Isabeli Fontana lança marca de lingerie e temos a ver com isso!

A foto é inspiradora. Primeiro, porque a top é linda. Segundo: listamos três dicas para você tratar os seios delas com o maior... Prazer!

“A lingerie significa para mim este contato tão íntimo da mulher consigo mesma”, disse Isabeli Fontana sobre o lançamento de sua marca de lingerie. Essa frase inspiradora nos fez lembrar de um assunto importante: Seios. Só o nome já arrepia, não? É uma condição normal. Somos, simplesmente, loucos por peitos. Ponto. E eles estão aí, diariamente, entre decotes, lingeries, biquínis, sutiãs…. Já que os seios são um tema de significado especial pra elas (e nunca deixaram de ser pra nós), listamos três dicas para você tratá-los com o maior… prazer (o seu e o dela)

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A pressa é inimiga da perfeição Já reparou quantas gatas seguram ou apertam elas mesmas o próprio corpo durante a transa? Esse é o sinal, meu caro. Antes de ficar de cara para o gol, lembre-se do aquecimento. E já que um é pouco, mas dois é bom, não meça esforços. Siga o fluxo natural e dedique alguns bons minutos nos altos-relevos da garota. “Vá um passo de cada vez. Toque levemente e perceba a reação dela. Na primeira demonstração de prazer, invista em chupões, lambidas, carinhos com a barba…”, orienta Viviane Poubel, sexóloga e diretora da clínica Urogin, em Brasília (DF). Tudo é questão de tato Isso não significa que você deva ser um santo ao lidar com os seis dela. É tudo uma questão de tato, literalmente. Ou seja, nunca esqueça de agarrá-los com a mão sobre toda a mama da garota. Há mulheres que adoram essa pegada cheia de testosterona. “As mãos têm uma representação muito forte de dominação”, explica Viviane.  Capte os sinais de mulheres que curtem esse astral e aproveite para fazer uma boa e rigorosa análise topográfica por ali.

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Tamanho não é documento

Se já sabemos que peitos grandes devem ser tratado com maestria, o mesmo vale para peitos pequenos. Ou seja, não é porque é pequeno que você deve virar um ourives, um cara obrigatoriamente delicado. “Seios grandes ou pequenos possuem a mesma formação fisiológica e dão as mesmas sensações”, tranquiliza Ivana Almeida Silva Marques, bióloga e educadora sexual em São Paulo. “Na verdade, o tamanho da mama se dá pelo acúmulo de células gordurosas, que varia de acordo com cada estrutura feminina. O importante é a inervação no mamilo, que é necessária para informar ao cérebro as sensações estimuladas ali, desde a límbica (prazerosa) até a temperatura do ambiente. E ambas podem fazer o bico do peito ficar ereto. Essa inervação independe do tamanho do seio.” Portanto, lembre-se dessa regra: peito é peito e merece amor. Selvagem ou romântico, mas amor, camarada!