[Ideias VIP] Afinal, o passado sexual dela importa?

O quanto vale a pena saber com quantos sujeitos sua garota já transou

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 (Reprodução/Divulgação)

Quase irresistível desejar escarafunchar o passado sexual da parceira. Você fica com a pulga atrás da orelha: perguntar ou não?

Sua motivação pode até ser benéfica. Mas, querido, as chances de arruinar a relação, eu apostaria, são muito maiores! Entenda por que eu NÃO recomendo que você pergunte:

 

COM QUANTOS ELA FEZ SEXO?

 

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Vamos imaginar que ela seja muito sincera (porque não se engane: muitas vão mentir) e tenha dito 60.

O número pode até te deixar impressionado. Mas, se ela tem 30 anos e começou a transar aos 16, isso dá uma média de quatro caras por ano. Isso é muito?

A noia não para por aí. Você pode ficar pensando que esse número pode ser maior se forem contar as pegações e o sexo oral.

Ah, mas ela teve uns namoros firmes, então você tem que descontar os anos em que esteve, teoricamente, com o mesmo cara – o que subirá a média nos anos que ela estava solteira!

Então? Se você comparar com o ranking de uma profissional do sexo, é muito pouco. Se comparar com o da sua mãe (o que você pensa ou que ela te contou) é um ABSURDO.

E, se você resolver fazer a lista de quantas mulheres já comeu, sabe Deus a que tipo de resultado chegará.

De aturdido e revoltado a humilhado, melhor desistir desse tipo de investigação. Além disso, todos gostamos de nos iludir achando que somos, senão os únicos, os mais especiais.

Não estrague sua fantasia!

 

QUAL FOI A MELHOR TRANSA DA VIDA DELA?

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Bem, essa é uma pergunta que pode render boas informações e sentimentos dúbios.

Ao pedir para ela descrever uma tórrida cena erótica do passado, você pode obter dicas sobre o que a gata mais gosta e, com isso, superar o protagonista em um cenário ainda melhor.

Se foi ao ar livre, na praia, você pode arriscar uma transa em alguma cachoeira meio deserta ou na sacada do prédio, em uma linda noite de verão e lua cheia…

Acontece que você pode ficar meio enciumado com a resposta se, enquanto ela revisita a memória, os olhos brilharem de tanta satisfação – ainda mais porque, convenhamos, para impressionar, quem conta um conto aumenta um ponto!

Enfie sua viola no saco, pois foi você quem perguntou. Ou não pergunte nada e tente superar em cada transa de vocês qualquer uma que imagina que ela já tenha tido.

 

QUE LOUCURAS ELA JÁ FEZ NA CAMA?

 

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Adentramos território ainda mais perigoso. Primeiro há que se ter intimidade para esse tipo de indagação. Caso contrário, a mulher pode se sentir apenas um objeto sexual.

E, se você ficar pedindo cada detalhe de tudo o que ela fez, gostou ou não, perde o gostinho da descoberta que deixa toda relação muito interessante.

Mas vai que você acha que a pergunta é muito importante?

Nesse caso, há duas opções: 1) Você pode descobrir que muitos desejos são compatíveis e que propor a ela determinada prática sexual não vai deixá-la aterrorizada; e 2) Você pode se assustar com a resposta, achar a garota muito louca, inconsequente ou lunática.

É hora então de avaliar se você está sendo preconceituoso ou se a mulher realmente não tem limites e você corre riscos. Por via das dúvidas…

 

*Ana Canosa é psicóloga clínica, terapeuta e educadora sexual, e acredita que compartilhar intimidade sexual é bom, mas tem limite.