualmente ativos que vivem na era do Tinder, a maioria de nós provavelmente dormiu com mais pessoas do que podemos contar com duas mãos.

Mesmo que todos saibam que sexo é bom, o passado sexual continua sendo um assunto tabu. E no topo da cadeia alimentar está a questão: contar ou não contar para a nova namorada sobre o as mulheres com quem você já dormiu?

Como você abordaria essa conversa se ela fizesse questão de saber? Mentir? Ignorar? Mudar de assunto?

Uma pesquisa feita com mil pessoas e realizada pelo DrEd.com, do Reino Unido, tentou jogar um pouco de luz neste buraco negro.

Embora a maioria dos caras (74%) tenha dito que não teriam problemas em ser honestos, 22% de homens americanos — com uma média de 16 parceiras — relataram que iriam mentir e diminuir a quantidade de mulheres com as quais dormiram se fossem forçados.

Já 30%, aí entre homens e mulheres, declararam que não compartilham sua história sexual porque não acham que isso importa. Afinal, a ignorância é uma bênção.

 

O que fazer?

Vicky Cristina Barcelona

 (Youtube/Reprodução)

De acordo com a psicoterapeuta Leslie Bell, depende de quando ela perguntar. Se vocês estiverem em um terceiro encontro, por exemplo, é razoável se esquivar e avisar que seria bom mergulhar no passado só no futuro.

Além disso, compartilhar essa informação não é tão relevante para o relacionamento atual, indica o pesquisador de sexo Kristen Mark

“Enquanto você estiver usando camisinha e testando periodicamente para DSTs, sua história dentro de quatro paredes não deve desempenhar um papel importante na conexão entre o casal”

Quanto a mentir? Mark e Bell insistem que a honestidade é a melhor política. E lembram: confiança não é um número. 

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