Pesquisa revela em que idade alcançamos o ápice sexual

Quando se trata de sexo, não é a garotada que está experimentando as melhores transas de suas vidas

Casal preto e branco

 (Pixabay/Reprodução)

Ano passado, o Instituto Kinsey de Investigação para o Sexo, Reprodução e Género revelou que pessoas entre os 18 e os 29 anos estavam fazendo o dobro de sexo quando comparadas aos quarentões.

Já neste ano, o levantamento anual do  Singles in America veio confrontar esse estigma da idade e foi categórico ao dizer que o sexo fica bom quando entramos na faixa dos 60 anos — a plenitude sexual se dá aos 66 anos, para as mulheres, e 64 anos, para os homens, 

Pouco mais de 5 mil solteiros de todas as idades foram questionados sobre suas vidas sexuais e a conclusão foi que a quantidade de transas diminui com o tempo, no entanto, quando o rala e rola acontece entre a turma sênior, ele costuma ser mais prazeroso. 

Porquê? Bem, de acordo com a sexóloga Dra. Madeleine Castellanos, que falou ao Daily Mail, “quando velhos, sabemos exatamente aquilo que gostamos fisicamente”, o que significa que toda a experiência se torna mais enriquecedora.

Mais, costumamos nos sentir à vontade o suficiente para explorar os nossos verdadeiros desejos.

E a ciência consegue provar esse raciocínio.

A Comissão Nacional para o Estudo do Envelhecimento nos Estados Unidos mostrou que 62% das mulheres declararam que suas relações sexuais são mais satisfatórias aos 70 do que as 40 anos. 

E no The New England Journal of Medicine foi publicado que 25% daqueles que tinham entre 57 e 85 assumiram continuar fazendo sexo. Enquanto 50% dos participantes entre 57 e 75 disseram ter feito ou recebido sexo oral recentemente, tal como 33% dos que tinham entre 75 e 85. 

Ou seja, vale sempre a máxima do escoteiro: “enquanto há lenha, há fogo”.

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