5 provas para você pegar leve na euforia com bitcoins

Criptomoedas são a novidade do momento. E como tudo que é novo, tem gente que está entendo de menos — e fazendo/falando bobagens demais

 (Pixabay/Reprodução)

O bitcoin foi introduzidos no mundo digital em 2008, mas foi só em 2017 que o termo entrou no vocabulário de qualquer pessoas minimamente ligada a internet.

Foi nessa mesma época que o valor da criptomoeda disparou nas bolsas do mundo — e a sofrer as primeiras quedas significativas na história.

Com a massificação, o bitcoin agora passa por uma espécie de modismos (lembra da paleta mexicana?). A partir daí, surgiram algumas bizarrices para consegui-lo.

De repente, você passou a receber anúncios do Google oferecendo bons valores para comprar a moeda, seu tio-avô começou a perguntar se vale a pena comprar…

Se ele vai se provar uma bolha prestes a estourar (como defendem os pessimistas) ou apenas uma nova modalidade de moeda, só o tempo dirá.

A verdade é que, em questão de meses, a moeda digital se tornou o novo tópico de conversa e de pautas do mundo. O problema é que na era da internet tudo toma outra proporção.

Abaixo, listamos algumas notícias sobre bitcoin mostrando que as pessoas precisam segurar um pouco na empolgação quando o assunto é a moeda virtual. Afinal, é mais uma cotação de câmbio no mundo…


O bitcoin carnal

 (Divulgação/Reprodução)

Mais um da série “Isso é muito Black Mirror”:  A startup holandesa Instituto da Obsolescência Humana criou uma tecnologia que permite utilizar o calor humano para minerar bitcoins.

A empresa diz que o método foi criado para minimizar o impacto das minerações da criptomoeda, que gasta altas quantidades de energia. Mas é inegável que o método lembra as “fazendas de humanos”, do filme Matrix.


Existem bitcoins e bitcoins

bitcoin cash

 (Tomohiro Ohsumi/Bloomberg/Reprodução)

Com a cotação em aproximadamente R$ 48 mil (dado checado em 11 de janeiro de 2018), alguns estabelecimentos comerciais que passaram a aceitar a criptomoeda como forma de pagamento estão sofrendo algumas confusões.

Como, por exemplo, a loja Overstock, que confundiu o bitcoin com bitcoin cash, uma divisão da moeda que gira em torno de R$ 8,5 mil a unidade.

Dessa maneira uma luminária de U$78,27 que custa no site 0,00475574 bitcoin. A loja estava aceitando  0,00475574 bitcoin cash. Na conversão, o erro faz com que o produto custe U$12,02, um desconto de quase 80%.


O Bitbolivar

 (Reprodução/Getty Images)

O Bolívar (moeda corrente na Venezuela) tem uma inflação estimada em 2.616%.

Porém, mesmo com um estado lastimável da economia, o governo de Nicolás Maduro tem planos para explorar o mundo das criptomoedas: o El Petro.

Este é o nome da moeda virtual que o governo pretende lançar para “avançar em matéria de soberania monetária e furar o bloqueio internacional que o país sofre”.

O problema é que diferente das criptomoedas tradicionais, a iniciativa venezuelana será lastreada pelas reservas de petróleo, ouro, gás e diamante do país, indo na contramão do já estabelecido bitcoin, que tem como grande trunfo não estar associado a bens físicos.


Não é natural

presidente-executivo do JPMorgan Chase, Jamie Dimon

 (Chip Somodevilla/AFP/Reprodução)

Enquanto alguns já estão surfando na onda dos Bitcoins, banqueiros tradicionais estão puxando o cabelo por conta de uma moeda sem lastro e que não precisar passar por bancos tradicionais para serem armazenadas.

Quem vociferou contra as criptomoedas foi Jamie Dimon, presidente-executivo do banco JPMorgan Chase: “vocês não podem ter um negócio em podem inventar uma moeda a partir do nada e achar que as pessoas que a estão comprando são realmente inteligentes”.

Seria importante lembrá-lo que dinheiro não dá em árvore (e nem é natural), e que em algum momento ele também foi criado a partir do nada…


Dominatrix fica milionária com bitcoins

 (Twitter/@TheOnlyTheodora/Reprodução)

Quem conta essa história em detalhes é o pessoal da Mundo Estranho:

“Uma dominatrix financeira é uma mulher cujos clientes têm prazer sexual ao presenteá-la com objetos, chamados de “tributos” ou até mesmo transferências diretas de grana, que podem chegar a cifras de seis dígitos.

Alguns clientes ainda se transformam em “caixas eletrônicos humanos”, ou seja, entregam completamente o controle das contas bancárias para a profissional.

O seu grupo principal de doadores possui cerca de 30 membros, que fazem transferências de até US$ 100 mil de uma vez só.

Levando em conta a valorização do bitcoin e de investimentos semelhantes, Theodora estima que as moedas virtuais lhe rendam algo entre US$ 7 mil e US$ 10 mil por mês. No acumulado de quatro anos, as criptomoedas já a fizeram ficar US$ 1 milhão mais rica.”

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